Inicio > Mis eListas > humboldt > Mensajes

 Índice de Mensajes 
 Mensajes 5051 al 5070 
AsuntoAutor
260/05 - GEÓGRAFOS Centro H
261/05 - GEÓGRAFOS Centro H
262/05 - GEÓGRAFOS Centro H
263/05 - GEÓGRAFOS Centro H
264/05 - GEÓGRAFOS Centro H
265/05 - Utilidad Centro H
266/05 - Diretor Centro H
267/05 - II Encuen Centro H
268/05 - Fracaso d Centro H
269/05 - HISTORIA Centro H
270/05 - PRIMERAS Centro H
271/05 - GEÓGRAFOS Centro H
278/05 - América L Centro H
279/05 - La situac Centro H
280/05 - El FMI y Centro H
281/05 - Congresso Centro H
275/05 - Taller In Centro H
277/05 - O fim anu Centro H
276/05 - Entrevist Centro H
272/05 - Argentina Centro H
 << 20 ant. | 20 sig. >>
 
Noticias del Cehu
Página principal    Mensajes | Enviar Mensaje | Ficheros | Datos | Encuestas | Eventos | Mis Preferencias

Mostrando mensaje 5292     < Anterior | Siguiente >
Responder a este mensaje
Asunto:NoticiasdelCeHu 277/05 - O fim anunciado da super-potência americana (Paul Craig Roberts)
Fecha:Miercoles, 2 de Marzo, 2005  16:02:12 (-0300)
Autor:Centro Humboldt <humboldt @...........ar>

NCeHu 277/05

A última valsa?
O fim anunciado da super-potência americana

 Paul Craig Roberts [*]

Depreciação do dólar. A economia americana caminha em direcção à crise, e a liderança política do país — se é que se pode chamá-la de liderança — está preocupada com armas de destruição maciça não existentesno Médio Oriente.

A economia está americana está a cair. As aflições são sérias. Elas podem ser fatais mesmo se diagnosticadas e tratadas. A América está a perder o poder de compra da sua divisa e a capacidade para criar empregos para as camadas médias.

O agudo declínio do dólar e as contínuas projecções comerciais e orçamentais em tinta vermelha estão a minar o papel do dólar como divisa de reserva. Um certo número de bancos centrais anunciou que estará a diversificar os seus haveres em divisas e que não comprarão dólares ao mesmo ritmo do passado.

Isto fará mais pressão sobre o dólar. Em algum ponto começará a fuga. Ao invés de comprar menos dólares, os bancos centrais venderão dólares com a esperança de caírem fora antes de este chegar ao fundo.

Subitamente, a vantagem de ser a divisa de reserva torna-se um pesadelo — quando as acumulações de dólares do mundo forem trazidas ao mercado. Uma oferta enorme e uma procura fraca significam uma taxa de câmbio muito baixa para o outrora poderoso dólar americano.

Do dia para a noite, aqueles bens baratos no Wal-Mart, os quais são a justificação fácil dos economistas que não pensam para a dizimação de comunidades, de pequenos negócios e do emprego, dispararão em preço.

As taxas de juro escalarão na medida em que o governo luta para financiar a sua infindável tinta vermelha. Americanos, pesadamente endividados com taxas de hipotecas ajustáveis, tentarão vender casas no momento em que as taxas ascendentes das hipotecas reduzem os compradores. Os activos imobiliários, cujo valor crescente tem estado a manter a economia em andamento, devolverão o que foi ganho.

Os EUA perderam a sua capacidade de criar empregos para as camadas médias ou, quanto a isso, quaisquer empregos. Durante os últimos quatro anos os EUA experimentaram uma perda líquida de 760 mil empregos no sector privado (Janeiro/2001 - Janeiro/2005). Pensem o que significa isto para os que estão a graduar-se e as pessoas que chegam na idade de entrar para a força de trabalho.

Além disso, a composição dos emprego mudou muito: dos empregos com alto valor acrescentado e alta produtividade em bens comerciáveis e serviços para empregos de produtividade mais baixa em serviços internos que não podem ser dados externalizados (outsourced).

Mesmo aqui, na última área remanescente de empregos para americanos, a força de trabalho dos EUA está a perder oportunidades de emprego para enfermeiras estrangeiras e professores de escolas trazidos com os vistos de trabalho H-1b, em resultado de pressões orçamentais sobre orçamentos de escolas e hospitais.

Economistas e políticos que não pensam continuam a propor o seguro de desemprego e de educação como remédios para o problema dos empregos. Estas propostas são disparatadas (mindless), para dizer o mínimo. O mesmo incentivo para externalizar verifica-se para todas as qualificações comerciáveis. Se a verdade fosse conhecida, a externalização do emprego e a produção offshore soaria como a sentença de morte para a educação superior norte-americana.

Americanos incapazes de encontrar empregos em sectores competitivos de importação e exportação descobrem-se a si próprios à procura de empregos em serviços domésticos não comerciáveis, quando o seu influxo para dentro destes mercados de trabalhos é aumentado pelos imigrantes ilegais e estrangeiros com vistos H-1b. Obviamente, a pressão sobre os salários é para baixo.

Os economistas que não pensam explicam as dificuldades como um "ajustamento à globalização" que exigirá aos americanos restringir o seu consumo de bens importados. Estes economistas são ignorantes acerca da dependência americana quanto à importação de bens manufacturados. Mesmo bens americanos com nomes de marca são feitos no estrangeiro, no todo ou em parte. Apertar o cinto significará muito mais do que suprimir produtos de luxo fabricados no estrangeiro.

O declínio do dólar conduzirá à subida de todos os inputs excepto o trabalho americano, o qual está a ser expulso das funções de produção e substituído por trabalho estrangeiro.

Inconsciente da realidade, a administração Bush propôs uma privatização da Segurança Social que custará US$ 4,5 milhões de milhões (trillion) em empréstimos só ao longo dos próximos 10 anos! A América não tem poupanças internas para absorver esta dívida, e os estrangeiros não emprestarão somas tão enorme a um país com uma divisa em processo de colapso — especialmente um país atolado numa guerra no Médio Oriente que incorre em centenas de milhares de milhões de dólares em dívidas de guerra.

O venal e arrogante establishment de Washington, combinado com uma mentalidade corporativa globalizada, deram cabo dos padrões de vida ascendentes da América. Os dias da América como uma super-potência estão a chegar ao fim rapidamente. Isolado pelo unilateralismo nacionalista dos neoconservadores que controlam a administração Bush, os EUA não podem esperar simpatia ou ajuda dos antigos aliados e das novas potências em ascensão

01/Mar/05

[*] Ex-secretário do Tesouro na administração Reagan. Trabalhou como Associate Editor da página editorial do Wall Street Journal e Contributing Editor da National Review. É co-autor de The Tyranny of Good Intentions
 pcroberts@postmark.net .

O original encontra-se em http://www.counterpunch.org/roberts03012005.html .
Tradução de JF.


 
 





Algunos de los cientos de artículos en venta o subasta en eGrupos.net
 
  • Dibujo original a carbonilla ( 1000 USD) 
     
  • FUEL OPTIMISER AHORRA GASOLINA HASTA 20% (FUEL SAVER) ( 17 EUR) 
     
  • Libro: Ciudadanos con los santos ( 3 USD) 
     ¿Tienes algo que deseas vender? ¿O comprar? ¿Quieres ver tu anuncio aquí, gratis? 
    ¡ Visita hoy mismo EGRUPOS.NET !