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Asunto:NoticiasdelCeHu 738/09 - AEDES AEGYPTI: FREQUÊNCIA, SAZONALIDADE E F ATORES ABIÓTICOS
Fecha:Viernes, 11 de Diciembre, 2009  15:36:02 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 738/09
 

AEDES AEGYPTI: FREQUÊNCIA, SAZONALIDADE E FATORES ABIÓTICOS

 

AEDES AEGYPTI: frequency, seasonal variation and abiotic factors

 

Felipe de Paula Batista Cesar

 

Bacharel e Licenciado em Geografia pela Universidade de Taubaté/Departamento de Ciências Sociais e Letras. Rua José Giórgio, 42 - casa 04 São Benedito – Pindamonhangaba SP – CEP: 12410-220, felipegeodepaula@hotmail.com

Eixo temático: Problemáticas Urbanas e Rurais

RESUMO

O objetivo do presente trabalho foi de verificar a ocorrência de focos positivos de Aedes aegypti associados à variação sazonal de fatores abióticos como temperatura e precipitação, determinando a sua freqüência. No período de janeiro a dezembro de 2008 foram coletados dados de focos positivos de Aedes aegypti nos municípios de Taubaté e Campos do Jordão, SP, Brasil. Esses dados foram sobrepostos em um gráfico de três entradas e assim comparados com a temperatura média mensal e o acumulado mensal de chuvas para o mesmo período. No município de Taubaté os meses de janeiro, fevereiro, março e dezembro registraram maiores médias mensais de temperatura (22,9°C, 24,1°C, 23,5°C e 23,2°C respectivamente) sendo registrado nesse período uma maior ocorrência de focos positivos da espécie. Já no município de Campos do Jordão a temperatura média no ano de 2008 foi de 15°C, sendo que nesse período não houve o registro de focos positivos do Aedes aegypti. A associação entre o número de focos positivos dessa espécie de Culicídeo e a variação sazonal de fatores abióticos, identificou uma maior influência da temperatura na ocorrência e registro dessa espécie, ao longo do ano. Os índices de precipitação não se mostraram determinantes na freqüência da espécie.

Palavras-chaves: Aedes aegypti, fatores abióticos, frequência e variação sazonal.

 

ABSTRACT


The objective of this study was to check occurrence of positive focus of Aedes aegypti associated with seasonal variation of abiotic factors as temperature and precipitation determined your frequency. In the period January to December 2008 were collected informations of positive focus of Aedes aegypti in the municipalities of Taubaté and Campos do Jordão, SP, Brazil. These informations were overlaid on a graph of three entries and so compared with the monthly average temperature and cumulative monthly rainfall for the same period. In the municipality of Taubaté the months January, February, March and December recorded the highest monthly average temperature (22.9°C, 24.1°C, 23.5°C and 23.2°C respectively) registered in that period greater occurrence of the positive of the species. Already in the municipality of Campos do Jordao the average temperature in the year 2008 was 15°C,in this period there was no record of the positive focus of Aedes aegypti. The association between the number of positive focus of this species of Culicidae and seasonal variation of abiotic factors, identified a greater influence of temperature and record the occurrence of this species throughout the year. The rates of precipitation were not decisive in the frequency of the species.
Keywords: Aedes aegypti, abiotic factors, frequency and seasonal variation.

 

 

INTRODUÇÃO

Múltiplos são os fatores que envolvem a dispersão e a sazonalidade de Culicídeos (insetos da ordem Díptera, Família Culicidae) domiciliados. A localização geográfica da população de espécie Aedes aegypti sofre influência de fatores ambientais e sociais, tais como o clima, a densidade demográfica e algumas atividades econômicas de determinadas regiões. Dentre as enfermidades ocasionadas por essa espécie, destacam-se a dengue e a febre amarela, ambas causadas por arbovírus do gênero Flavivirus (SUCEN, 1993).

