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Asunto:ENTIDADES BRASILEIRAS APOIAM AÇÃO DOS INDIOS PEMON NA VENEZUELA
Fecha:Viernes, 22 de Septiembre, 2000  13:42:13 (-0400)
Autor:Amigos en Defensa de la Gran Sabana.AMIGRANSA/ Orinoco Oilwatch <amigrans @............ve>

 
 
X-Sender: hathaway@... 
From: "Cimi - Conselho Indigenista Missionário" <cimi@...> 
Subject: Entidades Brasileiras apóiam ação dos índios Pemón na Venezuela 
Date: Thu, 21 Sep 2000 14:18:55 -0300 
 
Informe nº 429 
 
ENTIDADES BRASILEIRAS APÓIAM AÇÃO DOS INDIOS PEMON NA VENEZUELA 
 
A derrubada das torres de transmissão de energia elétrica, esta semana, 
pelos índios Pémon na Venezuela tem apoio no Brasil. O Cimi e a Comissão 
Pró-Yanomami enviaram mensagem de solidariedade às entidades que lutam 
contra a passagem do Linhão do Guri sobre territórios indígenas e sobre o 
Parque Nacional Conaima, patrimônio da humanidade. A construção desta rede 
de transmissão de energia elétrica entre a Venezuela e o Brasil causará 
impactos negativos irreversíveis sobre a diversidade biológica, e as 
comunidades indígenas que habitam na Grande Savana venezuelana e às 
comunidades indígenas no Brasil. 
 
Em agosto, 20 organizações que compõem a Coalición contra el Tenido 
Eléctrico enviou carta aos presidentes da Venezuela, Hugo Chávez e do 
Brasil, Fernando Henrique Cardoso, alertando para os riscos ao ecossistema e 
aos índios Pémon. Pediram a paralisação do projeto e a imediata revisão do 
convênio Eletricidad del Caroní (Edelca) e Eletronorte para a venda de 
energia elétrica. "Isto causará um grave dano a uma zona de reconhecida 
fragilidade ecológica e colocará em perigo a bacia que abastece de água a 
Central Hidroelétrica de Guri. Nenhum programa, por mais benefício que 
pareça ter, pode ir contra os povos", afirmam as entidades. 
 
É a quarta vez, segundo diretores da Edelca, que os povos indígenas fazem 
ações deste tipo. "O Linhão é mais uma violência do setor elétrico. Os Pémon 
estão demonstrando elevado grau de consciência política nesta luta 
intransigente pela defesa de seus direitos e do meio ambiente", declara o 
vice-presidente do Cimi, Saulo Feitosa. 
 
No Brasil, o Linhão do Guri atravessa a área indígena São Marcos, território 
dos Macuxi e Wapixana, em Roraima, e está programado para fornecer energia 
para a Região Norte. Apesar dos índios terem feito um acordo com a 
Eletronorte, a passagem do Linhão é inconstitucional por se confrontar com o 
parágrafo 6º do artigo 231 da Constituição Federal. Só é possível a 
utilização de terras indígenas para passagem de torres de transmissão se 
houver comprovação de "relevante interesse público da União". Mas para tanto 
deverá haver uma lei complementar, ainda não aprovada pelo Congresso 
Nacional. "Se o presidente Fernando Henrique Cardoso respeitasse a 
Constituição deveria exigir que a Eletronorte refizesse o traçado do Linhão, 
livrando a área indígena", afirma Saulo Feitosa. 
 
Brasília, 21 de Setembro de 2000 
============================================ 
Conselho Indigenista Missionário - Cimi 
 
>From:amigrans@... (Amigos en Defensa de la Gran Sabana.AMIGRANSA/ 
>Orinoco Oilwatch) 
>Subject:Carta de solidariedade! 
 
