Inicio > Mis eListas > humboldt > Mensajes

 Índice de Mensajes 
 Mensajes 2121 al 2140 
AsuntoAutor
1007/03 - Programa Humboldt
1010/03 - VIDEODEB Humboldt
1009/03 - PROGRAMA Humboldt
1008/03 - I SIMPÓS Humboldt
1006/03 - DON ALFR Humboldt
1011/03 - CALL FOR Humboldt
1012/03 - SEMINARI Humboldt
1016/03 - RECORDAT Humboldt
una invitación geo geoart
1013/03 - NUEVA CA Humboldt
1014/03 - FICHAS D Humboldt
1015/03 - ESTUDIAN Humboldt
1017/03 - Publicac Humboldt
AMAZONIA: una pers VDC
Hurricane Isabel.h Monica C
1018/03 - SEMINARI Humboldt
1019/03 - LAS PRIV Humboldt
1020/03 - INFORMAC Humboldt
1021/03 - PROGRAMA Humboldt
Pirineo Miguel A
 << 20 ant. | 20 sig. >>
 
Noticias del Cehu
Página principal    Mensajes | Enviar Mensaje | Ficheros | Datos | Encuestas | Eventos | Mis Preferencias

Mostrando mensaje 2315     < Anterior | Siguiente >
Responder a este mensaje
Asunto:NoticiasdelCeHu 1008/03 - I SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA DA SAÚDE
Fecha:Sabado, 13 de Septiembre, 2003  22:52:10 (-0300)
Autor:Humboldt <humboldt @............ar>

Glaciar

NCeHu 1008/03
 

I SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA DA SAÚDE

Primera Reunión Latinoamericana de Geografía de la Salud

De 03 a 05 de dezembro de 2003

Presidente Prudente – SP

 

Promoção:

ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRAFOS BRASILEIROS

Pós-graduação em Geografia da UNESP de Presidente Prudente

 

Coordenação Geral:

Prof. Dr. Raul Borges Guimarães

Profa. Dra. Luisa Rojas

 

Comissão Científica

Prof. Dr. Christovam Barcellos

Profa. Dra. Encarnita Salas Martin

Prof. Dr. Francisco Mendonça

Prof. Dr. João Lima Santanna Neto

Profa. Dra. Luisa Rojas

Prof. Dr. Raul Borges Guimarães

 

Comissão Organizadora Local

Profa. Dra. Encarnita Salas Martin

Prof. Dr. João Lima Santanna Neto

Prof. Ms. Sérgio Braz Magaldi

Prof. Dr. Raul Borges Guimarães

Ademilson Damasceno

Alessandra Leite Nunes

Camila Grosso de Souza

Débora Maurício Silva

Eduardo Augusto Werneck

Elaine Regina Branco

Reginaldo Pereira de Oliveira

 

 

 

 

TEMA

GEOGRAFIA DA SAÚDE – TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS

 

         As contribuições brasileiras no campo da Geografia Médica tiveram a sua origem no higienismo e na proximidade cultural do país com a França, num período de intensas mudanças marcadas pelo fim da escravidão e do Império. Limitavam-se ao estudo da distribuição geográfica de certas doenças transmissíveis e de seus vetores, principalmente a febre amarela. A partir do final do século XIX, a reforma sanitária se impôs nas cidades brasileiras, constituindo-se em experiências urbanísticas que visavam o controle das epidemias. Médicos e engenheiros sanitaristas, que se colocaram à frente na tarefa de sanear o espaço urbano, conferiram enorme prestígio aos estudos geográficos, que consolidaram-se como um dos principais discursos ideológicos de parcelas significativas da elite intelectual brasileira. Doenças intimamente relacionadas às condições de vida e de trabalho - como a tuberculose, a sífilis e a lepra - passaram à margem da discussão da Geografia Médica Brasileira.

         O ressurgimento, no mundo atual, de doenças banidas há um século do nosso meio social - como o cólera, a febre amarela e a dengue - já amplamente disseminados no ambiente urbano, acrescido da emergência das doenças crônico-degenerativas, da violência e da AIDS, impõem novos desafios. É preciso que avancemos na compreensão de um conceito totalmente novo de saúde que combata não apenas a violência, a desnutrição e a tuberculose, mas que também promova a vida dos cidadãos. A análise espacial do sistema de distribuição da atenção médica, a questão do acesso aos serviços e de seu consumo, a busca de indicadores capazes de discernir a respeito dos níveis de saúde da população urbana e rural, o estudo do processo de expansão da rede de serviços, são temáticas sobre as quais a Geografia deve acumular crescente produção científica. Afinal, como analisar a situação de saúde do mundo atual, analisando-se as condições históricas para que a política de saúde nacional responda de fato ao processo de viver e morrer dos cidadãos brasileiros? Eis a questão central que nos propomos a debater com a realização do I Simpósio Nacional de Geografia da Saúde.

