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Asunto:NoticiasdelCeHu 236/18 - Mega-Estado e Projeto Nacional, à única saída
Fecha:Sabado, 14 de Julio, 2018  13:34:28 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 236/18
 
 

III Congreso de Geografía Económica

Mar del Plata - 13 al 15 de junio de 2018

 


 

  

Mega-Estado e Projeto Nacional, à única saída

 

 

João Victor Moré Ramos

 Doutorando no Programa de Pós-graduação em Geografia/ IIRangel

Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis-Brasil

Elisa Gomes Prestes

Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Geografia/ NEAS

Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis-Brasil

 

           

            Entre nossos arraiais da esquerda, é evidente a falta de entusiasmo nos debate sobre as tarefas da revolução brasileira nesse primeiro quartel do século XXI. A geografia por sinal encontra-se nesse mesmo quadro de letargia, trocando a seriedade dos estudos pelo prestigio dos “holofotes” e “confetes”. Salvo raras exceções que ainda conseguem não só interpretar, mas explicar a realidade sem cair em modismos passageiros, o fato é que há uma generalização da opinião pública (o moral das tropas) e parte significativa da intelectualidade brasileira arraigada nos princípios da escatologia e da liquidação da modernidade. Por sinal, não soa estranho encontrar nessa crise, uma gravitação do pensamento único e da luta de classes em torno das escolas americanas de administração de Yale, Chicago, etc., que irromperam com ideias de globalização e mundo sem fronteiras acompanhadas de seus críticos e gurus de esquerda por novas roupagens de “novo imperialismo” ou neoliberalismo, caracterizando um profundo distanciamento das relações centro-periferia. Alias, é esta mesma periferia ”crítica” subordinada aos interesses hegemônicos, como se expressa na “nova geografia do capitalismo” que ao manter em voga “os traiçoeiros ardis da lógica”, se omite em resolver os verdadeiros problemas que estão postos na ordem natural das coisas, ou seja, sair da crise em busca de uma mudança substancial do horizonte socialista. (RANGEL, 1988; 1989; MAMIGONIAN, 2004; 2005; COSTA, 2004; BASTOS, 2014).

            Nesse sentido, não é de pequena monta retomar as aproximações mais férteis da geografia com o marxismo que desembocaram nos paradigmas, ou meta-teorias, de geossistemas e formação econômico-social cujos eixos centrais se voltam a compreender a dinâmica da gênese e do desenvolvimento do processo histórico, ora partindo das ciências naturais, ora partindo das ciências humanas numa verdadeira dialética de múltiplas combinações (MARX, 2008; CHOLLEY, 1964; MAMIGONIAN, 1996). É daí que se pode dizer onde está todo o problema das crises e das transições elevadas a um plano superior da práxis politica (SANTOS, 1977), resultado este encontrado na genialidade do maior marxista brasileiro, Ignácio Rangel (MAMIGONIAN, 2005) ao combinar modos de produção complexos na formação social brasileira com proposta de solucionar os problemas gerados a cada crise, ou bloqueio do desenvolvimento nacional (RANGEL, 2005a; 2005b).

            Não há duvidas que nesse atual estágio em que se encontra a crise mundial, os pressupostos básicos da estratégia (geopolítica) e da vontade nacional de longo prazo – industrialização, soberania nacional, papel do Estado, integração regional, etc. (COSTA, 2002) – parecem ganhar novo impulso nas inúmeras agendas internas e externas de nações periféricas, bem como de blocos geoeconômicos não hegemônicos (Brics, Mercosul, Unasur, etc.) com seus respectivos e nada fortuitos projetos nacionais em direção a uma posição mais central no cenário internacional (COSTA, 2004; MAMIGONIAN, 2008).

