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Asunto:[paraguainee] =?utf-8?Q?Guarani-ka?= =?utf-8?B?aW93w6E6IHVtIGc=?= =?utf-8?Q?rito_de_de?= =?utf-8?Q?sespero.?=
Fecha:Martes, 18 de Octubre, 2011  10:57:18 (+0000)
Autor:=?utf-8?B?TWlndWVsIMOBbmdlbCBWZXLDs24gR8OzbWV6?= <=?utf-8?B?TWlndWVsIMOBbmdlbCBWZXLDs24gR8OzbWV6?= >

Guarani-kaiow√¡: um grito de desespero. Ent revista com Egon Heck, coordenador do Cimi-MS


O Conselho Indi genista Mission√¡rio ‚Äď Cimi vem a p√ļblico denunciar e repudiar os ataques terroristas e genocidas desferidos contra os guarani-kaiow√¡, da comunidade Pyelito Kue, em Iguatemi, no estado do Mato Grosso do Sul, ocorridos nos dias 23 de agosto e 5 de setembro. Al√©m de terem seus pertences destru√≠dos, v√¡rios ind√≠genas foram covardeme nte agredidos por homens fortemente armados.

Para o Cimi, o fato de terem sido encontrados, no local dos ataques, cartuchos de mun i√ß√£o calibre 12 antitumulto, as chamadas ‚Äúbalas de b orracha‚ÄĚ, constitui-se em mais um forte ind√≠cio de for ma√ß√£o de mil√≠cia armada, no Mato Grosso do Sul, com a finalidade de cometer crimes contra os ind√≠genas daque le estado.

O coord enador do Cimi-MS, Egon Heck, em entrevista concedida √† IHU On-Line, por email, acredita que a situa√ß√£o de Py elito Kue e Mbaraka‚Äôy, no munic√≠pio de Iguatemi, repre senta bem a estrat√©gia do agroneg√≥cio e da classe domi nante de impedir, a qualquer custo, a volta dos √≠ndios a seus tekoh√¡, territ√≥rios tradicionais. ‚ÄúQuatro veze s foram expulsos, seus barracos queimados, feridos com b alas antimotim e afugentados como animais indesej√¡veis. Por outro lado, revela a capacidade de resist√™ncia e es trat√©gia de luta dos guarani-kaiow√¡, a partir de sua c ultura, religiosidade e sabedoria secular‚ÄĚ, salienta o coordenador.

Egon Heck √© coordenador do Conselho Indigenista Mission√¡ri o ‚Äď Cimi, regional do Mato Grosso do Sul, da causa ind√ ≠gena brasileira. Foi padre durante 12 anos e hoje √© mi ssion√¡rio leigo. Engajado com as comunidades ind√≠genas desde a juventude, adotou a causa como parte integral d e sua pr√≥pria de vida e diz com orgulho e firmeza que es te ‚Äú√© um motivo que vale a vida, vale a morte‚ÄĚ.

Confira a entrevista.


IHU On-Line ‚Äď Como o senh or reage e se sente diante do depoimento da v√≠tima do atentado contra a comunidade de Pyelito Kue, que afir mou: ‚ÄúQuase n√£o temos mais chance de sobreviver neste Brasil‚ÄĚ?

Ego n Heck ‚Äď Creio que qualquer pessoa com um pouco de sensibilidade e amor √† vida ter√¡, no m√≠nimo, que se r evoltar e indignar diante da afirma√ß√£o desse membro da comunidade de Pyelito Kue. E mais do que isso: ter√¡ qu e fazer algo com urg√™ncia para mudar essa realidade, sob pena de se tornar c√ļmplice desse genoc√≠dio em curso.< /p>

√Č vergonhoso para o nosso pa√≠s ter que continuar ouvindo dos primeiros h abitantes desta terra o grito de desespero, de quem parec e estar sendo tangido como o boi para o matadouro. Ou co mo diria o kaiow√¡ Anast√¡cio, ‚Äúaqui o boi vale mais d o que uma crian√ßa guarani‚ÄĚ. E de fato, enquanto os in d√≠genas desse povo t√™m menos de um hectare, em m√©dia, para tentar sobreviver, os bois verdes t√™m a seu dispor , em m√©dia, mais de tr√™s hectares.

A situa√ß√£o de Pyelito Kue e Mbaraka‚ Äôy, no munic√≠pio de Iguatemi, representa bem a estrat√ ©gia do agroneg√≥cio e da classe dominante de impedir, a qualquer custo, a volta dos √≠ndios a seus tekoh√¡, ter rit√≥rios tradicionais. Quatro vezes foram expulsos, seus barracos queimados, feridos com balas antimotim e afuge ntados como animais indesej√¡veis. Por outro lado, revel a a capacidade de resist√™ncia e estrat√©gia de luta dos guarani-kaiow√¡, a partir de sua cultura, religiosidade e sabedoria secular.


