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Asunto:NoticiasdelCeHu 725/09 - Considerações sobre a Presença da Imigr ação Portuguesa na Tijuca – RJ
Fecha:Domingo, 6 de Diciembre, 2009  18:17:53 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 725/09

 

Considerações sobre a Presença da Imigração Portuguesa na Tijuca – RJ.

 

Luiz Eduardo Azevedo

 

RESUMO.

 

A pesquisa tem como objetivo inicial e principal captar e entender a presença da população portuguesa atuante no bairro da Tijuca, situado na zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, bairro de grande importância e destaque para a urbe carioca. Portanto alguns pontos considerados importantes foram destacados sempre no intuito de promover o raciocínio em busca da questão central. Como assegurar que o Rio de Janeiro é português se antes disso não forem apontados os motivos que levaram a esta afirmação? Ainda que tal afirmação possa parecer plausível, entende-se que é preciso concluir algumas etapas primeiramente. Estas podem ser preenchidas quando indagamos a respeito da quantidade que esta população representa de onde vieram exatamente, que atividades profissionais exercem que condições o fizeram imigrantes para posteriormente analisar que aparelhos urbanos foram construídos por estes atores que reforçam o aspecto lusitano da cidade. Entretanto, não só de construções é feita a presença portuguesa na cidade, a criação de instituições portuguesas no Rio de Janeiro é muito vasta e aparece em variados setores como o da comunicação com os jornais, rádios, revistas, bibliotecas, casas regionais e também no campo da religiosidade com as igrejas e nos atendimentos a população como hospitais. Neste sentido verifica-se que grande parte desta infra-estrutura está localizada na Tijuca, o que é reconhecidamente diferenciado de outros bairros da cidade e de outros tipos de imigração pelo qual a cidade também recebeu. Com isto, o bairro aponta para uma dimensão portuguesa que deve ser avaliada com maior precisão.

 

ABSTRAC.

This research has the main and initial aim to understand the presence of the portuguese population who lives in Tijuca, in the north side of Rio de Janeiro, neighborhood with great importance to the metropolis of this city. Therefore, some important points were highlighted in order to promote the reason seeking the main question. How to be assure that Rio de Janeiro is not a portuguese city if before the reasons that led to this statement do not be appointed? Although this statement may be plausible, it is necessary to conclude some steps previously. These steps can be completed when we ask about the quantity of population that the portugueses represents, from where exactly they are from, wich Professional activities they work on and the conditions that made them immigrants, for afterward analyse wich urban items were constructed by all these people that strengthen the lusitanian aspect of Rio de Janeiro. However, the presence portuguese is not perceived only by the constructions on the city, the creation of portuguese institutions in Rio de Janeiro is very wide and appear in many sectors – for exemple in comunication with newspaper, radios, magazines, libraries, regional houses and also on religious field, comprehending the churchs and people who cares on populations like in hospitals. Thus, it appears that much of this infrastructure is located in Tijuca. This fact is recognized by it differentiation from others neighborhood in the city and other types of immigration that the city has received. Herewith, the neighborhood points to a portuguese dimension that should be evaluated with more precision.

 

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO.

 

