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Asunto:NoticiasdelCeHu 269/18 - O FORTALECIMENTO DA ROTA TECNOLOGICA: O CASO DA ILHA DE SC
Fecha:Jueves, 20 de Septiembre, 2018  23:06:49 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 269/18
 

 

                                                                                                                                                                                                                                         III Congreso de Geografía Económica

Mar del Plata - 13 al 15 de junio de 2018

 

 


 

O FORTALECIMENTO DA ROTA TECNOLOGICA: O CASO DA ILHA DE SC 

 

Giselli Ventura de Jesus

Pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais-LABEUR  

Universidade Federal de Santa Catarina

Campus Reitor João David Ferreira Lima, s/n - Trindade, Florianópolis- SC- Brasil, 88040-900

 

José Messias Bastos

Professor da Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC

Universidade Federal de Santa Catarina

Campus Reitor João David Ferreira Lima, s/n - Trindade, Florianópolis- SC- Brasil, 88040-900

_____________________________________________________________________

Resumo

O presente trabalho objetiva analisar o processo de ocupação da porção Norte da Ilha de Florianópolis (SC), com destaque para o período que sucede a constituição da rodovia SC-401. Na década de 1970 tem início “uma sequência de construções de novas sedes de diversos edifícios públicos [...] nos bairros situados na área de influência” (SUGAI, 2015, p.125) ao longo da rodovia. O crescimento da cidade que há anos se concentrava na área central começa a se pulverizar, sobretudo com os investimentos das décadas de 1990 e 2000, consideradas por CAMPOS (2010) como fases de “explosões imobiliárias”. A SC-401 é hoje o grande fio condutor do crescimento econômico de Florianópolis, estabelecendo um novo corredor econômico com indústrias de alta tecnologia, comércios e serviços. Muitos dos investimentos imobiliários, governamentais ou privados, que se localizam no Norte da Ilha são decorrentes do estímulo desses setores econômicos. Para explicar esse dinamismo buscou-se não apenas coletar dados em órgãos públicos como também informações empíricas através de entrevistas com trabalhadores, moradores e empresários localizados no Norte da Ilha, em particular ao longo da SC-401.

 

Palavras-chave: empresa de tecnologia, Rodovia SC-401, Norte da Ilha.

 

 

 

            A década de 1970, diante das políticas Nacionais desenvolvimentistas teve inicio a construção de grandes estradas em todo o território brasileiro. Em Santa Catarina a construção da BR-101 vai “exerce(r) grande influência no plano urbano de Florianópolis. Os seus acessos constituíram artérias” (PELUSO JR, 1991, p.321), facilitando o trânsito no litoral.

            Em Florianópolis a SC-401 e SC-404, na década de 1970, representaram os marcos iniciais desta intensão. “A Via de Contorno Norte-Ilha, no final dos anos 70, viabilizou este propósito, gerando acessibilidade e constituindo-se no eixo estruturador e de interligação dos principais bairros onde as elites localizaram e pretenderam expandir suas áreas residenciais e de veraneios” (SUGAI, 1994, p.217).

            A SC- 401 vai ter um papel importante não apenas a partir da década de 1970 como também atualmente no processo de expansão no sentido Oeste (Centro de Florianópolis) para o Norte.

No atual Plano Diretor, ainda a ser aprovado, fica explicito: “Cabe ainda destacar que a proposta é que as regiões Norte e Oeste de Florianópolis cresçam mais do que as regiões Leste e Sul”[1].  

            A SC-401 atualmente é chamada por muitos de o “novo corredor econômico”, “rodovia da inovação”, ou mesmo “novo corredor do polo tecnológico”. O que se explica pelo aumento no número de empresas de tecnologias que estão indo, e se instalando ao longo dessa via, assim como outros setores comerciais, até mesmo o centro Administrativo do Estado de Santa Catarina.

            Esse aumento é justificado por muitos comerciantes como uma alternativa hoje mais viável, já que o centro de Florianópolis tem hoje o m² mais caro, além da questão da falta de mobilidade urbana como também a dificuldade de estacionamento. Apontam ainda que a SC- 401 facilita o acesso por ser uma via duplicada, e por estar próxima ao centro.

