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Asunto:NoticiasdelCeHu 1759/04 - "Parte da esquerda brasileira adere ao modelo neolibera" l
Fecha:Sabado, 6 de Noviembre, 2004  13:34:50 (-0300)
Autor:Centro Humboldt <humboldt @...............ar>

NCeHu 1759/04

 
Extraído de la ListaGeografía/brasil(andre Gardini), 6 de noveimbre de 2004
 
Parte da esquerda brasileira adere ao modelo neoliberal, diz pesquisador


Após a queda do muro de Berlim, em 1989, a esquerda mundial caiu numa posição de recuo, paralelamente à hegemonia capitalista norte-americana que se afirmava. No Brasil, durante a década de 1990, foi implantado um modelo neoliberal, caracterizado pela menor participação do Estado na economia e pelas privatizações. Nesse contexto, as correntes trotskistas da esquerda brasileira tomaram posicionamentos diversos diante da conjuntura nacional. Esse foi o foco do trabalho do cientista político Andriei Gutierrez, na sua dissertação de mestrado
 
"O trotskismo e o capitalismo neoliberal no Brasil:Democracia Socialista, PSTU e O Trabalho"
 
- Uma análise das campanhas eleitorais de 1998 e 2002, que será defendida no dia 08 de novembro, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp.

No trabalho, foram estudadas as correntes trotskistas internas ao Partido dos Trabalhadores (PT) - a Democracia Socialista e O Trabalho - e o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), que é trotskista. O trotskismo é uma linha teórica baseada nos escritos de Leon Trotsky, um dos líderes da revolução de russa de 1917 e, posteriormente, principal opositor, no campo do socialismo, ao regime político e à teoria desenvolvida por Josef Stálin, na extinta União Soviética.

A pesquisa foi feita a partir de materiais primários produzidos pelas organizações (como jornais, boletins, revistas), por entrevistas com as direções e por uma pesquisa teórica sobre a tradição teórica trotskista e as suas interpretações. Criticando o reduzido tempo para a realização de
uma pesquisa de mestrado, Gutierrez explicou que não foi possível abarcar em suas análises toda a década de 90, por isso concentrou-se em dois momentos principais: as campanhas eleitorais de 1998 e 2002.

De acordo com o pesquisador, aquele que era o principal partido dos trabalhadores, o PT, passou gradualmente a abrandar seu programa desde as eleições de 1989 e incorporou elementos do discurso neoliberal. Por sua vez, adotando um posicionamento mais à esquerda, o PSTU, que surgiu na conjuntura de implantação do neoliberalismo no país, manteve uma posição de forte oposição ao modelo neoliberal.

Para Gutierrez, na última eleição o PT já sinalizava uma postura social-democrata mais próxima da Terceira Via, caminhando ao centro. A Terceira Via, que teve como um de seus representantes o atual primeiro-ministro inglês Tony Blair, propunha um caminho político-econômico alternativo ao Comunismo e ao Capitalismo e acabou desembocando no que conhecemos como neoliberalismo. "Já nas eleições de 2002, o PT adotava um programa evidentemente social-liberal: procurava tranqüilizar o capital financeiro especulativo e anunciava a adoção de medidas paliativas focalizadas, a exemplo do Fome-Zero", lembra.

Para o pesquisador, enquanto FHC procurava cobrir o déficit na balança de pagamentos por meio de corte de gastos em investimentos públicos e de empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) - política que marcou o seu segundo mandato, em contraste com as privatizações do primeiro - Lula passou a depender do comércio exterior beneficiando setores da burguesia nacional anteriormente "marginalizados". No equilíbrio da política econômica de Lula, o agronegócio, assim como os setores industriais de baixo valor agregado, assumem um papel importante, já que atraem dólares para o Brasil e diminuem o déficit da balança de pagamentos. "Contudo, vale ressaltar que a inclusão desses setores não implica a mudança do caráter de classe do governo Lula. Assim como FHC, o atual governo continua sendo um governo para banqueiros", ressalta.


Mudanças entre os trotskistas

Com a vitória de Lula e a continuidade do modelo neoliberal, surgiram algumas repercussões na esquerda trotskista do Brasil. A Democracia Socialista aproximou-se de setores da igreja progressista e passou a adotar um programa político mais ao centro; a corrente petista O Trabalho continuou dentro do PT, procurando manter o seu programa reivindicativo frente a uma constante guinada do PT à direita.

A expulsão da senadora Heloísa Helena do partido, que militava na corrente Democracia Socialista, e a proposta de criação do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), resultaram em um racha na Democracia Socialista. Alguns de seus dirigentes e militantes romperam com o PT e participam da criação do PSOL, outros continuam no partido e participam do governo Lula, como o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto.

Para o pesquisador, a corrente O Trabalho está em uma situação desconfortável, já que não tem forças para romper com o PT - o que implicaria a sua dissolução - e é membro de um partido que vai contra oseu programa. "O Trabalho ainda acredita que o governo Lula estaria em disputa, podendo, em algum momento, dar uma guinada à esquerda", afirma Gutierrez. Já o PSTU continua mantendo um papel importante de crítica ao neoliberalismo. "O partido é um forte crítico do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Mas está em uma posição de isolamento, resultado de
sua posição crítica", conclui o pesquisador.



 

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