O gênero Aedes pertence à família Culicidae, a qual representa duas fases ecológicas interdependentes: a aquática, que inclui três etapas – ovo, larva e pupa – e a terrestre, que corresponde ao mosquito adulto. Macho e fêmea se alimentam de néctar e sucos vegetais. O mosquito-fêmea necessita de sangue humano para maturar os ovos, por isso é o grande responsável pela transmissão do vírus ao homem. Ao picar uma pessoa infectada, o vírus multiplica-se em seu interior e, a partir desse momento, o inseto é capaz de transmitir as respectivas doenças (SUCEN, 1993).

Segundo Vasconcelos (1993), a expansão das áreas de ocorrência de dengue no mundo e no Brasil está associada tanto à urbanização sem a devida estrutura de saneamento, quanto à globalização da economia. Tais fatores contribuem não só para dispersão ativa do mosquito, como também para a disseminação do seu vírus. A transmição desse no Estado de São Paulo teve início na década de 80, e desde então vem apresentando tendência de crescimento/ascensão. Até o final de novembro de 2008 a região sudeste do Brasil já tinha registrado 369.309 casos notificados de Dengue.

Verifica-se que quase 70% dos casos notificados da dengue no país se concentraram em municípios com mais de 50.000 habitantes, que em sua grande maioria, fazem parte de regiões metropolitanas ou pólos de desenvolvimento econômico. Os grandes centros urbanos, na maioria das vezes, são responsáveis pela dispersão do vetor e da doença para os municípios menores (FUNASA, 2002). Os ambientes urbanos parecem favorecer a presença de A. aegypti, já que essa espécie ovipõe e abriga-se mais frequentemente no intradomicílio, alimentando-se em humanos (BARATA et al., 2001; THAVARA et al., 2001), além de parecer prescindir de alimentação açucarada disponível em vegetais, para manutenção de suas atividades (EDMAN et al., 1998; HARRINGTON et al., 2001).

Segundo Depradine & Lovell (2004), a incidência de casos de dengue também flutua com as condições climáticas e está associada com o aumento da temperatura, pluviosidade e umidade do ar, condições que favorecem o aumento do número de criadouros disponíveis e também o desenvolvimento do vetor. Segundo Keating (2001), o padrão sazonal de incidência da doença coincide com o verão, devido a maior ocorrência de chuva e aumento de temperatura nesta estação.

O controle do mosquito Aedes aegypti tem constituído um importante desafio, especialmente nos países em desenvolvimento. Segundo Halstead (1988), mesmo em situações em que os recursos destinados ao controle do vetor são apropriados para a implementação do programa, muitas vezes não tem alcançado sucesso. A situação do Brasil em relação à dengue e ao risco de reurbanização da febre amarela tem se agravado.

O objetivo do presente estudo foi analisar a associação entre os fatores abióticos, temperatura e precipitação, na freqüência e sazonalidade de focos positivos de Aedes aegypti.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

O estudo foi realizado no município de Taubaté e Campos do Jordão, ambos no Estado de São Paulo, Brasil.

Taubaté está localizado no Vale do Paraíba do Sul (23° 03’ 45” S e 45° 33’ 45” W), sendo cortado pela Rodovia Presidente Dutra, que liga Rio de Janeiro -São Paulo, e está à margem direita do Rio Paraíba do Sul. Localiza-se a 575 m de altitude, ocupa uma área de 626km² e conta com população de 265.514 habitantes (2007), está a 123km da capital paulista. Segundo a classificação de Köeppen, Taubaté é caracterizada com o tipo climático Cwa, clima úmido com verões quentes e invernos com temperatura média de 18°C (Figura 1).

Campos do Jordão está localizado na Serra da Mantiqueira (22° 00’ 44” S e 45° 30’ 00” W), está a 136km da capital paulista. Localiza-se a uma altitude média de 1700m, ocupa uma área de 290km² e conta com população de 44.688 habitantes (2007). Segundo a classificação internacional de Köeppen, Campos do Jordão é caracterizado com o tipo climático Cfb, o que corresponde ao clima subtropical a temperado, com inverno rigoroso e verão ameno e umidade alta o ano todo (SETZER, 1996). Devido as características do local, a vegetação vai apresentar-se, do ponto de vista paisagístico, como vegetais da Floresta de Araucária. O pinheiro é a árvore símbolo da cidade, sendo o município classificado como Estância Turística (Figura 1).