IHU On-Line ‚Äď Em que situa√ß√£o encontra-se hoje a quest√£o d a demarca√ß√£o das terras ind√≠genas em Mato Grosso do Su l?

Egon Heck ‚Äď Infelizmente, o que se pode dizer √© que est√¡ em situa√ß√£o indefinida. Ou melhor, todos os prazos e prome ssas foram descumpridos, gerando uma situa√ß√£o de descr en√ßa generalizada entre os ind√≠genas e seus aliados. Q uem pode acreditar em quem se revela t√£o enganador em su as palavras e descumpridor de compromissos assumidos, at √© judicialmente. O Minist√©rio P√ļblico Federal fez mai s uma tentativa de obter a conclus√£o e publica√ß√£o dos relat√≥rios de identifica√ß√£o das terras guarani-kaiow√ ¡. Conforme esse cronograma assumido, a Funai j√¡ deveri a ter recebido e analisado a publica√ß√£o dos primeiros relat√≥rios. Nada indica de que isso esteja acontecendo.< /p>

Por outro lado, na recente Aty Guasu de Passo Piraju, os ind√≠genas deram novo prazo de 30 dias para que come√ßassem a ser resolvi dos problemas de terra pendentes e conclu√≠dos os relat√≥ rios de identifica√ß√£o. Esse tempo j√¡ duplicou e nada aconteceu.

A bem d a verdade, √© preciso destacar tamb√©m a feroz oposi√ß√£ o que os setores pol√≠ticos e econ√īmicos, capitaneados p elo governador Andr√© Pucinelli, t√™m feito contra a dem arca√ß√£o das terras ind√≠genas no Mato Grosso do sul.

Por outro lado, tem surgido um aliado importante, que √© o Conselho Naciona l de Justi√ßa ‚Äď CNJ, que a partir de um semin√¡rio rea lizado em maio deste ano em Dourados, sobre a quest√£o da s terras ind√≠genas, criou uma comiss√£o especial para a demarca√ß√£o das terras ind√≠genas neste estado.& nbsp;

Enqu anto estou fazendo esses registros, em Bras√≠lia acontec e nova reuni√£o dos membros do governo que participam des sa comiss√£o do CNJ. Existe a esperan√ßa de que se consi gam tra√ßar algumas estrat√©gias e consensos que fa√ßam efetivamente avan√ßar o processo de demarca√ß√£o das ter ras no MS. Conforme informa√ß√Ķes de membros da comiss√£o , √© mais prov√¡vel que se tomem algumas provid√™ncias e m fun√ß√£o da press√£o do grande capital que est√¡ inves tindo na regi√£o, especialmente na constru√ß√£o de usinas para produ√ß√£o de etanol, do que por decis√£o e a√ß√£o efetiva do governo federal. A agroind√ļstria afirma n√£ o poder investir nessa situa√ß√£o de ‚Äúinseguran√ßa jur √≠dica‚ÄĚ, e que, portanto, ou se equaciona isso ou deixa r√£o de investir nessa regi√£o do Mato Grosso do Sul.

Neste contexto, o go verno do estado esbo√ßa um murm√ļrio de concordar com as propostas de regulariza√ß√£o das terras ind√≠genas, des de que se paguem os propriet√¡rios pela terra. Nada, abso lutamente nada, ser√¡ f√¡cil ou resolvido rapidamente. S e antes se dizia que cada palmo de terra para retornar a os √≠ndios exigia uma batalha, agora a regulariza√ß√£o e entrega aos √≠ndios de qualquer terra ind√≠gena exigir√¡ uma enxurrada de negocia√ß√Ķes para chegar a algum acor do.


IHU On-Line ‚Äď Q uem est√¡ por tr√¡s dos recentes ataques terroristas e g enocidas
desferidos contra os guarani-kaiow√¡, da co munidade Pyelito Kue? O que representa a suspeita de se tratar de mil√≠cia armada?

Egon Heck ‚Äď √Č muito prov√¡vel que a Ga spem, que se autodenomina de empresa privada de seguran√ ßa e que, conforme tem denunciado o Minist√©rio P√ļblico Federal, tem se especializado em reprimir os movimentos ind√≠genas no retorno a suas terras tradicionais, esteja tamb√©m nesta empreitada de viol√™ncia contra essa comu nidade. O fato da utiliza√ß√£o de balas antimotim demons tra, no m√≠nimo, uma orienta√ß√£o que tem estreita rela√ß √£o com a pol√≠cia. Ou de uma mil√≠cia armada. Isso n√£o descarta a arregimenta√ß√£o de pistoleiros pelos fazend eiros da regi√£o.