            Por sua vez a procura por um ponto ou sala comercial ao longo da SC-401 fez com que ocorresse em 2002 uma valorização de 2.000%, conforme reportagem do Diário Catarinense de 16/02/2013. “Se, em 2002, o metro quadrado de um terreno custava R$ 70, em 2007 passou a valer até R$ 600 e hoje, está por até R$ 1,5 mil”.

            Ao entrevistar vários estabelecimentos, os que responderam: Quanto você paga de aluguel por mês? Percebe-se que pode variar de 800 reais por mês, no caso de uma borracharia, até 40 mil por mês em prédios com estruturas para receber empresas do setor tecnológico. Tendência que vem acompanhando essa valorização do m² na rodovia.

            A construção de grandes empreendimentos como salas comerciais aumenta a cada dia. A SC- 401 hoje tem vários prédios ao longo de sua via, sendo o  ParqTec Alfa (próximo a entrada do João Paulo) o primeiro “Polo Tecnológico de Florianópolis, que  conquista seu primeiro parque tecnológico em 1993” (XAVIER, 2010,  p.105). Mais recentemente surgiu o Techno Tower (Os mesmo proprietários do “Casa e Desing Shopping” também na SC-401);  o grande empreendimento do momento feito pela Construtora CFL[2], Square Corporate,  no trevo de Cacupé. O Corporate Park na entrada de Santo Antônio de Lisboa é outro empreendimento com varias salas comercial já construído. Fora outros que estão em obras ao longo da SC-401. A própria ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia) esse ano levou sua sede também para a SC-401. Assim como o SEBRAE que vem fazendo parecerias em cursos e palestras nesta área do setor tecnológico. Aos poucos muitas empresas ligadas a esse setor estão indo nessa direção e se estabelecendo nesse novo corredor econômico.

            Próximo a Canasvieiras no final da SC-401, o Sapiens Parque é outro polo de atração, com 4 milhões e meio de m² o maior espaço destinado a esse setor, que tem como objetivo implantar e desenvolver um parque tecnológico e de inovação, ou seja, um Centro de Empresarial de Sedes de Empresas de Tecnologias. Investimentos como a arena multiusos e a ida de grandes empresas como a SOFTPLAN são uma das grandes apostas para fazer do parque uma referencia no setor de tecnologia.

            Mais recentemente a ACATE[3] anunciou que foi aprovado pelo BNDES um investimento de 10 milhões de reais para um novo prédio no Sapiens Parque, tendo como objetivo ser sede de 10 empresas.

            Segundo entrevistas com pessoas do setor tecnológico[4], atualmente existe cerca de 600 empresas de tecnologia em Santa Catarina, tendo a grande Florianópolis 400, dentre estas estima-se que 250 delas estariam no Norte da Ilha[5].

Essas empresas de tecnologia vêm desenvolvendo um papel importante em Florianópolis, não apenas por trazer uma boa participação da arrecadação de ISS (Imposto sobre serviço), onde no ano de 2007 foi o terceiro maior[6], perdendo apenas para o setor de “serviço” e de “intermediação financeira”, cujo “valor aproximou-se de 10 milhões em 2008” (XAVIER, 2010, p.27). Florianópolis é um dos três principais polos tecnológicos de Santa Catarina, assim como Blumenau e Joinville. Juntos eles somam “50,3% das empresas e 59,6% dos empregos do setor. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina, relativos a 2007, o setor de tecnologia representa 6,2% do valor adicionado fiscal do estado” (SEBRAE, 2010, p.09).

            Em entrevista com o diretor de inovação da Fundação CERTI[7], José Eduardo Fiates, ele descreve a relevância das empresas de tecnologia, que hoje participam de 20% do PIB de Florianópolis e 3% do PIB de Santa Catarina.

            Florianópolis é a região que mais emprega pessoas nesse setor da economia, conforme pesquisa do (SEBRAE, 2010). O fato de Florianópolis se destacar é atribuído a alguns fatores: o surgimento na década de 1960 de um curso de engenharia na Universidade Federal de Santa Catarina bem estruturado que deu suporte para implementar uma política voltada para esse setor na década de 1970. Os Cursos técnicos oferecidos pela Escola Técnica, hoje IFSC (Instituto Federal de Santa Catarina) foram também importante para formação de profissionais na área de TI (Tecnologia da Informação). Como também a participação dos laboratórios de algumas estatais como a CELESC e a ELETROSUL.