O estudo foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2008. Foram coletados dados de focos positivos de Aedes aegypti junto a Superintendência de Controle de Endemias – SUCEN, localizada na cidade de Taubaté, São Paulo. Os dados de fatores abióticos investigados (temperatura e precipitação) foram coletados do IAC – Instituto Agronômico de Campinas, São Paulo na resenha agrometeorológica do Estado de São Paulo.

Os dados de focos positivos do mosquito, as médias mensais de temperatura e os índices de precipitação acumulados mensais, foram sobrepostos em um gráfico de três entradas e assim comparados.

 

Figura 1: Mapa localização geográfica da área estudada.

RESULTADOS

Segundo os dados da tabela 1 e do gráfico da figura 2 a temperatura média registrada no município de Taubaté no ano de 2008 foi de 21,2°C, sendo que as maiores médias de temperatura foram registradas nos meses de janeiro, fevereiro, março e dezembro (22,9°C, 24,1°C, 23,5°C e 23,2°C respectivamente). Já os meses de maio, junho e julho registraram as menores médias de temperatura (18,4°C, 18,2°C e 17,2°C respectivamente).

Os dados de precipitação para esse município demonstram que os meses de janeiro, fevereiro, março, abril, novembro e dezembro registraram os maiores acumulados de chuva no período, sendo que maio, junho e julho foram os meses mais secos.

Já os dados de focos positivos do mosquito Aedes aegypti mostraram-se presentes ao longo de todo o ano totalizando 274 focos. Os meses de janeiro, fevereiro, março e abril registraram os maiores números de focos desse mosquito, sendo que junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro tiveram menores registros.

 

 

 

 

 

 

Tabela 1 - Números de focos positivos do Aedes aegypti e informações relativas aos fatores abióticos do município. Taubaté, SP, 2008.

 

Meses

Aedes aegypti

Focos positivos

Precipitação

mm

Temperaturas médias °C

janeiro

fevereiro

março

abril

maio

junho

julho

agosto

setembro

outubro

novembro

dezembro

59

29

48

46

25

12

9

3

10

6

10

17

434,5

174,8

213,6

175,2

24,4

50,7

0

55,7

59,6

39,8

235,4

313,4

22,9

24,1

23,5

22,6

18,4

18,2

17,2

19,9

19,4

22,6

22,8

23,2

Total/média

274

1777,1

22,2

 

Figura 2 - Gráfico de sobreposição da variação anual de temperatura, precipitação e focos positivos do Aedes aegypti no município. Taubaté, SP, 2008.

 

Segundo dados da tabela 2 e do gráfico da figura 3 a temperatura média registrada no município de Campos do Jordão no ano de 2008 foi de 15°C, sendo que os meses de maiores médias de temperatura foram janeiro, fevereiro, março e dezembro (17,2°C, 17,6°C, 16,6°C e 17,1°C respectivamente). Os meses de maio, junho e julho (12,7°C, 12,1°C e 11,1°C respectivamente). Os dados de precipitação para esse município demonstram que os meses de janeiro, fevereiro, março, abril, novembro e dezembro foram os que registraram os maiores acumulados de chuva, sendo que maio, junho e julho foram os meses mais secos.

Já os dados para o mosquito Aedes aegypti não indicaram registros de foco positivo dessa espécie no período estudado.

Tabela 2 - Números de focos positivos do Aedes aegypti e informações relativas aos fatores abióticos do município. Campos do Jordão, SP, 2008.

Meses

Aedes aegypti

Focos positivos

Precipitação

mm

Temperaturas médias °C

janeiro

fevereiro

março

abril

maio

junho

julho

agosto

setembro

outubro

novembro

dezembro

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

228,8

205

303

216,8

26,3

60,3

0

89,6

114,5

132

245,7

234,3

17,2

17,6

16,6

15,9

12,7

12,1

11,1

13,7

13,6

16,9

16,4

17,1

Total/média

0

15

1856,3

Figura 3 - Gráfico de sobreposição da variação anual de temperatura, precipitação e focos positivos do Aedes aegypti no município. Campos do Jordão, SP, 2008.