            Se Lenin estava certo em prever a vitória da via prussiana em suas infinitas combinações com a via americana no desenvolvimento histórico da transição ao capitalismo para além das fronteiras do velho continente (LENIN, 1977; 1980; 1988), não seria difícil hoje dizer que, superado a era das incertezas e todos os limites impostos pela decadência do Ocidente (RUSSELL, 2001), - ainda que de forma prematura ocorra a substituição do consenso de Washington (1989) pelo consenso de Pequim (RAMO, 2004) – a transição do capitalismo para o socialismo, e consequentemente seu desafio econômico e geopolítico, passa pela liderança da 3ª Revolução Industrial, bem como a direção do processo histórico pela via prussiana socialista em suas distintas escalas mundiais, nacionais e regionais. Para o caso da América do Sul, eis que urge a conformação de um megaestado regional, um polo de poder que “garanta a união de nossos povos e a inserção soberana dos nossos países no sistema internacional” ampliando suas fronteiras competitivas por laços de cooperação - via planejamento do setor industrial e agrícola, das infraestruturas e do comércio exterior, bem como da segurança e de um mecanismo comum de defesa regional (COSTA, 2004; 2010; 2017) – com a devida atenção a ampliação da rota da seda pelos chineses (Um cinturão, Uma estrada) até a América Latina (OLIVEIRA, 2015; 2017) podendo vir a tornar-se uma “limitação ao exercício de nossa política econômica” (DELFIM NETTO, 2018, p.295).

 

 

***

           

            Nesse sentido, ao levar em conta as heranças do projeto nacional de Mao Tsetung (1949), e o socialismo de mercado de Deng Xiaoping (1982) (JABBOUR, 2006) no desenvolvimento do primeiro estágio de transição ao socialismo da China até 2049 a cabo do presidente Xi Jinping (SAFATLE e RITTNER, 2014) cabe-se perguntar qual o futuro do Brasil nesse cenário em que o dragão asiático já ultrapassa as fronteiras do “made in China” (feito na China) para o “created in China” (criado na China) originalmente esboçada como verdadeira fabrica do mundo (CASTRO, 2012)?

            Do ponto de vista econômico e geográfico, a primeira tarefa a ser realizada é reconhecer que no Brasil há um Projeto Nacional em curso aberto pela Revolução de 30 com Vargas até os dias atuais (NEVES, 2009), mesmo com a irrupção de algumas apostasias transitórias (contrarrevolucionárias) esboçadas nos governos Dutra (1945-50), e Collor-FHC (1990-2002) (RANGEL, 1991; MAMIGONIAN, 2014). A segunda questão relevante é levar as ultimas consequências a “hipótese de crescimento acelerado” assinaladas por Barros de Castro (2012) sugerindo a utilização do potencial contido nas empresas – como adaptação da capacidade de financiamento, recuperação da engenharia, etc. - próximo daquilo que nos idos da década de 80, Ignácio Rangel (2005a) atribuiu como a poupança potencial que deveria se materializar na concessão dos serviços de utilidade pública à iniciativa privada como única saída para os nós de estrangulamento nos setores ociosos da economia nacional.  

            De certo modo, algumas iniciativas de retomada do desenvolvimento foram iniciadas no governo Lula em 2006, com a criação do PAC junto a cooptação do setor privado, que “reacendeu o espirito animal do empresariado” calibrando “politica fiscal, monetária e cambial” com investimentos induzidos pelo governo com base em “suas taxas de retorno” (DELFIM NETTO, 2018). Curiosamente, nesse mesmo período de crescimento econômico e inclusão social (2006-2012), intelectuais “progressistas” afundados nos equívocos da teoria Cepal-dependência deram por esgotadas as teses de Rangel dos ciclos longos (Kondratieff) e ciclos médios (Juglar-Marx), - este último que disciplina e escalona a renovação de capital fixo, “setor após setor” (RANGEL, 1983, p.33) – não percebendo que o renascimento da indústria naval, com fabricação de estaleiros nacionais exclusivamente voltados para o mercado interno - com investimentos na ordem de 5,5 bilhões de dólares pelo BNDES (DORES; LAGE; PROCESSI, 2012), ocorreram na contramão do crescimento econômico argentino dos governos de Néstor e Cristina Kirchner e suas desvalorizações cambiais (SCHINCARIOL; FERNANDEZ, 2014) abrindo assim, o período expansivo de nosso juglariano brasileiro como se pode observar abaixo na figura 1:

 

Figura 1 – Empregos na construção naval brasileira: entre 1960 e 2011

    Fonte: (SINAVAL, 2012, p.8).