Diante do objetivo principal, alguns eixos balizadores irão fundamentar a realização desta análise na figura dos objetivos secundários, a saber: A imigração Portuguesa para a cidade do Rio de Janeiro, como forma de entendimento do fenômeno, a instalação significativa destes imigrantes no referido bairro e os questionamentos que possam explicar, ou ao menos, entender a escolha deste bairro pela população em tela e por fim a análise das identidades lusitanas como a chamada portugalidade (EVANGELISTA, 2008) e a memória. Para contemplar tais objetivos, a pesquisa atenta a algumas questões importantes no processo de ocupação do espaço como a possivelmente a primeira grande presença desta população específica na Tijuca representada pelos jesuítas fundadores da Igreja São Francisco Xavier do Engenho Velho, uma vez que estes eram os donos de um terreno doado pelo fundador da cidade a Companhia de Jesus no Brasil. O terreno, onde funcionava uma fazenda de cana-de-açúcar tinha dimensões gigantescas, pois chegava as imediações do bairro de Inhaúma. Na abordagem da presença portuguesa na cidade do Rio de Janeiro e particularmente no bairro da Tijuca, este fato é um ponto de partida para tal análise. Antes mesmo de tocar no assunto imigração portuguesa, já por volta do século XVII os portugueses, na figura dos jesuítas, modificavam e atuavam no espaço tijucano. O plantio da cana-de-açúcar demandava infra-estrutura e uma modificação exercida pelo homem já ganhava contornos, pois o rio Trapicheiro teria seu curso desviado a fim de melhor abastecer o Engenho Velho. A ocupação portuguesa no recôncavo da Guanabara era mesmo promovida pelos jesuítas que ainda detinham a função de abastecer a zona central da cidade com alguns produtos alimentícios, o que aparentemente já pode ser entendido como relevante em termos de estratégia colonizadora, além da função latente de ocupação e proteção do território brasileiro, ou ao menos carioca.

São estes processos que interessam e são estes também que corroboram com a realização da interpretação e entendimento da atuação efetiva da presença portuguesa na porção em destaque na cidade.

Há ainda outros fatos que remetem a um passado longínquo que ganham valor durante a pesquisa. O ponto fundamental para entender o porquê da grande presença portuguesa na Tijuca ainda é um desafio a ser investigado, mas alguns fatores podem melhor elucidar a questão e a passagem dos jesuítas pelo bairro pode ser apenas o primeiro de muitos indícios durante a caminhada até o panorama atual.

 

Mapa da cidade do Rio de Janeiro. Destaque para o bairro da Tijuca. Disponível: www.citynet.com.br. Acessado em 08/06/2009.

 

DESENVOLVIMENTO.

 

            Conforme explicitado, a pesquisa irá elencar alguns pontos considerados de destaque no espaço tijucano que são de autoria ou demonstram de alguma forma a presença portuguesa neste singular bairro da cidade.

            No primeiro momento, logo quando se pensa em imigrante português e Tijuca, facilmente associa-se a grande quantidade de casas regionais portuguesas ou associações ligadas a tal comunidade no bairro. Porém, no intuito de obedecer a uma ordem cronológica, a pesquisa irá discorrer utilizando-se desta predisposição de fatos históricos.

Para cumprir tal determinação foi preciso resgatar o passado tijucano, pois assim seria possível tratar da presença portuguesa com mais sensatez e segurança. Neste sentido, a Tijuca sofreu sua ocupação inicial com os jesuítas que construíram suas benfeitorias e a imponente Igreja de São Francisco do Engenho Velho e assim podem ser os primeiros ocupantes portugueses em solo tijucano a terem uma atuação de destaque.

Ainda que não possamos falar em imigração portuguesa para o Brasil, uma vez que este país hoje formado não passava de mais uma colônia portuguesa, até a proclamação da república brasileira iremos tratar da chegada destes portugueses da mesma maneira, mesmo que seja necessário fazer este parêntese. Esta opção é justificada apenas por um motivo: a imigração portuguesa posterior a 1822 não se dá ao acaso, ou melhor, a chegada de portugueses depois de 15 de Novembro de 1822, agora sim imigrantes, corresponde a toda relação de ex-colônia e é resultante da estreita interação luso-brasileira construída desde sempre.

Assim, partindo destes encaminhamentos, durante os finais do século XVIII e início do XIX, a colônia brasileira era mantida com muita dificuldade por parte da metrópole portuguesa, visto que a falta de população para ocupar o território vasto era ínfima. O Rio de Janeiro era um ponto de extrema importância para a metrópole. De tão importante foi escolhido como nova sede da metrópole em 1808, pois a corte portuguesa estava de mudança diante da invasão francesa e, sobretudo napoleônica a Lisboa. Este fator foi revolucionário para a história da colônia brasileira e para o Rio de Janeiro.