Historicamente o setor tecnológico ganha força com as políticas nacionais a partir da década de 70, através dos PNDs (Planos Nacionais de Desenvolvimento), as indústrias “eletrônica de base e a eletrônica digital seriam priorizadas para o desenvolvimento no país com vistas ao atendimento dos sistemas integrados de comunicação e informática” (VIEIRA, 1996, p.18).

Mas é nos anos de 1980 onde o setor de Florianópolis ganha novos estímulos, o prefeito Edison Andrino percebeu o potencial da indústria de tecnologia como “alternativa de desenvolvimento socioeconômico sustentável para a capital, tornando-se um dos apoiadores da criação do Polo Tecnológico. O governador do Estado, Esperidião Amim, compartilhou da mesma visão” (XAVIER, 2010, p.82).

Em 1980 o complexo industrial de informática é implantado na Trindade onde se instalaram a “Incubadora Empresarial Tecnológica e o Condomínio Industrial de Informática” (XAVIER, 2010, p.101). Mas só na década de 1990  ganha o Parque Tecnológico Alfa ao longo da SC-401. E em 2001 ocorre a celebração do acordo de cooperação entre a CERTI e o Governo do Estado de SC para o desenvolvimento do Sapiens Parque.

            Os incentivos nesse setor tecnológico é uma alternativa viável em Florianópolis por apresentar uma alta porcentagem de pessoas com nível superior e com pós graduação, conforme aponta um estudo divulgado na Revista Exame de novembro de 2014, feito pela Endeavor  (uma organização internacional) :  “O setor de tecnologia tornou-se o maior pagador de impostos ao município. Hoje, reúne 600 empresas que mantêm 6000 empregos e devem faturar 1,3 bilhões de reais este ano. “Tecnologia não é mais uma opção para Florianópolis”, diz o prefeito Cézar Souza Junior. “É uma necessidade” (Revista Exame, 26/11/2914, p.38 e 39).

Um estudo feito pelo SEBRAE em 2010 já dava indícios de bom faturamento do setor tecnológico, pois, além de apresentar os melhores salários,  entre os anos de 2005 e 2009, “o salto no faturamento do setor de tecnologia foi de 55%[8]. “A tecnologia possui alto valor agregado e que exige capacitação dos funcionários, o que eleva a faixa salarial, distribuindo melhor as riquezas entre a população”” (Jornal ND, 24/03/2012, p.02).

Outra vantagem do setor tecnológico é que precisa de pouco espaço para trabalhar, e com isso cresce o número de salas comerciais em Florianópolis motivando também o setor imobiliário, como uma forma de investimento frente a necessidade da economia local. Essas empresas são indústria de ideias, fabricas de produção sem chaminé, não precisam de estradas para levar o seu produto, basta uma boa conexão de internet para atingir o mundo e conquistar novos mercados.

            Se comparar o ranking do mercado mundial de TI (tecnologia da Informação)[9],  países que apresentam um alto desenvolvimento econômico e dos meios de produção, como a Alemanha, ficam atrás da Índia no setor da indústria de TI. E no caso brasileiro, essa mesma pesquisa desenvolvida pela IDC (International Data Corporation) em parceria com a entidade ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)[10] demonstra que o Brasil está em 7º lugar. Como isso seria possível?

Ao analisar essas mudanças do mercado econômico de Florianópolis cabe destacar uma passagem do livro “Os Centros Urbanos: a maior invenção da humanidade”, quando o autor fala do desenvolvimento da tecnologia da informação na Índia que: “ainda é pobre, mas está crescendo a ritmo febril, e Bangalore, a quinta maior cidade indiana [...] A riqueza de Bangalore não vem de sua força industrial (embora ainda produza muitos têxteis), mas de sua força como cidade de ideias (GLAESER, 2011, p.07)

As cidades estão despontando em toda a parte “têm sido os motores da inovação desde a época de Platão e Sócrates discutindo em um mercado ateniense. As ruas de Florença nos deram o Renascimento, e as ruas de Birmingham nos deram a Revolução Industrial” (GLAESER, 2011, p.03), elas concentram pessoas e trazem ideias, seduzem a muitos com a esperança de acender financeiramente. Esse movimento de êxodo do campo para a cidade vem ocorrendo ao longo da história das civilizações, e se acentuando, conforme vão evoluindo os meios de produção de uma sociedade.

