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Asunto:NoticiasdelCeHu 1991/04 - Brasil, paraíso das ONGs.
Fecha:Lunes, 20 de Diciembre, 2004  23:52:04 (-0300)
Autor:Centro Humboldt <humboldt @...........ar>

NCeHu 1991/04

Brasil, paraíso das ONGs

Rio, 11/dez/04 – A perigosa terceirização de atribuições e responsabilidades do Estado para ONGs e assemelhadas cresceu vertiginosamente entre 1996 e 2002, como revela a primeira pesquisa realizada no país pelo IBGE sobre o chamado “terceiro setor”. O levantamento indica que, nesses seis anos, o número de entidades do “terceiro setor” no país subiu 157%, pulando de 107 mil para 276 mil, sendo que os maiores aumentos foram verificados entre entidades que podem ser, em sua maioria, classificadas como ONGs mesmo sem definição legal para o termo. As entidades que têm como foco o desenvolvimento e defesa dos direitos quadruplicaram no período: 11 mil para 45 mil. O mesmo ocorreu com entidades ambientais e de proteção animal: 389 em 96 e 1.600 em 2002.

É relevante observar o número de assalariados em ONGs voltadas à defesa dos direitos ou do ambiente, cerca de 72 mil, ou 4,7% do total.

Há dois anos, a pesquisa mostra que essas 276 mil entidades eram responsáveis por 1,5 milhão de empregos assalariados no país, maior, por exemplo, do que o número de servidores públicos federais na ativa naquele ano, que eram cerca de 500 mil. Contudo, estão fora deste contingente o verdadeiro exército de voluntários ou trabalhadores informais que se dedicam a essas instituições: cerca de 14 milhões, segundo levantamento citado pelo IBGE.

Para o sociólogo Bernardo Sorj, autor do livro "A Democracia Inesperada", as ONGs passaram a ocupar um papel antes quase restrito aos partidos e sindicatos."O ativismo social é canalizado por meio de ONGs, que são, na sua maioria, microestruturas que procuram defender causas sociais, à margem dos partidos políticos e sindicatos", afirma ele. Já para a socióloga Maria Lúcia Werneck, professora da UFRJ, a atuação das ONGs em programas sociais do governo é reflexo da redução da presença do Estado: “É o Estado delegando funções sem, necessariamente, diminuir seus gastos, já que há repasses para essas ONGs”, disse ela. (O Globo, 11/12/04).

A necessidade de fiscalizar a atuação das ONGs, especialmente as que atuam com verbas oficiais, já foi tema de discussão do Conselho Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo e existem alguns projetos de lei tramitando no Congresso Nacional para instituir um mínimo de controle sobre as atividades de ONGs no País, principalmente as que recebem recursos - e agendas de atuação - do exterior.

Este quadro se torna ainda mais preocupante quando se conhece a origem de tais entidades supostamente desvinculadas de governos, tema descrito em detalhes no capítulo intitulado “Como os britânicos criaram as ONGs”, do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial, cujos parágrafos iniciais transcrevemos abaixo:

Uma das armas mais eficientes desenvolvidas nas últimas décadas pelo Império Britânico contra os Estados nacionais são as chamadas organizações não-governamentais (ONGs), que contam com a égide da Organização das Nações Unidas (ONU). Sob o pretexto de defender os “direitos humanos”, proteger o “meio ambiente” ou organizar “ajuda humanitária”, muitas ONGs constituem instrumentos políticos para desacreditar e subverter estados, fomentar guerras civis, golpes “democráticos” e revoluções.

A Fundação da Comunidade Britânica (Commonwealth Foundation), que cunhou a expressão “ONGs” nos anos 60, define as ONGs como “organizações voluntárias, independentes, sem ânimo de lucro”, que buscam “melhorar as circunstâncias e possibilidades das pessoas desprotegidas” e “atuar em interesses e temas que são prejudiciais à sociedade em geral”. A fundação foi criada em 1966, para ajudar a agenciar a presumida transição do Império Britânico para a Comunidade Britânica.

Segundo a fundação, as ONGs são um fenômeno recente, embora, na realidade, seja toda uma rede cuja origem remonta há bastante tempo e abarca desde as fundações privadas da aristocracia britânica até uma multiplicidade de seus rebentos, organizações monotemáticas com as quais a expressão é geralmente identificada. Esta rede, que promove e derruba políticos, manipula a opinião pública, cria movimentos religiosos, urde revoltas e assassina chefes de Estado, é, em muitos sentidos, tão poderosa quanto os organismos de governo cujo poder deriva diretamente da Coroa britânica. Atualmente, segundo a Fundação da Comunidade Britânica, existem mais de 50.000 ONGs apenas na Grã-Bretanha, as quais manejam um orçamento combinado em torno de 30 bilhões de dólares anuais. Entre elas, há um grupo de elite de umas poucas centenas, controladas diretamente pelas famílias ligadas ao poder, que determinam o rumo seguido pelas demais.

Como dissemos na nota anterior, não são poucas as ONGs amplamente financiadas pela rede de fundações e instituições governamentais do Establishment que têm por missão conduzir verdadeiras operações de guerra irregular moderna – ou guerra de quarta geração – em países como o Brasil.


Fuente: Alerta em Rede.

 




 

 

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