Acredita-se que entre 10 e 15 mil pessoas integravam a corte, eram: nobres, conselheiros reais, militares, juizes, advogados, comerciantes e seus familiares, médicos, bispos, padres, cozinheiros, cavalariços (cocheiros), camareiros e pajens (pessoas nobres que acompanhavam o rei) (GOMES, 2007). A fuga contava com a nobreza, portanto um indício de uma imigração elitista junto com todo o aparato do estado português. Antes do século XIX e no seu decorrer, a imigração era colonial e caracterizada por um povo que tinha como função administrar e ocupar as terras coloniais. Eram donatários previamente escolhidos que recebiam missões da Coroa portuguesa para ocupar e defender a mais importante das colônias, o Brasil. Estes homens não pertenciam de forma alguma a classe pobre e desprivilegiada portuguesa, mas sim a elite econômica e social.

Até finais o século XIX a passagem de navio era cara permitindo apenas a vinda de imigrantes de uma classe abastada, filhos de gente rica, alfabetizados, o que nos remete a uma imigração seletiva. Até a chegada da Corte portuguesa no Rio de Janeiro a cidade recebia fundamentalmente imigrantes com disposição de serem pequenos empreendedores e profissionais autônomos, tinha muito que se construir e muitos afazeres. Ainda que juntamente com a chegada da Família Real chegassem os “caixeiros” que eram imigrantes portugueses originários de uma classe pobre, e vinham para trabalhar no cais do Porto e no auxílio da construção civil, porém não concretizavam a grande maioria populacional imigratória que pudesse traçar o perfil do conjunto. Por volta do ano de 1811 na cidade do Rio de Janeiro, portanto já com a Família Real no Brasil, era comum encontrar imigrantes portugueses maus quistos pela sociedade, já que praticavam arruaças e preocupavam as autoridades da época com a manutenção da ordem. Não eram apenas os imigrantes que provocam a preocupação da nobreza, mas também o grande numero de escravos e homens desocupados. Este fato também demonstra a presença de imigrantes de baixa renda na cidade.

 Sendo assim, não há como afirmar que não existiam imigrantes oriundos da classe menos abastada de Portugal, mas estes não eram tão representativos quanto. Se compararmos os dois momentos imigratórios, do início do século XIX e o segundo o início do século XX, veremos facilmente que existem diferenças latentes que delimitam as ondas imigratórias, mas não necessariamente separando-as e dividindo-as, mas sim fornecendo características únicas e traçando a continuidade dos acontecimentos, já que os fatos nunca estiveram separados, ou melhor, as temporalidades de imigrantes portugueses para a cidade em destaque se completam. O que se quer afirmar é que primeiro chegaram imigrantes, pessoas ligadas à corte e da nobreza, e somente em um segundo momento é que percebe-se a entrada dos pobretões vindos do Norte de Portugal.

Para equacionar esta conta mais precisamente na Tijuca, nota-se que alguns fatores podem sim exemplificar neste referido recorte espacial o que se reproduzia pelo restante da cidade, na realidade a Tijuca vai espelhar este fenômeno.

Depois da expulsão dos jesuítas, a Tijuca é um sertão despovoado e muito valorizado a época. A proximidade com o centro da cidade e o ar agradável e puro da Floresta da Tijuca, permitiu que nobres e aristocratas construíssem suas moradas nas encostas do vale tijucano. A rápida evolução urbana da cidade não permitiu este panorama por muito tempo e o crescimento econômico também tinha planos para o bairro. Já nos primeiros anos do século XX, em 1910 o português Albino Souza Cruz comprou uma antiga fábrica de rapé e transformou então na Souza Cruz, a famosa fábrica de cigarros instalada na Usina. Outras tantas fábricas ganharam destaque na Tijuca como a fábrica das Chitas na Praça Saens Peña e a fábrica de tecidos Maracanã. Porém algumas dessas contavam com a presença de imigrantes portugueses como a Fábrica de Fumos e Pape de Borel e Cia., e a própria Souza Cruz. Além de nomes sugestivos como a fábrica de tecidos Covilhã e a histórica farmácia Granado fundada por um português em 1870 de nome José António Coxito.