Nesse mercado em o que conta é a criatividade e as grandes ideias, o Brasil se destaca dentro do mercado da América Latina na área de TI, ficando em primeiro lugar no ranking de investimento do setor, alcançando 46% do mercado que, em 2014 foi de US$ 128 Bilhões, segundo o mesmo Estudo do Mercado Brasileiro de Software e Serviços de 2015.

Já no cenário nacional, o mercado brasileiro de TI a região sul fica atrás apenas do sudeste[11]. Levando em consideração na analise os três setores do mercado da Tecnologia da Informação: Hardware, software e de Serviços. No caso, da grande Florianópolis esse setor ganha folego e importância na economia não só local, como estadual, por ser a região onde mais vai concentrar empresas em Santa Catarina.

Contudo, para dar certo esse setor, não vive só de boas ideias é essencial para as empresas de TI, a presença de pessoas qualificadas, a iniciativa por parte governamental através de financiamentos, assim como um ambiente onde possam fluir de forma saudável e propicia essas ideias, ou seja, as incubadoras como o Parque Alfa, existentes em Florianópolis desde a década de 1980, são um exemplo.

O setor de tecnologia não é muito diferente, a cada ano atrai mais pessoas para esses centros urbanos vitrine das grandes descobertas tecnológicas. E Florianópolis, além de ser uma cidade com belas praias, apresenta um dos maiores IDHM (índice de desenvolvimento Humano Municipal) entre as capitais brasileiras, segundo um estudo de 2014 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O que justifica o crescente aumento populacional que vem sofrendo toda a cidade.

Além de qualidade de vida, outros fatores também favoreceram o desenvolvimento do setor em Florianópolis como o fato de ter a maior concentração de instituições de qualificação do Estado: universidades (federais, estaduais, particulares), e de cursos técnicos (IFSC, SENAI, SENAC, SENAT,...). Esses projetos de qualificação são ofertados tanto a nível Nacional como estadual, assim como algumas políticas de incentivo municipal.

O PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) criado em 2011, no governo Dilma, através da Lei 11.513/2011, programa o qual teve como suporte os Institutos Federais, estes ampliados em todo o Brasil.

Em contrapartida, o governo estadual de Santa Catarina implanta no mesmo ano, 2011, o projeto “Geração TEC[12] em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e o Instituto Internacional de Inovação (i3), além das entidades de formação profissional e empresas do setor em Santa Catarina.

A prefeitura de Florianópolis mais recentemente lançou o projeto “Centro Sapiens”[13], localizado na parte Leste da Praça XV, o projeto de Lei ainda deve ser aprovado na Câmara de Vereadores, no qual pretende dar isenção do IPTU as Startups. O objetivo é revitalizar o centro histórico e tornar o local uma incubadora do setor tecnológico, dando espaço e oportunidades as pequenas empresas de tecnologia em Florianópolis.

Outras políticas no setor de tecnologia também acabaram auxiliando no desempenho desse setor no Brasil. No caso, de Florianópolis e mais especifico do Norte da Ilha o objetivo de muitos é formar ao longo da SC-401 o grande corretor tecnológico e econômico na área de TI. Muito ousam que será a “Vale do Silício da América do Sul”, conforme reportagem internacional de outubro de 2009 da BBC[14], e o Sapiens Parque o grande polo de atração da ciência e das ideias.

Uma corrida da especulação imobiliária ao longo da SC401 já é sentida, mas cabe ver se junto com o crescimento urbano os investimentos em infraestrutura também crescerão no mesmo ritmo.

 

 

REFERÊNCIA

ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software. Mercado Brasileiro de Software: panorama e tendências. 1ª ed. São Paulo: Associação Brasileira das Empresas de Software, 2015.

BASTOS, José Messias. Urbanização, comércio e pequena produção mercantil pesqueira na Ilha de Santa Catarina. In: SANTOS, Mauricio A. dos. Ensaios sobre Santa Catarina. Florianópolis: Ed Letras Contemporâneas, 2000.

CAMPOS, Nazareno José de. Terras Comunais na Ilha de Santa Catarina. Florianópolis: FCC Ed./Ed. Da UFSC, 1991.

