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Asunto:NoticiasdelCeHu 704/14 - Segunda Chamada de Artigos para a seção esp ecial: "Seguranc¸a, Controle e Vigila^ncia nas Cid ades Latino-americanas"
Fecha:Miercoles, 15 de Octubre, 2014  08:16:35 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 704/14
 
 

Segunda Chamada de Artigos para a seção especial: "Segurança, Controle e Vigilância nas Cidades Latino-americanas"

urbe: Revista Brasileira de Gestão Urbana www.pucpr.br/urbe

Editores Convidados:

Lucas Melgaço
(Vrije Universiteit Brussel - VUB)

Nelson Arteaga Botello
(Latin American Faculty of Social Sciences - FLACSO)

As cidades latino-americanas estão se tornando cada vez mais monitoradas. O exemplo mais evidente é o aumento do número de câmeras de vigilância (CCTV), tanto públicas como privadas. Com a difusão das câmeras no meio urbano tem se tornado praticamente impossível alguém não ser filmado enquanto caminha pelas ruas. Vigilância, entretanto, vai além das tecnologias de vídeo monitoramento, já que inclui um conjunto de outras tecnologias e práticas como os drones, biometria, documentos de identificação, câmeras digitais, vigilância na internet, Google Glasses, telefones celulares, etc.

Na América Latina, a principal justificativa para a instalação de tais tecnologias está ligada ao suposto crescimento da violência urbana ou, ao menos, ao crescimento do medo da violência urbana. Segurança parece ser o motor por detrás da intensificação do uso de tecnologias de vigilância. Há casos, porém, em que é difícil separar medo da violência e medo do “outro” (o pobre, o marginalizado). Tecnologias de vigilância são então não apenas usadas para proteger mas para também segregar.

Apesar dos estudos de vigilância (“surveillance studies”) serem um campo de pesquisa já bem estabelecido na Europa e na América do Norte, na América Latina as pesquisas nessa área ainda são esparsas. Algumas mudanças começaram a acontecer com a criação da Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (LAVITS), da qual os dois editores convidados para esta seção especial são membros (www.lavits.org). Fundada em 2009, a LAVITS pretende ser uma plataforma de discussão, troca de conhecimento e debate em torno das circunstâncias sociais e técnicas que permitem a captura, armazenamento, manejo e cruzamento de dados digitais.

Um dos desafios enfrentados pelos pesquisadores que queiram estudar vigilância na América Latina diz respeito à identificação das particularidades deste continente em comparação com a forma como vigilância é tratada em outros continentes. Por exemplo, medo do terrorismo não é algo tão presente como nos Estados Unidos e na Europa. Por outro lado, mais da metade dos países latino-americanos viveram sob ditaduras militares no

último século e isso certamente influenciou a forma como vigilância e segurança são promovidas nesses países.

Essa chamada de trabalhos se direciona, assim, a pesquisadores envolvidos nos estudos de vigilância na América Latina, sobretudo aqueles que o fazem através de uma abordagem que passa pelas ideias de espaço e território. Dentre os vários temas possíveis destacamos:

  • Vigilância por câmeras;

  • Vigilância, protestos políticos e manifestações urbanas;

  • Megaeventos e vigilância;

  • Ativismo e contra-vigilância: criptografia, hacktivismo, tecnopolíticas

  • Cidades inteligentes, Big Data e planejamento urbano;

  • Direito urbanístico e proteção de dados;

  • O uso de tecnologias de vigilância pelas polícias latino-americanas;

  • Internet das Coisas: rastreamento e vigilância;

  • Práticas artísticas e estéticas da vigilância;

  • Trabalho, Cidade e Vigilância;

  • Identificação, biometria e acessibilidade;

  • Vigilância móvel e wearable: drones, GPS, smartphones, câmeras integradas etc.;

  • Privacidade, dados pessoais e controle da informação;

  • Regulação da vigilância e proteção de dados na América Latina;

  • Snowden, NSA e vigilância de massa: impactos na América Latina;

  • Vigilância e ditadura militar na América Latina;

  • Mercado da vigilância na América Latina: conexões público-privado;

  • Controle social, território e vigilância na América Latina;

  • Contribuições teóricas de autores latino-americanos para estudos de vigilância.

    PRAZOS

    Artigo completo (5 a 8 mil palavras, em português, espanhol, inglês ou francês): até 15 de Dezembro de 2014
    Data provável de publicação: Maio de 2015

    SUBMISSÃO DE ARTIGOS

    Serão aceitos trabalhos em português, espanhol, francês e inglês.

    Artigos completos devem ser enviados para o endereço editorconvidado@gmail.com

    As Instruções aos Autores podem ser acessadas em http://bit.ly/urbe_authors_pt 

  • Todos os artigos passarão por um processo de pareceres duplo cego.

--
Lucas Melgaço
 


listageografia@yahoogrupos.com.br

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