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Asunto:NoticiasdelCeHu 528/04 - Mato Grosso perde florestas tropicais
Fecha:Sabado, 10 de Abril, 2004  01:16:44 (-0300)
Autor:Humboldt <humboldt @............ar>

NCeHu 528/04
 
 
 
 
Mato Grosso perde florestas tropicais  
 
 
 
 
                Mato Grosso perde 18,58 mil km2 de cerrado e de florestas tropicais   
 
               O desmatamento no Estado de Mato Grosso aumentou 133%, no período de maio de 2002 a maio de 2003, em comparação com o ano anterior, de acordo com a Fema (Fundação Estadual do Meio Ambiente)

            As fotos de satélite mostraram que 18,58 mil km2 de cerrado e de floresta amazônica foram desmatados. No período entre 2001 e 2002, a devastação havia sido de 7,95 mil km2.

            Dos 18,58 mil km2, apenas 5,55 mil km2 correspondem a derrubadas autorizadas pelos órgãos ambientais. O restante foi desmatado ilegalmente. Não há especificação do percentual de áreas da Amazônia e de cerrado.

            O fato surpreende pelo fato de o Estado ter sido pioneiro na monitoração de desmatamento por satélite. A preservação ambiental também foi uma das bandeiras de campanha do atual governador do Estado, o sojicultor Blairo Maggi (PPS). Sua assessoria de imprensa informou que ele não comentaria os resultados ontem.

         
  
Crítica a Brasília

            O presidente da Fema e secretário especial do Meio Ambiente, Moacir Pires de Miranda, disse que estão sendo adotadas várias medidas de combate ao desmatamento, como programas de preservação das matas ciliares e de educação ambiental. Ele criticou o que considera ser falta de uma política federal.

            'O que existe hoje é uma medida provisória que estabelece como área de preservação 80%, no caso da Amazônia, ou 35% do cerrado. Como isso não é lei, os proprietários ficam na expectativa de que seja derrubado. Quem comprou propriedade antes da MP podia explorar 50% da terra, isso é um direito adquirido, pode desvalorizar o terreno', disse.

            O presidente da Fema também afirma que, nos anos anteriores, os dados de desmatamento haviam sido superiores aos do biênio passado. Entre 94 e 95, o total desmatado foi de 30,12 mil km2 e, entre 96 e 97, de 25,36 mil km2.

            'O que aconteceu é que no ano passado passávamos por um período pós-eleitoral. As pessoas não sabiam muito bem a definição política que haveria, e o Brasil estava em ritmo de crescimento. O Mato Grosso é o maior produtor de grãos, tem grande participação na pecuária e no cultivo de algodão, por exemplo.'

            O município de Paranatinga lidera o ranking de área desmatada (3,04% do território), seguido por Tabapoã, Nova Ubiratã, Vila Rica e Colniza. Segundo Miranda, a fiscalização está sendo intensificada.

           
 
 
Adriana Chaves

            (Folha de SP, 7/4)