 

DISCUSSÃO

A temperatura tem influência direta na distribuição geográfica de populações vetoras de doenças permitindo estabelecer limites para ocorrência de espécies como A. aegypti (GlASSER & GOMES, 2001).

Os dados do gráfico1 demonstram que no município de Taubaté no ano de 2008 houve presença de focos positivos de Aedes aegypti em todos os meses pesquisados. Porém observou-se uma variação sazonal do mesmo ao longo do período. Os meses que registraram médias de temperatura superiores a 22°C (janeiro, fevereiro, março e dezembro) também foram os que apresentaram os maiores números de focos positivos do mosquito. Segundo Glasser & Gomes (2001), estudos da expansão geográfica do Aedes aegypti associada à temperatura média de julho demonstraram que o percentual de municípios onde a espécie se estabeleceu foi tanto maior quanto mais elevada a faixa de temperatura de áreas em que eles se localizavam.  O mesmo observou-se nos meses de maiores acumulados de chuvas, sendo que nos meses mais secos do ano e de temperaturas médias inferiores demonstram uma sensível diminuição dos focos positivos dessa espécie. Segundo Trips & Shemanchuk (1970), em condições naturais as temperaturas mais baixas podem provocar indiretamente a mortalidade dos culicídeos por meio do maior tempo necessário para completar o desenvolvimento.  No mês de julho, apesar da temperatura média de 17,2°C  e de não ter sido registrada precipitação nesse período, houve a presença significativa de focos positivos dessa espécie. O Aedes aegypti, vetor marcadamente domiciliado, utiliza diversos tipos de criadouros, cuja água independe da chuva e, dessa forma, são menos afetados pela sazonalidade (WATTS et al., 1997). Forattini & Brito (2003), mencionaram que a existência de reservatórios domésticos podem fornecer condições propícias à manutenção de populações de Aedes aegypti, mesmo em períodos de baixas precipitações.

Os dados do gráfico 2 demonstram a ausência de focos positivos de Aedes aegypti em todos os meses de pesquisa no município de Campos do Jordão. No ano de 2008 as temperaturas médias inferiores a 15°C ao longo do período, parecem ter sido desfavoráveis para o desenvolvimento dessa espécie de Culicídeo. Segundo GALLO et al., (2002), temperaturas inferiores a 15°C impõem grande barreira ao desenvolvimento de alguns insetos.

O acumulado de precipitação registrado nesse ano no município foi de 1856,5mm, apresentando pouca ou nenhuma influência no registro dessa espécie. No estado de São Paulo, verificou-se que a temperatura atuou como fator modelador do processo de infestação por Aedes aegypti de várias regiões, observando-se, no entanto pequena influência dos índices pluviométricos (GLASSER, 1997).

Conclui-se que o fator abiótico temperatura teve maior influência na frequência e sazonalidade da espécie estudada.

O município de Taubaté localizado no Vale do Paraíba do Sul registrou temperatura média anual de 21,2°C (com variação mensal) que favoreceram ao desenvolvimento da espécie. Já o município de Campos do Jordão localizado na Serra da Mantiqueira, registrou média anual de temperatura de 15°C (com variação mensal) no mesmo não de 2008 a qual não favoreceu ao desenvolvimento da espécie.

Os índices de precipitação não se mostraram determinantes na freqüência de registro da espécie.

Assim, para que conclusões mais precisas sejam tomadas em relação à influência de fatores abióticos, temperatura e precipitação, na frequência e sazonalidade da espécie estudada, há de se aprofundar em outros estudos específicos, a análises das atividades de controle e combate da espécie nos municípios e a oferta de infra-estrutura (água encanada, sistema de esgoto, coleta de lixo e outros) de cada um deles.

