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Asunto:NoticiasdelCeHu 100/1 3 - Geografia, História e Ciências fora dos currículos do 1o ao 3o anoem São Paulo: o triunfo do s códigos
Fecha:Domingo, 24 de Febrero, 2013  16:51:31 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 100/13
Fuente: Lista / Geografía - Brasil (24/2/13)
 
Geografia, História e Ciências fora dos currículos do 1o ao 3o ano em São Paulo:
Caríssimo(a)s

Uma reflexão sobre uma mudança na proposta curricular para São Paulo.

*************************************************************

Geografia, História e Ciências fora dos currículos do 1o ao 3o anoem São Paulo: o triunfo dos códigos

 
Chegará o dia em que a sociedade se perguntará: o que ler? O que contar?
(Frase do final do filme "Mr. Holland: adorável professor")

 
Enfim, o triunfo dos códigos, numa sociedade que prima, insiste e preza por não ter o que ler, nem contar. Esta é a verdade sobre a decisão de implantar a nova proposta curricular em São Paulo, ao
"priorizar" o ensino de Português e Matemática para as séries do 1o ao 3o anos e excluir as disciplinas Geografia, História e Ciências desse mesmo período, mantendo-as em 10% nos 4º e 5º anos. Como se o problema da aprendizagem na educação brasileira estivesse ligado, exclusivamente, a quantidade da carga horária dessa ou daquela matéria.

Escamoteado pelo discurso de "melhorar a aprendizagem", sem dúvidas, este é o futuro que alguns profissionais, que deliberam sobre o padrão da educação de São Paulo, querem: reforçar uma sociedade inculta, que desconhece sua memória, sua trajetória, sua formação, pela História; o valor da aprendizagem pela descoberta do ser, da vida, pelas Ciências; os horizontes possíveis e impossíveis do mundo natural e/ou construído, pela Geografia.

Segue, portanto, na contramão do que, em verdade, deveria ser a escola: a possibilidade de construção integral do indivíduo-cidadão, par indissociável que erigiria um outro sujeito. Assim, ao invés de
levar para escolas uma miríade de outras e novas possibilidades, somando às disciplinas a importância da Cultura, pela dança, teatro, música, capoeira, cinema etc.; revendo o papel da Educação Física, como base única e seminal para a socialização dos alunos; além de um sem número de profissionais, como psicólogos, dentistas, assistentes sociais, dentre outros, que deveriam ser parte da escola, optar-se-á por ceifar, ainda mais, as possibilidades de construção do sujeito, na sua essência integral.

Como disse Mr. Holland, no final do filme, “haverá um dia em que esta sociedade não terá mais o que ler, nem o que contar”. De certo, se esse dia ainda não chegou, não tardará muito.

*Janio Santos*
Professor Adjunto Doutor/UESB
Coordenador do Grupo de Pesquisa:
Urbanização e Produção de Cidades na Bahia:
http://www.uesb.br/urbanizacao/index.php
Contatos:
E-mail alternativo:
janiosantos74@hotmail.com
janiosantos74@hotmail.com>
Fone: 77 9143-0640 (Tim) 77