 

                Por outro lado, é evidente que o verdadeiro motor da crise instalada no ciclo seguinte (2012-2016) se deu pela combinação de alguns fatores como voluntarismo econômico, desconfiança mutua entre o governo e o setor privado, além de uma generalizada recusa à politica por uma “direita” boçalizada e uma “esquerda” imbecilizada que se apropriou de boa parte da juventude brasileira (DELFIM NETTO, 2018, p.353). No primeiro e segundo aspecto, a adoção tardia de politicas cambiais que permitissem controlar as “importações predatórias” – a desvalorização cambial só tem inicio no final de 2014 – fez com que de 2006 a 2014 duplicassem o numero de empresas importadoras em relação às empresas exportadoras, ao passo que firmas nacionais altamente competitivas de antigas zonas industriais foram obrigadas a mover-se para outras regiões do país, ou para outros países, como no caso das indústrias de calçados do Rio Grande do Sul, Grendene e Azaléia que se estabeleceram no Nordeste (CASTRO; AMORIM, 2013), bem como inúmeras indústrias têxteis, a Riachuelo do Rio Grande do Norte, que recentemente se transferiu para as zonas de maquila no Paraguai para substituir importações chinesas (SCHELLER, 2017). Aliás, como já abordado em artigo anterior, é possível perceber que nessas zonas industriais, a fuga maciça de capitais para outras regiões combinados com crescente aumento do desemprego e precarização do trabalho, levaram parte significativa da classe trabalhadora a uma cisão no bloco de poder engendrado pelo Partido dos Trabalhadores ao longo dos governos Lula e Dilma (RAMOS, 2017), com o apoio da mídia oligopolizada em unanime oposição à atuação do Estado na economia, ao trabalhismo brasileiro e ao próprio PT (LAGE, 2014).

            Ademais, no ultimo aspecto, a opção democrática de não aparelhamento tanto do Supremo Tribunal Federal, quanto das Forças Armadas “com as promoções dos oficiais” (DELFIM NETTO, 2018, p.377) pelo Partido dos Trabalhadores revelou a incapacidade de resolver o velho paradoxo antecipado em artigo de 1968 por Ignácio Rangel “Privilegiados ou Sobrantes”, ao lembrar que mesmo com a economia em expansão, o “menor desemprego pode revelar-se catastrófico”, como no caso da França de 1966-68. Nas palavras do profeta desarmado, “contra a irracionalidade só mesmo a razão irracional do porrete, dos gases lacrimogênios etc.” (RANGEL, 2005, p.599). Do que será que se queixam os movimentos da ruas em 2013, se não dos numerosos avanços obtidos nos mais variados setores da sociedade brasileira ao longo dos governos do PT?

 

 

Referências Bibliográficas

 

BASTOS, José Messias. Rangel e a Geografia: algumas considerações. In: Ignácio Rangel: Decifrador do Brasil / Felipe Macedo de Holanda, Jhonatan Uelson Pereira Souza de Almada, Ricardo Zimbrão Affonso de Paula (Organizadores). São Luís: Edufma, 2014.

CASTRO, Marina; AMORIN, Victoria. Indústrias Migram Para Diferentes Regiões: Cada vez mais a atividade industrial brasileira se desloca para regiões interiorianas, em busca de maior lucro. 2013. Disponível em: <http://jpress.jornalismojunior.com.br/2013/05/industrias-migram-diferentes-regioes-brasil/>. Acesso em: 28 mai. 2013.

CHOLLEY, André. Observações sobre alguns pontos de vista Geográficos. In: Boletim Geográfico.n.179 (1ª parte, p.139-145), n.180 (2ª parte, p.267-276). Rio de Janeiro: IBGE, 1964, p.139-145 e 267-276.

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DELFIM NETTO, Antônio. O animal econômico. Organização, apresentação e notas Fernando Cazian. São Paulo: Três Estrelas, 2018.

DORES, P. B.; LAGE, E. S.; PROCESSI, L. D. A retomada da indústria naval brasileira. In: BNDES 60 anos: perspectivas setoriais, 2012. p. 274-299. (v. 1)

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