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Asunto:NoticiasdelCeHu 271/14 - Duménil debate A crise do neoliberalismo em S ão Paulo, Foz do Iguaçu e Porto Alegre
Fecha:Jueves, 17 de Abril, 2014  19:07:55 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 271/14

Duménil debate A crise do neoliberalismo em
São Paulo, Foz do Iguaçu e Porto Alegre

O renomado economista francês Gérard Duménil estará no Brasil entre abril e maio para um ciclo de conferências de lançamento de seu mais recente livro A crise do neoliberalismo. Confira a programação completa abaixo. Mais informações aqui.

São Paulo
Palestra no ciclo "Democracia na história"
24 de abril | 19h
Biblioteca Mário de Andrade | Auditório
Rua da Consolação, 94 | Centro
Próximo da estação Anhangabaú do metrô
3256-5270 e 3241-4384
Confira a página oficial do evento no Facebook

Foz do Iguaçu
6 de maio
Mais detalhes em breve.

Porto Alegre
A crise do neoliberalismo: origens, desenvolvimento e perspectivas
8 de maio de 2014 | 14h30
Fundação de Economia e Estatística | Auditório
Rua Duque de Caxias, 1691
Confira a página oficial do evento no Facebook


Sobre o livro


A crise do neoliberalismo

Gérard Duménil e Dominique Lévy

Em A crise do neoliberalismo, Gérard Duménil e Dominique Lévy, dois dos mais influentes pesquisadores sobre o neoliberalismo, recontam a história desse novo estágio do capitalismo: do colapso dos subprimes à dita “Grande Contração”. Ao discutir a financeirização econômica, a reestruturação produtiva, as lutas de classes e as relações internacionais às portas de uma nova ordem global multipolar, os autores propõem uma reflexão fundamental à compreensão da história e dos rumos da economia.

O livro traz uma análise da chamada “Grande Contração” de 2007-2010 no contexto da globalização neoliberal iniciada nos primeiros anos da década de 1980. Com uma abordagem crítica não dogmática, Duménil e Lévy articulam uma enorme quantidade de dados perturbadores para revelar, como saldo da globalização neoliberal, o enriquecimento dos 5% norte-americanos mais ricos, em paralelo à redução de 40% para menos de 10% do PIB dos Estados Unidos em trinta anos.

 

A queda do investimento interno na indústria, uma dívida doméstica insustentável e a crescente dependência de importações, aliados ao financiamento e ao desenvolvimento de uma estrutura financeira global frágil e impraticável, ameaçam a força do dólar. A menos que haja uma alteração radical da organização político-econômica do país, os autores preveem um declínio agudo da economia norte-americana – e não hesitam em diagnosticar: “Sair da crise vai ser muito difícil”.

A do neoliberalismo é a quarta crise estrutural do capitalismo desde o fim do século XIX. A comparação com as crises anteriores – das décadas de 1890, 1930 e 1970 – coloca em perspectiva a análise profunda e detalhada que os autores fazem da situação atual. Contrapondo-se a diversas explicações sobre a crise econômica vigente, eles defendem a tese ousada de que a contração econômica em curso, à semelhança da Grande Depressão de 1929, é uma crise da hegemonia financeira.

Em vez de lançar a culpa sobre indivíduos isolados, como o fazem, por exemplo, Alan Greenspan e Ben Bernanke, Duménil e Lévy concentram-se nas forças estruturantes da economia. Para eles, a presente crise é resultado direto das contradições inerentes ao próprio projeto neoliberal. Suas tendências abalaram as fundações da economia da “base segura” – isto é, a capacidade dos Estados Unidos de crescer, manter a liderança de suas instituições financeiras em todo o mundo e assegurar a posição dominante de sua moeda –, uma estratégia imperial e de classe que resultou em um impasse. Segundo os autores, consertar a quebra da economia norte-americana exige a imposição de limites sobre o livre comércio e a livre movimentação de capitais, além de políticas destinadas a aprimorar a educação, a pesquisa e a infraestrutura; a reindustrialização e a fixação de tributação das rendas mais altas.