         Com o apoio da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP, a proposição de tal evento situa-se num esforço mais amplo da Associação dos Geógrafos Brasileiros e do Programa de Pós-graduação em Geografia da UNESP de Presidente Prudente para o desenvolvimento da Geografia da Saúde no país. Espera-se que a Geografia Brasileira tenha a oportunidade de ampliar e mudar qualitativamente a sua inserção no debate e na intervenção no campo da saúde.

 

OBJETIVOS

1.      Identificar e analisar as ações investigativas, congregando os pesquisadores que estudam a temática da saúde, tanto em instituições universitárias como em instâncias do setor saúde.

2.      Propor atividades concretas para criar a articulação permanente entre os interessados no tema.

3.      Avaliar a contribuição da Geografia Brasileira em saúde, situando-a no contexto da produção latinoamericana.

 

 

 

ESTRUTURA. Programa preliminar

Período/Dia

03/12

04/12

05/12

Manhã

·        Credenciamento

·        Conferência de Abertura: Profa. Dra. Luiza Rojas

(Universidade de Havana)

·   Mesa-redonda 1:

Espaço Geográfico e Estudos Epidemiológicos

 

Prof. Dr. Paulo Sabroza

(Escola Nacional de Saúde Pública)

 

Prof. Dr. José da Rocha Carvalheiro

(Instituto de Saúde de São Paulo)

 

Prof. Dra. Susana Curto de Casas. Universidad de Buenos Aires. Argentina

 

·   Mesa-redonda 2:

Geografia e Política de Saúde

 

 

Prof. Dr. Raul Borges Guimarães

(Universidade Estadual Paulista)

 

Prof. Dr. Jan Bitoun

(Universidade Federal de Pernambuco)

 

Profa. Dra. Márcia Westphal

(Faculdade de Saúde Pública de São Paulo)

·        Mesa-redonda 3:

Saúde e análise ambiental

 

Prof. Dr. João Lima Sant’Anna Neto

(Universidade Estadual Paulista)

 

Prof. Dr. Francisco Mendonça

(Universidade Federal do Paraná)

 

Profa. Dra. Helena Ribeiro

(Faculdade de Saúde Pública de São Paulo)

Prof. Dr. Jorge Pickenhan. Universidad de San Juan. Argentina

 

 

 

 

·        Mesa-redonda 4:

Saúde e Sistemas de Informação Geográfica

 

Prof. Dr. Christovam Barcellos

(Fiocruz)

 

Profa. Dra. Sibele Ferreira

(Universidade Federal de Minas Gerais)

 

Prof. Dr. José Miguel Klarián  ( Universidad Tecnológica Santiago de Chile)

Prof. Msc. Miguel González. Universidad de Guadalajara. México

 

Tarde

 

Das 14 às 17 horas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Das 17 às 18:30 horas

·        Apertura de la  Primera Reunión Latinoamericana de Geografía de la Salud:

Los rumbos de la   investigación y la  docencia geográfica en salud – Experiencias en países latinoamericanos.

Presentación de los informes sobre la  situación de Argentina,  Chile y Brasil

 

·        Painéis e

comunicações orais

·        Presentación de los informes sobre la  situación de México, Puerto Rico y Cuba.

 

 

 

 

·        Debates y acuerdos

 

 

 

 

 

 

·        Painéis e

comunicações orais

·        Plenária Final

 

INSTRUÇÕES PARA O ENVIO ON-LINE DO RESUMO DE TRABALHOS 

Os resumos devem ser enviados on line através do site do Simpósio. Os autores devem seguir as normas do envio de resumos, criando um arquivo de extensão “PDF” contendo: cabeçalho do resumo, o resumo propriamente dito e o rodapé do resumo. Depois de criado o arquivo, o mesmo deve ser anexado no campo de resumo, contido no formulário de inscrição on line, para a participação no evento. Os resumos devem ser digitados no editor de textos Word for Windows, versão 6.0 ou superior,  utilizando a fonte (tipo de letra) Arial, corpo (tamanho) 11, papel A4, com 2,5 (dois e meio) cm de margens esquerda e direita, 3,0 (três) cm de margens superior e inferior; espaço 1,5. O  texto do resumo propriamente dito (sem incluir o cabeçalho e o rodapé), nestas configurações, deverá ocupar o máximo de 25 linhas para o painel e no mínimo 50 linhas para o resumo.

         O Cabeçalho do Resumo: o título do trabalho deverá ser digitado em letras maiúsculas e em negrito; nomes científicos devem ser digitados em itálico/negrito no título e apenas em itálico no texto do resumo (somente a primeira letra do primeiro nome científico em maiúsculo), não devem constar nomes de autoridades; após o título, digitar o(s) nome(s) do(s) autor(es) por extenso e sua(s) instituição(ões).

 

iniguezrojas@yahoo.com