 

Mapa de Portugal. Destaque para os distritos do Norte, região de grande emigração portuguesa em especial para o Brasil e Rio de Janeiro. Disponível em www.observaport.org. Acessado em 08/06/2009.

 

Com a instalação de inúmeras fábricas na região era fácil imaginar que o bairro sofreria uma explosão populacional, principalmente de trabalhadores. Já encaminhado então os anos de 1910 na cidade, esta data confere exatamente com o período de maior entrada de imigrantes portugueses oriundos da região Norte de Portugal. Estes sim procuravam a todo custo uma ocupação na cidade e porque não na Tijuca.

As fábricas então geram muitos empregos e a Tijuca começa a ser ocupada densamente por uma população de baixa renda que não tem condições de moradia se não a ocupação das encostas e o conseqüente aparecimento das primeiras favelas. A favela do Borel apresentava indícios de moradores portugueses como a Dona Maria que tinha uma chácara (IBASE, 2006). O morro do Salgueiro também ficaria conhecido por este nome devido a Domingos Alves Salgueiro, um português que detinha uma fábrica de conservas na Rua dos Araújos, além de outras áreas na região. (IBASE,2006). Outra comunidade tijucana, a da Formiga, também apresenta resquícios de ocupação portuguesa, pois no inicio de sua formação próximo ao ano de 1911 a comunidade era basicamente formada por imigrantes vindos da Alemanha e Portugal. Além do ramo de tecidos apresentarem portugueses, estes se faziam presentes no setor de supermercados, o que só vem a reafirmar a aparência portuguesa. Esta época retrata bem a presença de trabalhadores portugueses espalhados pela cidade que prestavam serviços variados como: estivadores, carroceiros, vendedores ambulantes, sapateiros, padeiros, carvoeiros, carpinteiros, pedreiros, vendedores em armazéns e lojas comerciais.

 Todas estas ocupações eram importantes para o funcionamento da cidade e os imigrantes portugueses logo perceberam que se instalando nas grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo era mais rentável do que trabalhar nas fazendas de café ou no interior do país. São estes os pontos que reafirmar a presença portuguesa na Tijuca, pois andar pelas ruas deste referido bairro é constatar que até os dias atuais ainda é possível encontrar alguns destes estabelecimentos nas mãos de portugueses ou sob administração de seus filhos e descendentes.

Na cidade de São Paulo, ocorreu uma fácil construção de bairros temáticos, ou melhor, bairro de japoneses e de italianos que são rapidamente identificados. E no Rio de Janeiro? Este fenômeno não surge a tona por quais motivos? Talvez a grande presença portuguesa na cidade de uma forma clara e espaçada possa ser a resposta para tal questão. Como os portugueses se espalharam de uma forma muito grande pela cidade, este grupo não se concentrou em bairro algum e fizeram questão de estarem integrados na sociedade carioca, perdendo assim suas origens.

Mas é preciso ressaltar que a integração entre portugueses e brasileiros não é tão romântica quanto parece. Os tempos de mata - galegos passou e os imigrantes portugueses hoje estão totalmente integrados sim. Como a primeira onda de imigração portuguesa era tida e vista como o imigrante especulador de imóveis e dono das iniciativas empresariais, então associar a presença deste grupo como algo maléfico a sociedade vigente na época era natural. O fato do português ainda neste período ser visto como explorador e colonizador era explícito.

 

 

CONCLUSÃO.

 

Por fim, a exaltação da portugalidade no Rio de Janeiro é uma tentativa de deixar transparecer que a cidade tem uma forte presença portuguesa. Esta presença que vem justificar a portugalidade é encontrada na qualidade da cidade ser lusitana e gostar dos aspectos portugueses. Para complementar ainda, deve-se destacar que os portugueses se sentem portugueses no Rio de Janeiro, este laço foi construído ao longo de anos e por diversas pessoas e ainda encontra-se atuante. (EVANGELISTA, 2008).

Ainda no âmbito do resgate da presença portuguesa na cidade e particularmente no bairro elencado, a questão da memória envolve uma freqüência social importante, já que através desta mesma pode-se preservar a presença portuguesa no bairro e na cidade. Esta ainda envolve aspectos do passado que servem de resgate para os descendentes desta comunidade continuar a se fazer presente.