Como observa Armando Boito Jr. no texto de orelha, “Diferentemente da maioria dos economistas, e inclusive de boa parte dos economistas críticos, Duménil e Lévy articulam a análise econômica com a sociológica e a política”. Assim, esboçam a natureza de um novo modelo – que, após essa crise estrutural, viria substituir o capitalismo neoliberal – a partir das dinâmicas da luta de classes e da correlação política de forças nos diferentes países e em escala internacional.

A crise do neoliberalismo conta ainda com um prefácio inédito escrito especialmente para a edição brasileira, em que os autores atualizam sua análise com considerações acerca do lugar da União Europeia e do Brasil no cenário global, fazendo um balanço das políticas econômicas brasileiras a partir de 2000.

Confira trecho do livro e mais informações aqui.

Crítica

A crise do neoliberalismo é um relato criterioso dos fatores que levaram ao declínio econômico. Como Duménil e Lévy deixam claro, a economia não pode mais retornar à sua trajetória pré-crise”.
– Dean Baker, Center for Economic and Policy Research

“Esta discussão político-econômica original e rigorosa do capitalismo neoliberal global mostra a profundidade das raízes da crise atual e até que ponto ela será obstinadamente resistente aos remédios convencionais”.
– Duncan K. Foley, New School for Social Research

“Um tratamento ambicioso e original da atual crise econômica global. Duménil e Lévy oferecem uma profunda narrativa estatística e histórica e uma estrutura analítica abrangente".
– Thomas R. Michl, Colgate University

Sobre os autores

Economista francês, Gérard Duménil é um dos mais reconhecidos estudiosos sobre o neoliberalismo no mundo. Membro do conselho editorial do Actuel Marx, e co-presidente, com Jacques Bidet, do Congrès Marx International, foi diretor de pesquisa do Centre National de la Recherche Scientifique, na Universidade de Paris X, Nanterre, onde atualmente leciona. Formado pela Ècole des Hautes Etudes Commerciales, de Paris, na década de 1960, em acalorado ambiente acadêmico e político, estudou a fundo a obra de Karl Marx. Para ele, a renovada violência do capitalismo neoliberal e sua crise trouxeram à tona a análise de classe em toda a sua evidência. Seu livro Le concept de loi économique dans ‘Le Capital’, escrito em 1978, logo após seu Marx et Keynes face à la crise, foi prefaciado por Louis Althusser. A partir dos anos 1980, passou a estudar, ao lado de Dominique Lèvy, as feições desta que identificaria como uma nova fase do capitalismo: o neoliberalismo. Combinando em seu trabalho teoria e análises concretas, grandes quantidades de dados e modelagem matemática, juntos escreveram La dynamique du capital. Un siècle d'économie américaine (1996), Au-delà du capitalisme (1998) e Crise et sortie de crise. Ordres et désordres néolibéraux (2000) – publicado pela Harvard University Press como Capital Resurgent. Roots of the Neoliberal Revolution – e o mais recente A crise do neoliberalismo (Boitempo, 2014), além do artigo “O neoliberalismo sob a hegemonia norte-americana”, para a obra coletiva A finança mundializada (Boitempo, 2005), organizada por François Chesnais. Além desses, Duménil escreveu também, com o filósofo Jacques Bidet, Altermarxisme, un autre marxisme pour un autre monde (2007) e, com o sociólogo Michael Löwy e Emmanuel Renault, Lire Marx (2009) e Les cent mots du marxisme (2009). Colabora regularmente com os jornais franceses Le Monde Diplomatique e Politis..

Ficha técnica

Título: A crise do neoliberalismo
Título original: Crisis of neoliberalism
Autores: Gérard Duménil e Dominique Lévy
Prefácio para a edição brasileira: Gerard Duménil e Dominique Lévy
Orelha: Armando Boito Jr.
Tradução: Paulo Castanheira
ISBN: 978-85-7559-368-4
Páginas: 368
Preço: R$ 59,00
Editora: Boitempo



Mais Informações:

Ana Yumi Kajiki
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