See below
for abstract in English
NewsLeader
de dezembro em Português tem duas ofertas:
1) Serviço
de consultoria em gestão
trans-cultural
2)
artigo:
Aprendendo a cozinhar com o que se
tem
Há climas
para plantar pêssegos e outros para bananas. Com muito esforço pode-se obter
algo semelhante a pêssegos onde é melhor plantar bananas. Com as empresas ocorre
algo parecido, e de pouco adiante se queixar do clima.
Os
brasileiros seriam a antítese dos americanos no que se refere a atitudes no
trabalho. No entanto os brasileiros são administrados como se fossem americanos.
Por falta de
algo mais específico à nossa cultura, aplicamos as técnicas de gestão de pessoas
desenvolvidas pela observação do trabalho de outros povos. É natural que surjam focos de
ineficiência, porque estamos empregando mal os talentos do
brasileiro.
Nos EUA
também há duvidas quanto às formas de motivar as pessoas a trabalharem. Era mais
fácil quando o asceticismo assegurava uma predisposição ao trabalho. Mas o
tamanho do tamanho do déficit orçamentário americano sinaliza que o asceticismo
perdeu o pé também nessa sociedade.
Neste artigo
de dezembro sugerimos que a hora é propicia para desenvolvermos um estilo
brasileiro de administrar.
No site
também há uma apresentação em PowerPoint explicando a natureza do problema e
oferecendo serviços de consultoria para ajustar o estilo administrativo
à cultura nacional, aumentando a competitividade da sua empresa. Outros produtos
da mesma família podem melhorar a interação do seu pessoal com os estrangeiros
com os quais a sua empresa deve colaborar.
Fecharemos do
23/12/04 ao 2/01/05.
Honrando o
que apregoamos, administração com estilo nacional; com NewsLeader somente
retornaremos após o Carnaval.
Boas
festas!
Alfredo
Behrens
Abstract
People work for more than money.
At least the people Brazilians like, do not work exclusively for money. Max
Weber, to many the bourgeoisie’s Marx, knew this very well. So much so, that Max
claimed that only under a backdrop of Calvinism would people work longer hours
when paid more for hour worked. But lazy globalization diluted this wisdom and
spread the watered-down gospel throughout the World.
Asceticism was never a Brazilian
cultural trait, and, given the size of the American budget deficit, one might as
well say that asceticism is no longer an American cultural trait either.
Besides, Harvard professor Harry Levinson had already called “asinine” many of
the work incentives developed in the field of business
management.
In this article I suggest that
Brazilians are the cultural opposite of Americans, when it comes to significant
attitudes at work. At a time when the underpinnings of Anglo-Saxon managerial
wisdom are re-examined, it would look like a good opportunity for Brazilians to
start shaping their own management style.
This is the last issue of
NewsLeader in 2004. Honoring what we preach, we will be out again after an
ecumenical Carnival; whatever that may be.
Alfredo
Behrens
You may write with comments or
suggestions to editor@newsleader.com.br
You may unsubscribe from
NewsLeader by sending an email to newsleader-baja@elistas.net
You may subscribe by sending an
email to newsleader-alta@elistas.net