>>From: "CCPYDF" <ccpydf@...> 
>>To: <amigrans@...> 
>>Subject: Carta de solidariedade! 
>>Date: Tue, 12 Sep 2000 14:51:57 -0300 
>>MIME-Version: 1.0 
>>X-Priority: 3 
>>X-MSMail-Priority: Normal 
>>X-Mailer: Microsoft Outlook Express 5.00.2314.1300 
>>X-MimeOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V5.00.2314.1300 
>>X-UIDL: e28892ddd951ad0ff4e44e4fa48c46a2 
>> 
>> 
>>    A Comissão Pró-Yanomami vem por meio desta, demonstrar sua solidariedade 
>>com relação as manifestações contrárias ao processo de construção de uma rede 
>>de transmição elétrica que passará da Venezuela para o Brasil. 
>> 
>>    Temos a consciência bem clara, de que esta construção, causará muitos 
>>danos no equilíbrio dos ecossistemas pertencentes à Grande Savana, do Parque 
>>Nacional Canaima, o qual também, possui povos tradicionais indígenas da 
>>região. 
>> 
>>    Qualquer atitude que tomamos nesta vida, sem pensar nas consequências de 
>>nossos atos, podem deixar profundos problemas e eles até, podem ser 
>>irreparáveis. Principalmente, se tratando de povos indígenas e ambientes 
>>naturais, que precisam de muito tempo para se restabelecerem. 
>> 
>>    A CONSCIÊNCIA de cada ação e indivíduo, é o nosso maior julgamento! 
>> 
>>    Pensem bem antes de agir, e pensem também, nas possíveis consequências 
>>desta cosntrução. Ajam sim, para minimizar os problemas que uma intervenção 
>>desta causará. Se for o caso, até podem mudar de idéa, quando avaliarem o 
>>desastre tamanho que esta cosntrução pode acarretar. 
>> 
>>Precisamos aprender, a deixar locais naturais para a próxima geração, pois 
>>eles também irão precisar de água limpa, ar puro e pessoas integradas à terra 
>>como o povo Pemon para ensinar-lhes como cuidar de nos mesmos. 
 
 
 
 
------------ 
AMIGRANSA.   Sociedad de Amigos en Defensa de la Gran Sabana 
Direccion:   Apartado Postal 50460.Caracas 1050-A. Venezuela 
Tel y Fax   +58 2 992 1884 / Tel +58 2 693 9480 
e-mail:     <amigrans@...> 
 
La Sociedad de Amigos en defensa de la Gran Sabana es una 
asociacion civil sin fines de lucro,constituida en abril de 1986 
para la preservacion, conservacion y defensa del patrimonio ecologico 
y cultural dela Gran Sabana-Parque Nacional Canaima -Tierra de Tepuis- 
y de todas aquellas areas pertenecientes al Macizo Guayanes, y a la 
defensa de los derechos de los Pueblos indigenas que alli habitan. 
Nos hemos sumado a esta causa por un profundo amor a la naturaleza 
y porque estamos convencidos que el repeto al mundo natural y a 
las leyes ecologicas, son una de las vias primordiales hacia 
el bienestar y la supervivencia de la humanidad. 
AMIGRANSA la integran un grupo de profesionales de distintas 
disciplinas,jovenes estudiantes y una vasta red de colaboradores 
formada por habitantes de la Gran Sabana, cientificos y otros amantes 
de la naturaleza.El trabajo en AMIGRANSA esta basado en el voluntariado. 
 
------------- 
RED ALERTA PETROLERA-ORINOCO OILWATCH 
e-mail:amigrans@... 
 
En el mes de agosto de 1996,la organizacion ambientalista venezolana 
AMIGRANSA- Sociedad de Amigos en defensa de la Gran Sabana, 
promueve la creacion de la RED ALERTA PETROLERA (Orinoco-Oilwatch), 
filial venezolana de OILWATCH, organizaci§n internacional 
de resistencia a la actividad petrolera en los tr§picos y vigilancia de 
los impactos ambientales y sociales de dicha actividad fundadada en 
Quito Ecuador.La RED ALERTA PETROLERA se ha propuesto como objetivo especial 
investigar los efectos socio-ambientales de la apertura petrolera venezolana 
Estas operaciones cubren el paˆs de extremo a extremo, 
pero se ha considerado prioritario por su urgencia y su gravedad, 
el estudio de la problemÖtica de la zona Delta del Orinoco /Golfo de Paria 
en el extremo oriente del paˆs, en la desembocadura del Rˆo Orinoco, 
que es habitat de la ªtnia indˆgena Warao.Otros tema de su interes son 
las secuelas de la explotaci§n de petr§leo, carb§n y gas en Zulia 
y la deuda ecol§gica. Sus voceros forman parte de  grupos ecologistas, 
culturales, instituciones academicas  y de investigacion, grupos defensores 
de los derechos humanos,de Pueblos Indigenas, grupos de pescadores, y otras 
poblaciones locales afectados por los impactos de los mega-proyectos petroleros.