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Asunto:NoticiasdelCeHu 151/04 - Brasil, la soja y la UE
Fecha:Domingo, 8 de Febrero, 2004  21:57:37 (-0300)
Autor:Humboldt <humboldt @............ar>

 
 
NCeHu 151/04
 
 
                                 NRCeHu: Puede consultarse al respecto la nota de Analía Testa en diario La Nación (Arg), del 7 de febrero de 2004, sección Economía&Negocios, p.4,  "Proyecto para prohibir la importación de soja argentina. Iniciativa de un legislador norteamericano. Sería por el temor a que ingrese la roya en los EEUU" .
 
 

 
Nova regra na Europa será barreira para soja transgênica brasileira 

 
                                                                                                                                                                            Carolina Cimenti
                                                                                                                                   de Bruxelas


Uma nova regra de proteção ao consumidor europeu, que exigirá que todo produto transgênico seja claramente identificado a partir de abril, deverá ser a maior barreira à entrada da soja transgênica brasileira na União Européia (UE).
A importação de transgênicos, embora controlada, não é proibida legalmente pelo bloco.

Por outro lado, a aceitação de produtos transgênicos pelo consumidor europeu é pequena.

De acordo com a mais recente pesquisa sobre o assunto, realizada pelo Instituto Eurobarometre, 76% dos europeus se negam ou evitam comprar produtos que contenham Organismos Geneticamente Modificados (OGMs).

Safra transgênica

Isso prejudicaria a entrada da soja brasileira geneticamente modificada, que continuará a ser plantada no Brasil graças ao acordo anunciado pelo governo, que libera mais uma safra de soja transgênica no país.

"A Comissão Européia tem como prioridade dar ao consumidor europeu o direito de escolha. Até hoje, estamos comendo transgênicos sem saber. A partir de abril, porém, o consumidor poderá escolher. Então o mercado vai se

reorganizar e a Comissão vai autorizar as importações de acordo com o que o consumidor buscar", disse à BBC Brasil Arancha González, porta-voz do comissário europeu para o Comércio Exterior, Pascal Lamy.

O especialista em plantas oleaginosas do Comitê de Organizações Profissionais Agrícolas da UE (COPA), Dimitri Barrua, acrescentou que "exportar soja transgênica para o bloco é possível legalmente, mas menos possível
praticamente, pois os próprios importadores temem não conseguir vendê-la no mercado interno".

O Brasil é o maior fornecedor de soja para o mercado europeu, junto com os Estados Unidos e a Argentina. O país leva vantagem no setor porque até recentemente produzia somente soja não transgênica, ao contrário dos seus concorrentes.

"Se o país quiser passar a vender um produto transgênico para a União Européia, ele terá que ser analisado por especialistas ligados à Comissão. Este processo leva, no mínimo, nove meses. Durante esse período, não há comercialização do
produto. Só após todos os testes encerrados", afirmou Gonzalez.

Para o embaixador brasileiro nas comunidades européias, José Alfredo Graça Lima, o Brasil não perderá mercados com o plantio da soja transgênica.

"Ultimamente, nós diversificamos bastante no setor. Antes, praticamente só exportávamos soja para a UE. Agora estamos vendendo muito para a China também.
Isso acaba nos protegendo", disse Graça Lima à BBC Brasil.

Maior importador

A UE é o maior importador mundial do setor, com 35 milhões de toneladas por
ano. A China vem em segundo lugar, com 15 milhões.

Ao contrário do Brasil, a China vem reduzindo o seu território de plantação transgênica e ampliando a produção de soja orgânica, segundo dados do Greenpeace International.

"A China está de olho no mercado internacional, que vem valorizando cada vez mais os produtos livres de OGMs", diz o conselheiro político do Greenpeace Europa, Eric Gall.

O estudo anual sobre o setor, do ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia), inclui pela primeira vez o Brasil na sua lista de países que cultivam OGMs.

Segundo o documento, o país já é o quarto produtor mundial de transgênicos, com cerca de três milhões de hectares cultivados com soja geneticamente modificada.

Os Estados Unidos continuam liderando o ranking, com 42,8 milhões de hectares cultivados com transgênicos, seguidos pela Argentina (13,9 milhões de hectares), Canadá (4,4 milhões de hectares) e China (2,8 milhões de hectares).

Segundo o relatório, em 2003 a área global cultivada com lavouras geneticamente modificadas aumentou 15%, passando de 58,7 milhões de hectares para 67,7 milhões de hectares.

Fonte: matéria retransmitida pelo Eng. Florestal Glauber Pinheiro, Presidente da Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de janeiro.
 
                                                                                                  Data: 7/2/04