O fato é que estamos diante de uma realidade extremamen te violenta e que não teme a lei. A total desenvoltura c om que agem demonstra claramente de que tem a certeza da impunidade.

A for ma extremamente violenta e intransigente com que os prop riet√¡rios da regi√£o de fronteira t√™m se oposto √† regu lariza√ß√£o das terras ind√≠genas se d√¡ no contexto da forma de apropria√ß√£o com que se deram essas terras, ag ravado pela atua√ß√£o do narcotr√¡fico. J√¡ foram identif icados mais de trezentos mil hectares de terra que tem r ela√ß√£o com essa atividade il√≠cita, conforme o juiz Od ilon de Oliveira. Por ocasi√£o de uma iniciativa de Fama sul em levantar as propriedades que se disporiam a ser in denizados no caso de serem identificadas como terras ind √≠genas, o Sindicato Rural de Ponta Por√£ logo se manife stou, dizendo serem os propriet√¡rios contr√¡rios √† vend a dessas terras.


IHU On-Line ‚Ä ď O Mato Grosso do Sul √© o estado com a segunda mai or popula√ß√£o ind√≠gena do pa√≠s. Setenta mil √≠ndios de diversas etnias aguardam a demarca√ß√£o das terras trad icionalmente ocupadas por eles, em cumprimento a um term o de ajustamento de conduta assinado pelo Minist√©rio P√ ļblico Federal e a Funda√ß√£o Nacional do √ćndio ‚Äď Funa i em 2007, e at√© hoje n√£o cumprido. Esse impasse e, de certa forma, descaso contribui para o esquecimento e at √© preconceito contra o √≠ndio em nosso pa√≠s?

Egon Heck ‚Äď A situa √ß√£o de viol√™ncia e o n√£o reconhecimento das terras i nd√≠genas no Mato Grosso do Sul s√£o os casos graves do pa√≠s. O n√£o cumprimento dessa determina√ß√£o constituci onal e de normas internacionais faz com que o governo br asileiro seja cobrado em v√¡rias inst√Ęncias nacionais e internacionais.

< br>

IHU On-Line ‚Äď Dada a not√≥ria in√©rcia das autoridades, especialm ente do governo federal, h√¡ possibilidades de que ocorra m novos, iminentes e ainda mais graves atentados √† comu nidade Pyelito Kue?

Egon Heck ‚Äď Tudo √© poss√≠vel. Os mais diverso s cen√¡rios, inclusive o de novos ataques √† comunidade s√£o poss√≠veis. Por√©m, dada a grande repercuss√£o naci onal e internacional das viol√™ncias e barbaridades come tidas, tudo indica que a repeti√ß√£o da viol√™ncia acabar √¡ se voltando contra os autores de tais atos e seus man dantes. Ou seja, reverter√¡ contra a pr√≥pria estrutura do agroneg√≥cio na regi√£o.


IHU On-Line ‚Äď A cultura do √≠ndio n√£o condiz com o mo delo capitalista e totalit√¡rio no qual nossa cultura est √¡ inserida. Que alternativas nossos √≠ndios teriam de s obreviv√™ncia hoje, uma vez que quase n√£o existem mais ‚Äúterras de ningu√©m‚ÄĚ por esse Brasil afora? A preocup a√ß√£o de uma poss√≠vel extin√ß√£o das comunidades ind√≠ genas existe?

E gon Heck ‚Äď Estamos falando de modelos de sociedade s diferentes. Temos, de um lado, o modelo desenvolvimenti sta levado adiante pelo atual capitalismo neoliberal, e, de outro, um modelo de vida, de organiza√ß√£o social ce ntrado na conviv√™ncia harm√īnica de todas as formas de v ida da Pacha Mama, M√£e Terra.

