Inicio > Mis eListas > humboldt > Mensajes

 Índice de Mensajes 
 Mensajes 16641 al 16660 
AsuntoAutor
=?UTF-8?Q?797/14_- Noticias
798/14 - Nuestro t Noticias
799/ 14 - Reportaj Noticias
800/14 - Negreros. Noticias
801/14 - España - Noticias
802/14 - 22 de nov Noticias
RE: Notici asdelCe Fray Mas
803/14 - México en Noticias
804/14 - Francia - Noticias
805/14 - México - Noticias
806/14 - México - Noticias
807/14 - "El orige Noticias
808/14 - IV PYDES Noticias
809/14 - México - Noticias
810/14 - El recurs Noticias
811/14 - Brasil: e Noticias
812/14 - XVI Simpó Noticias
813/14 - El turism Noticias
814/14 - Rusia ¿fu Noticias
815/14 - Guerra ec Noticias
 << 20 ant. | 20 sig. >>
 
Noticias del Cehu
Página principal    Mensajes | Enviar Mensaje | Ficheros | Datos | Encuestas | Eventos | Mis Preferencias

Mostrando mensaje 16975     < Anterior | Siguiente >
Responder a este mensaje
Asunto:NoticiasdelCeHu 811/14 - Brasil: economia submersa em uma depressão estr utural (Jorge Castro)
Fecha:Lunes, 24 de Noviembre, 2014  13:32:35 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 811/14

Brasil como geografía

Brasil: economia submersa em uma depressão estrutural

Qualquer que seja o resultado das eleições deste domingo, a mudança se impõe no Brasil porque o panorama atual é insustentável.

Jorge Castro

Clarín

Buenos Aires, 26 de outubro de 2014


No primeiro semestre do ano a economia se contraiu -1,5% anual, e no fim de 2014 a expansão seria de 0,4% (BCB), enquanto que nos últimos 6 anos o crescimento médio foi 1,1% anual

O Brasil experimenta uma depressão prolongada, com uma expansão potencial de 2% por ano ou menos e uma alta do PIB per capita nula ou negativa.

Esta situação de estancamento estrutural não é o resultado de uma política errada, mas de freios de fundo à oferta agregada; e mais do que nada, da baixa taxa de poupança doméstica (14,5% do PIB) e da fraca taxa de investimento (18% do produto).

A consequência é a insuficiência de capital para o investimento e a alta dependência do capital externo, com a consequente apreciação do real e as taxas de juros mais elevadas do mundo.

A economia brasileira se expande só quando o fluxo de capitais estrangeiros aumenta, como aconteceu com o boom das matérias primas na década passada. Se isso não acontecer, se submerge em sua situação depressiva e depende de seu baixíssimo nível de produtividade (+ 1,2% por ano entre 1992 e 2010), o que acarreta o auge das taxas de juros (Selic, 11% anual) e a depreciação do real.

A pressão tributária (custo do Estado) é 38% do PIB, a mais elevada dos países emergentes e uma das maiores do mundo. Esta é a fonte do gigantesco gasto público, alheio ao investimento em infraestrutura e capital humano, e esmagadoramente centrado nas transferências sociais, principalmente, às prestações para a alta burocracia do Estado.

O gasto social se divide em duas partes iguais: uma metade cobre as necessidades da população do Brasil (203 milhões de pessoas), incluindo os programas sociais (Bolsa Família, etc.); e a outra satisfaz os requerimentos da burocracia estatal (salários, aposentadorias, pensões), especialmente dos setores médios e altos. Por isso, o custo do capital é elevado e o rendimento privado é baixo. Esta é a base estrutural da desigualdade brasileira e é o que transforma a alta burocracia em um setor privilegiado, de enorme poder político, sobretudo de veto.

A mudança no Brasil está condicionada a uma imediata e drástica abertura da economia, uma das mais fechadas do mundo.

A tarifa média das importações é 13,1%, igual que em 1992 (Collor de Melo); e é quatro vezes superior à dos seus competidores (China, Coreia do Sul, Alemanha). Isso acontece em um momento em que a manufatura mundial se baseia na integração produtiva e exportar é sinônimo de se incorporar às cadeias globais de produção.

O Brasil foi o país emergente que nos últimos 10 anos mais aumentou suas importações (16% anual), mas o que menos as utilizou para expandir suas exportações que alcançaram só 30% (a porcentagem na China é 75%).

O resultado é que o Brasil é alheio à tendência central da época, que é a participação nas redes globais de produção.

A participação do mundo emergente no sistema integrado transnacional de produção – núcleo estrutural do capitalismo no século 21 – era 20% em 1990, 30% em 2000, 40% em 2012 e seria 65% em 2030 (UNCTAD). Essa tendência também se revela na relação estoque de investimento estrangeiro direto (IED) / comércio internacional, que era 50% em 1991 e agora é 100%

O crescimento do PIB per capita foi zero (0%) entre 1982 e 2002, enquanto que o Brasil teve a maior taxa de expansão do mundo (8% por ano) nos 20 anos seguintes a 1950

A disparidade se deve a que a globalização – que emergiu na década de 1970 – é sinônimo de transnacionalização produtiva, e o Brasil tem estado à margem dessa tendência crucial

A mudança no Brasil é tanto política quanto econômica. Trata-se de estabelecer um novo ponto de partida, que reoriente em 180° o rumo do país.







Este mensaje no contiene virus ni malware porque la protección de avast! Antivirus está activa.






DeepSkyColors en Facebook!
Imagenes de nuestro planeta y del Universo desde los ojos de un fotógrafo español Visita la página en Facebook y dale a ME GUSTA!