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Asunto:NoticiasdelCeHu 1066/11 - Brasil - NOTA DO COMANDO DE GREVE SOBRE A PRIS ÃO DO PROFESSOR NA UNIR
Fecha:Domingo, 23 de Octubre, 2011  23:45:35 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 1066/11

NOTA DO COMANDO DE GREVE SOBRE A PRISÃO DO PROFESSOR NA UNIR

 
 
 
PELA LIBERDADE IMEDIATA DO PROFESSOR VALDIR!
 
 
Na tarde dessa sexta-feira (21/10/2011) a Polícia Federal, sem qualquer identificação, fazia registros de imagens dos grevistas que estavam no prédio da Reitoria da UNIR, no centro de Porto Velho. Houve um estouro de fogos de artifício (bombinha) no pátio da garagem da UNIR. Este motivo que levou os dois supostos policiais (já que não haviam se identificado) a entrarem nas dependências da UNIR. Circularam na garagem da UNIR-Centro e subiram até o topo da escadaria da entrada principal do prédio.
Ali estavam vários professores e alunos. Entre as pessoas que estavam no topo da escadaria estava o Professor Valdir Aparecido da Silva, do curso de História de Porto Velho, observando de onde havia vindo o ruído dos fogos de artifício. Os dois supostos policiais o abordaram sem se identificar e passaram a acusá-lo de ser o responsável pelo estouro. Exigiram que ele apresentasse seus documentos. Nesse meio tempo, o suposto policial que trajava camiseta laranja e carregava uma mochila apropriou-se indevidamente da máquina fotográfica do professor Narcísio Costa Bigio. O homem que a tomou não possuía qualquer mandato judicial para tal ato. Ele poderia ter apreendido a máquina, desde que com o consentimento do proprietário. Nunca perguntaram se podiam levá-la. Ela foi tomada à força. Na máquina havia imagens que comprovam a ação arbitrária, autoritária, ilegal e violenta dos supostos policiais.
Este homem, da camiseta laranja e mochila nas costas, foi identificado como sendo aluno da Unir, terceiro período do curso de Direito.
Após a chegada de outros policiais, deram voz de prisão e conduziram o professor Valdir à força, de forma autoritária e sem justificar o motivo da prisão. Ainda durante o tumulto, o Deputado Mauro Nazif foi agredido fisicamente com um cassetete pelos policias, por tentar impedir a prisão do professor Valdir. Muitos professores e estudantes expressaram sua indignação e revolta com a atitude injusta e descabida da Polícia Federal. Ao descer as escadas, um dos policiais recém-chegados sacou a arma para intimidar os grevistas.
Vários alunos e professores foram até a Polícia Federal para prestar depoimento em favor do professor. Algumas horas após os policiais terem conduzido o professor, cerca de 15 Policiais Federais estiveram na sede da UNIR-Centro sob a alegação de fazer perícia da “bombinha”, mas nada encontraram.
Até o momento, o professor continua detido na sede da Polícia Federal sob várias acusações, tais como incitação à violência, resistência à prisão e desacato à autoridade. Nenhuma dessas acusações procede, tal como se pode constatar nas várias filmagens e fotografias do fato, bem como no depoimento das pessoas que se encontravam no local. O professor Valdir trabalha há mais de dez anos na Universidade Federal sem qualquer acusação de ato que desabone sua conduta. É um profissional dedicado, pai de família, zeloso de suas obrigações, reconhecidamente uma pessoa pacífica, centrado e extremamente calmo. A atuação da Polícia Federal é um absurdo, porque tomou o professor como alguém arruaceiro, violento e agitador, o que não é verdade. A prisão do professor deixa a comunidade acadêmica consternada e ainda mais indignada com a atual situação em que se encontra a UNIR, num quase estado de sítio. Alguns líderes estudantis foram intimados pela Polícia Federal a prestarem depoimento.
Os verdadeiros criminosos ainda estão livres: pessoas que possuem fortes acusações de corrupção, com desvio de dinheiro público, estão em suas casas, tranquilos e certos da impunidade, pois que, apoiados por um casal de políticos que se arvoram no direito de mandar a Polícia reprimir e bater em estudantes e professores que lutam por decência e moralidade na única Universidade pública neste Estado do Norte em prol de seu protegido. Este fato, por si só, dá uma mostra do quanto vivemos à mercê de um Estado autoritário, corrupto e que tenta, a todo custo, destruir as forças que a ele se opõem.
 
PELA LIBERDADE IMEDIATA DO PROFESSOR VALDIR!
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL!AVANTE PROFESSORES E ESTUDANTES!
FORA JANUÁRIO!
 
Luciana Borges





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