A primeira quest√£o a ser considerada √© qu e tanto a Constitui√ß√£o Federal como a legisla√ß√£o int ernacional, da qual o Brasil √© signat√¡rio, garantem ao s povos ind√≠genas as terras que originariamente ocupam e das quais, na maioria dos casos, foram expulsos. Portan to, n√£o se trata de conceder a eles terras ‚Äúdevolutas ‚ÄĚ, em geral distantes e diferentes das que tradicional mente ocuparam. Territ√≥rio ind√≠gena √© espa√ßo sagrado, e s√£o estes que devem ser reconhecidos e respeitados.< /p>

Com rela√ß√£o √†s amea√ßas de extin√ß√£o, creio que eles t√™m cabalmente a fastado essa hip√≥tese com seus mais de quinhentos anos d e resist√™ncia √†s mais diferentes formas de opress√£o e exterm√≠nio. Al√©m disso, parece que hoje em dia se sen tem ainda mais desafiados e esperan√ßados em fortalecer suas culturas e identidades, at√© como alternativas √† cr ise civilizacional pela qual atravessa a humanidade. O q ue est√¡ ocorrendo s√£o as din√Ęmicas de adequa√ß√£o √†s diferentes culturas que os envolvem. √Č evidente que os impactos do atual sistema neoliberal globalizado s√£o vi olentos e com s√©rias consequ√™ncias, especialmente no t ocante √† nega√ß√£o de suas terras.

√Č bem verdade que governos militares e at√© soci√≥logos previam (e desejavam) o fim dos √≠ndio s at√© o ano 2000. Felizmente a hist√≥ria caminhou pelo caminho contr√¡rio. Os √≠ndios no Brasil, estimados, na d√©cada de 1960 em menos de cem mil, s√£o hoje mais de oi tocentos mil.


IHU On-Line ‚Ä ď O Cimi recebe apoio de autoridades nacionais e interna cionais na defesa e prote√ß√£o das comunidades ind√≠genas , principalmente da comunidade Pyelito Kue? Ou, em sua o pini√£o, a defesa dessa causa n√£o √© econ√īmica e polit icamente atrativa?

Egon Heck ‚Äď As minorias, como no caso dos povos ind√≠genas no Brasil, s√£o vozes prof√©ticas a denuncia r permanentemente a viol√™ncia, o exterm√≠nio, o genoc√≠ dio, praticado por um sistema que n√£o permite a sobrevi v√™ncia do diferente enquanto outra forma de sociedade, v alores e organiza√ß√£o social, pol√≠tica e econ√īmica. O bem-viver dos povos ind√≠genas se op√Ķe radicalmente √† l√≥gica do desenvolvimentismo, predador e destruidor da natureza para garantir os privil√©gios de uma minoria.


O Cimi, em nota ‚ÄúGenoc√≠dio e cont ra os povos ind√≠genas no Mato Grosso do Sul‚ÄĚ declara: ‚ÄúPara o Cimi, a morosidade do governo federal em dema rcar as terras tradicionais dos povos ind√≠genas e a n√£o identifica√ß√£o e puni√ß√£o dos seus agressores e assas sinos constituem-se em verdadeira anu√™ncia e incentivo ao processo de terror e genoc√≠dio imposto aos guarani-k aiow√¡ no Mato Grosso do Sul‚ÄĚ.

Tamb√©m o Minist√©rio P√ļblico Federal de Dourados declarou: ‚ÄúMPF em Dourados considera genoc√≠d io ataque a √≠ndios em Iguatemi‚ÄĚ.



(Ecodebate, 17/10/2011) publicado pela IHU On-line, parcei ro estratégico do EcoDebate na socialização da inform ação.

[IHU On -line √© publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - I HU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos ‚Äď Unisinos , em S√£o Leopoldo, RS.]

Nota do EcoDebate: O Mato Grosso d o Sul continua o principal palco de continuados crimes e agress√Ķes contra √≠ndios do povo Guarani-Kaiow√¡.

Os episódios de violência anti-indígenas são frequentes e, mesmo ass im, pouquíssimo divulgados pela grande mídia e pratica mente desconhecidos da maioria da população.

O hist√≥rico do MS fa la por si mesmo e precisamos nos esfor√ßar na den√ļncia da manuten√ß√£o da heran√ßa genocida, bem como cobrar qu e as apura√ß√Ķes destes continuados crimes tamb√©m identi fiquem os mandantes, os contratantes dos pistoleiros de aluguel.

No EcoDebate, em raz√£o de nosso compromisso com os movime ntos sociais e populares, mantemos pauta permanente sobre os conflitos no campo e as quest√Ķes ind√≠genas, quilom bolas e de reforma agr√¡ria. Ao nosso modo e na medida d e nossas possibilidades tentamos ‚Äėcobrir‚Äô a lacuna de informa√ß√Ķes deixada pela grande m√≠dia.

Relacionamos, abaixo, al gumas mat√©rias que demonstram o quanto os conflitos no Mato Grosso do Sul deixaram de ser ‚Äėmeros conflitos is olados‚Äô para assumir um car√¡ter de intoler√Ęncia √©tni ca.

 

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