A questão da memória envolve um elemento importante para o desenvolvimento da pesquisa, pois quando se analisa este conceito, convém destacar que é um passo inicial para destacar mais a frente a identidade deste grupo social. Neste caso, optou-se por trazer à tona a memória como forma de afirmar que é um meio de resgatar e recordar as experiências do grupo social como membro da sociedade. Então, tal grupo tem sua inserção na sociedade e como forma de resgate de seu passado percebe na memória individual uma chance de rever a memória coletiva, uma vez que cada cidadão parte de sua própria vivência para reconstruir o passado.

Sendo assim, a memória é um ponto de vista do coletivo e ao mesmo tempo está ligada ao grupo familiar que por sua vez tende a se reproduzir em um espaço social como um bairro. É justamente na reconstrução da história de cada espaço que é possível definir a identidade e o caráter de cada bairro (MELLO, VOGEL,1984). A memória é também um caminho para o entendimento da construção do espaço tijucano, já que se os prédios e construções antigas são elementos de reconhecimento para interpretação do espaço, as pessoas, ou os agentes modeladores do terreno são da mesma forma representativos para tal questão, uma vez que quem modifica o espaço com os aterros, canalizações de rios, prédios e casas a Tijuca particularmente contou com a contribuição de alguns portugueses.

Sendo assim, a pesquisa traz aspectos que possam ressaltar esta presença portuguesa tão visível à população carioca, mas ao mesmo tempo deixada de lado pelos cariocas. Se algum bairro tiver que ser português, este de fato é a Tijuca. Não há como negar os traços, a presença pretérita e atuante no bairro, portanto porque não trazê-los à tona.

 

 

  

REFERÊNCIAS.

 

ARROTEIA, J.C. Aspectos da emigração Portuguesa. Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales. N°94(30), 2001.

CARDOSO, E.D. et al (1984): História dos bairros – Tijuca Grupo de Pesquisa em Habitação do Solo Urbano – PUR – UFRJ. Rio de Janeiro: João Fortes Engenharia / Index Editora.

CUNHA, N. V. História de Favelas da Grande Tijuca contadas por quem faz parte delas. Ed. IBASE e Agenda Social Rio. Rio de Janeiro, 2006. EVANGELISTA, H.A. Rio de Janeiro, uma cidade portuguesa com certeza: Uma proposta para manter a característica lusitana da cidade. Ed. E-papers. Rio de Janeiro, 2008.

FREITAS, S. M. Presença Portuguesa em São Paulo. Imprensa Oficial. São Paulo, 2006.

GOMES, L. 1808: Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. Ed. Planeta. 4ª reimpressão. São Paulo, 2007. 

LOBO. E.M.L. Migração Portuguesa no Brasil. Revista Brasileira de História. Editora Hucitec. São Paulo.vol.23, n°45, 2001.

Mar Português. Revista História Viva Grandes Temas. Duetto Editorial. Edição especial temática, n° 14, 2007.

OLIVEIRA, C.M.S. Saudades d´além mar: Considerações preliminares sobre a imigração portuguesa no Rio de Janeiro através da Revista Lusitânia (1929/1934). UFPb,2002.

OLIVEIRA, L.  L. O Brasil dos Imigrantes. 2 edição, Editora Jorge Zaher, Rio de Janeiro, 2002.

RIBEIRO, G. S. Mata Galegos: Os portugueses e os conflitos de trabalho na República Velha. Ed. Brasiliense. Coleção - Tudo é história, São Paulo,1990.

SCOTT. A.S.V. As duas faces da imigração portuguesa para o Brasil(décadas de 1820-12930). Congreso de Historia Económica de Zaragoza, 2001.

WEYRAUCH, C.S; MOTA. M.S. (orgs). Tijuca: memória, história e cultura. Departamento Cultural da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1999.

 


Ponencia presentada en el XI Encuentro Internacional Humboldt – 26 al 30 de octubre de 2009. Ubatuba, SP, Brasil.