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Asunto:NoticiasdelCeHu 1655/04 - ¿Transgénicos o algo más? . Capítulo B rasil
Fecha:Sabado, 16 de Octubre, 2004  13:07:25 (-0300)
Autor:Centro Humboldt <humboldt @...............ar>

 
NCeHu 1655/04

 
Autorizan el cultivo transgénico

Soja polémica en Brasil


RIO DE JANEIRO (AFP).- Pese a las reticencias de la ministra del Medio Ambiente, Marina Silva, y de las organizaciones de consumidores brasileñas, el presidente Luiz Inacio Lula da Silva autorizó por tercer año consecutivo el cultivo y comercialización de soja transgénica, a la espera de una ley definitiva sobre los organismos genéticamente modificados (OGM) en Brasil.

"Lo provisional está haciéndose definitivo. Estamos ante la ley del hecho consumado y los transgénicos se extienden en un país que es el primer exportador mundial de soja convencional", dijo ayer Gabriel Fernandes, vocero de una red de movimientos por un Brasil libre de transgénicos.

Según Fernandes, "el presidente Lula cedió al lobby del agronegocio en detrimento del Ministerio de Medio Ambiente y pese a sus compromisos internacionales, ya que Brasil es signatario de la Convención de la Biodiversidad".

Greenpeace calificó de absurdo el decreto firmado anteayer por Lula, cuyo Partido de los Trabajadores (PT-izquierda) se ha opuesto siempre a la liberación de los OGM.

En febrero pasado, la Cámara de Diputados aprobó un proyecto de ley de bioseguridad en concordancia sobre todo con las orientaciones de la ministra Silva, y los representantes de la sociedad civil. Pero el proyecto fue modificado el 6 del actual en el Senado y deberá ser votado nuevamente por los diputados en noviembre, quienes tendrán que aprobar integralmente el proyecto o rechazarlo en bloque, sin tener derecho a modificarlo.


Fuente: diario La Nación, de Buenos Aires; 15 de octubre de 2004.


 
Monsanto controla governo Lula


Laerte Braga

A assessoria de imprensa da empresa anunciou que vai cobrar o dobro em royalties aos produtores de soja transgênica. Alega que no ano passado deu um desconto de 50% no seu custo e que o aumento já estava acordado.

Um alto funcionário do Ministério da Agricultura, José Neumar Francelino, coordenador de mudas e sementes, corroborou as razões da empresa: “é preciso pagar pela tecnologia disponível”.

A Monsanto controla o governo Lula através de Roberto Rodrigues, ministro da Agricultura, latifundiário, uma espécie de representante da empresa no governo. Já anunciou, reiteradas vezes, que o plantio de sementes modificadas geneticamente vai ser feito e não foram poucas as oportunidades em que falou na Medida Provisória permitindo esse plantio.

Está confirmada uma das denúncias mais sérias já feitas sobre essa questão: o plantio de soja transgênica coloca a agricultura brasileira em mãos de companhias estrangeiras. A Monsanto, detentora das patentes no setor é a nova proprietária da extensão fabulosa de terras no Brasil que investe em transgênicos.

A reação dos latifundiários gaúchos não vai modificar o quadro. Só têm força quando se trata de contratar pistoleiros para matar trabalhadores rurais sem terra. Junto à Monsanto são meros agentes de um negócio milionário e que fere de morte a agricultura e a soberania nacionais.

Lula nessa história continua sendo o sujeito que acha que vai mudar a história da humanidade. Alheio à realidade, convicto que vai de fato levar o País à terra prometida, vai se transformando num blefe sem tamanho. Um equívoco que joga por terra anos e anos de luta e compromete todo o movimento popular brasileiro.

Roberto Rodrigues manda, desmanda e não esconde isso de ninguém. A vários produtores já disse que podem plantar sem medo. Ele garante.

O que faz a ministra Marina da Silva no Ministério do Meio Ambiente ninguém sabe. Lula, aliás, chamou a ministra para dizer que vai autorizar o plantio de sementes geneticamente modificadas até 2006.

Se fica joga por terra sua história. Se renuncia ou já renunciou tem o dever de mostrar aos brasileiros o enredo cruel e corrupto que cerca os negócios da Monsanto no governo.

Um levantamento superficial sobre o governo Lula revela que a capitulação do presidente é absoluta. Em todos as áreas.

A política econômica atende aos princípios do FMI e do Banco Mundial. A chamada agenda de reformas não é diferente. Já nos primeiros momentos se manifestou clara e determinada com a reforma da previdência.

A indicação de um latifundiário ligado à UDR (União Democrática Ruralista) para o Ministério da Agricultura pode ser tudo menos um ato de inocência. Foi escolha deliberada do grupo que monitora o presidente.

“O principal para a direita, os adereços para a esquerda”, como afirmou César Benjamin, antes mesmo da posse do “messias”.

A opção pela política de varejo no troca troca do Congresso Nacional, verbas por votos, teve um momento culminante quando a bancada ruralistas (latifundiários), votou a favor do salário mínimo de 260 reais na Câmara e obteve em troca dois bons negócios: banho maria para o projeto que desapropria terras onde seja encontrado trabalho escravo para fins de reforma agrária e a garantia que a Monsanto iria assumir, como de fato está assumindo, o controle da agricultura no Brasil.

Debate popular, o que Lula dizia seria a característica de seu governo, inexiste. Os grandes temas passam ao largo e são resolvidos em pequenos grupos, ora sob controle do pessoal da área econômica, Palocci, Meireles, ora sob controle de Luís Fernando Furlan e Roberto Rodrigues, ora nas tricas e futricas do ministro chefe do Gabinete Civil, José Dirceu. Uma espécie de leão sem dentes. Pensa que manda, que morde, mas desde o começo não tem feito outra coisa que não sentar em cima.

Não existem mais ilusões quanto ao governo Lula. Nem podem. Dentre outros proprietários do Estado brasileiro, bancos, corporações, etc, a Monsanto tem uma fatia expressiva.


Fuente: www.rebelión.org , 15 de octubre de 2004.