GLAESER, Edward L. Os centros urbanos: a maior intervenção da humanidade: como as cidades nos tornam mais ricos, inteligentes, saudáveis e felizes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

LEAL, Ana L.; BARROS, Daniel. “Aqui Vale a Pena Empreender: Florianópolis é a melhor cidade do Brasil para a criação de empresas, segundo um estudo inédito sobre empreendedorismo, conheça suas vantagens e lições”. In: REVISTA EXAME. Edição 1078- Ano 48- Nº 22- 26/11/2014

PELUSO JR, Victor Antônio. Estudo de Geografia Urbana de Santa Catarina. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 1991.

SEBRAE/ SC. Santa Catarina em números: tecnologia- SEBRAE/ SC. Florianópolis: SEBRAE/ SC, 2010.

SUGAI, Maria Inês. As intervenções-viárias e as transformações do espaço urbano: a via de contorno Norte-Ilha. Dissertação apresentada à faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, 1994.

VIEIRA, Sheila. Indústria de Alta Tecnologia: reflexos da reserva de mercado e do neoliberalismo em Florianópolis. Florianópolis: Imprensa Universitária da UFSC, 1996.

XAVIER, Mário. Polo Tecnológico de Florianópolis: origem e desenvolvimento. Florianópolis: Insular, 2010.

JORNAIS:

Jornal Diário Catarinense (16/11/2008)

Jornal ND, 24/03/2012

SITES:

http://www.pmf.sc.gov.br/sites/planodiretor/?cms=a+importancia+do+novo+plano+diretor, acessado em maio de 2015.

https://www.acate.com.br/noticia/acate-apresenta-novo-programa-do-bndes-para-apoiar-inovacao-em-florianopolis, acessado em junho de 2012.

http://www.sc401.com.br/?gclid=CLjRptOj1sYCFYeRHwoduWIPVg, acessado em maio de 2015.

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2012/06/sc-401-na-capital-vira-polo-de-empresas-de-tecnologia-3794594.html , acessado julho de 2015.

http://geracaotec.sc.gov.br/, acessado em 15 de setembro de 2015.

http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina&noti=15238, acessado em 15 de setembro de 2015.

http://www.abessoftware.com.br/a-abes/apresentacao acessado em 15 de setembro de 2015.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/8284704.stm, acessado em novembro de 2014.

www.acate.com.br, acessado em setembro de 2015.

 

 

 

 



[1]http://www.pmf.sc.gov.br/sites/planodiretor/?cms=a+importancia+do+novo+plano+diretor , acessado em maio de 2015.

[2] http://www.sc401.com.br/?gclid=CLjRptOj1sYCFYeRHwoduWIPVg , acessado em maio de 2015.

[3]https://www.acate.com.br/noticia/acate-apresenta-novo-programa-do-bndes-para-apoiar-inovacao-em-florianopolis, acessado julho de 2015.

[4] Entrevistados: José Eduardo Fiates (Diretor Executivo da Fundação CERTI e do Sapiens Parque, data da entrevista: 11/06/2015) e Norberto Dias (Presidente da I3(Instituto Internacional de Inovação), coordenadora do projeto “Geração TEC” parceria com o governo do Estado, data da entrevista: 15/09/2015).

[5] A ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Telemática e Eletrônica) tem atualmente 425 associados, segundo o seu relatório de atividades de 2014, página 12. Com isso, pode se ter uma estimativa já que nem todas as empresas do setor tecnológico são associadas.

[6] FONTE: Jornal Diário Catarinense (16/11/2008)

[7] Data da entrevista: 11/06/2015.

[8] FONTE: SEBRAE, 2010, P.15.

[9] FONTE: Mercado Brasileiro de Software e Serviço, 2015, p.06.

[10]A ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software, é a mais representativa entidade do setor com cerca de 1600 empresas associadas ou conveniadas, distribuídas em 23 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, responsáveis pela geração de mais de 120 mil empregos diretos e um faturamento anual da ordem de US$ 20 bilhões por ano” http://www.abessoftware.com.br/a-abes/apresentacao, acessado em 15 de setembro de 2015.

[11] FONTE: Mercado Brasileiro de Software e Serviço, 2015, p.07.

[12] http://geracaotec.sc.gov.br/o-que-e/

[13] http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina&noti=15238

[14] http://news.

bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/8284704.stm, acessado em novembro de 2014.

 

 



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