Além dos fatores climáticos o crescimento populacional desordenado, a migração rural-urbana e a inadequação de infra-estrutura básica das cidades oferecem condições epidemiológicas favoráveis ao desenvolvimento do vetor e à consequente transmissão viral (NAGAO et al., 2003; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).

 

REFERÊNCIAS

BARATA, E. A. M. F, et. al. População de Aedes aegypti em área endêmica de dengue, sudeste do Brasil. São Paulo: Revista Saúde Pública. v. 35, p. 237-242, 2001.

DEPRADINE CA, Lovell EH. Climatological variables and the incidence of dengue fever in Barbados. Inst Environ Health Res. 2004;14:429-41.

Edman, J. D, et al. Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) movement influenced by availability of oviposition sites. J Med Entomol. v. 35, p. 578-583, 1998.

Forattini, O. P; Brito, M. Reservatórios domiciliares de água e controle do Aedes aegypti. Revista Saúde Pública. São Paulo, v. 37, p. 676-677, 2003.

FUNASA – Fundação Nacional de Saúde - Ministério da Saúde – Vigilância Epidemiológica. Programa Nacional de Controle da Dengue, Brasília, 2002.

Gallo, D, et al. Entomologia agrícola. Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Departamento de Entomologia, Fitologia e Zoologia Agrícola. Piracicaba, São Paulo, 2002.

Glasser, C. M. Estudo da infestação do Estado de São Paulo por Aedes aegypti e Aedes albopictus. Dissertação de Mestrado da Faculdade Saúde Publica da USP. São Paulo, 1997.

Glasser, C. M; Gomes, A. C. Clima e sobreposição da distribuição de Aedes aegypti e Aedes albopictus na infestação do Estado de São Paulo. Revista Saúde Pública. São Paulo, v. 36, p. 166-172, 2001.

Halstead, S. B. Aedes aegypti: Why can’t we control it? Bull soc vector Ecol. v. 1113, p. 304-311, 1988.

Harrington, L. C; Edman, J. D; Scott, T. W. Why do female Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) feed preferentially and frequently on human blood? J. Med Entomol. v. 38, p. 411-422, 2001.

IAC – Instituto Agronômico de Campinas. Resenha agrometeorológica do Estado de São Paulo. Disponível em: < http:// www.iac.sp.gov.br > Acesso em 28 de abr. 2009.

KEATING J. An investigation into the cyclical incidence of dengue fever. Soc Sci Med. 2001;53:1587-97.

Setzer, J. Comissão Interestadual da Bacia Paraná-Uruguai. Centrais Elétricas do Estado de São Paulo. Atlas climatológico e ecológico do Estado de São Paulo. São Paulo, 1966.

SUCEN – Superintendência de Controle de Endemias. Manual de atividades para controle dos vetores de dengue e febre amarela, controle mecânico e químico. Secretaria de Estado da Saúde. São Paulo. v.1, 1993, p. 3-19.

Thavara, U, et al. Larval occurrence, oviposition be havior and biting activity of potential mosquito vectors of dengue on Samui Island, Thailand. J. Vector Ecol. v. 26, p. 172-80, 2001.

Trips, M; Shemanchuk, J. A. Effect of constants temperature on the larval development of Aedes vexans (Diptera: Culicidae). Can Entomol. v. 102, p. 1.048-1.051, 1970.

VASCONCELOS PFC. Epidemia de febre clássica de dengue causada pelo sorotipo 2 em Araguaína, Tocantins, Brasil. Rev Inst Med Trop São Paulo. 1993;35:141-8.

Watts, D. M, et al. Effect of temperature on the vector efficiency of Aedes aegypti for dengue 2 virus. Am J Trop Med Hyg. v. 36, p. 143-152, 1997.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Weekly epidemiological Record. Geneva 77:41-48, 2002. Disponível em: http://www.who.int/wer. Acesso em 28 de set 2003.

 


Ponencia presentada en el XI Encuentro Internacional Humboldt – 26 al 30 de octubre de 2009. Ubatuba, SP, Brasil.