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Asunto:NoticiasdelCeHu 594/09 - Derrota de Obama nas eleiçoes afegas
Fecha:Martes, 25 de Agosto, 2009  21:45:12 (-0300)
Autor:Noticias del CeHu <noticias @..............org>

NCeHu 594/09

www.centrohumboldt.org


Nota dos Editores
Derrota de Obama
Nas eleições Afegãs

Os Editores - 25.08.09
www.odiario.info

Os primeiros resultados parciais das eleições presidenciais afegãs, revelados pela Comissão Eleitoral Independente (constituída por estrangeiros) desmentem as previsões optimistas da Casa Branca.
Washington afirmou durante meses que a ida às urnas do povo afegão confirmaria o avanço da democratização do país, conferindo legitimidade ao regime instalado em Kabul.
Aconteceu o contrário. Contados 11 % dos votos emitidos, o presidente Hamid Karzai recebeu apenas 10 mil votos mais do que o principal adversário, Abdullah Abdullah. Os resultados definitivos somente serão divulgados em Setembro, mas a esperança da maioria absoluta esfumou-se.
Não obstante terem sido mobilizados 300 000 soldados e polícias (100 000 estrangeiros) para «garantir a democraticidade do processo» somente votaram 5 dos 17 milhões inscritos nos cadernos eleitorais. Essa percentagem oficial não merece aliás credibilidade. Segundo os enviados especiais dos media ocidentais, o governo de Karzai montou uma gigantesca fraude. As mulheres foram inscritas pelos maridos e pais e a venda de cartões de eleitor falsos a seis euros cada excedeu centenas de milhares.
Nos EUA as criticas, ultimamente insistentes, à estratégia de Obama para a Ásia Central – vão aumentar. A abstenção maciça do povo afegão configura uma derrota grave da sua politica para a Região. Ganhar a guerra no Afeganistão é uma prioridade nessa política.
Na tarde das eleições, após receber informações falsas, o Presidente qualificou-as de «êxito da democracia». A Chanceler Ângela Merkel, o Presidente Sarkozy e o Primeiro-Ministro Gordon Brown apressaram-se a imitá-lo. Foi uma euforia prematura. Nem sob a pressão das baionetas norte-americanas os afegãos deram o seu aval à grande farsa dramática promovida no seu pais pelo imperialismo.
No Pentágono os generais começaram já a discutir as opções possíveis para uma situação que não haviam previsto. A ofensiva militar no Helmand fracassou, as baixas americanas e britânicas aumentam e os assessores de Obama temem que os ataques às tropas da NATO e dos EUA se multipliquem. Se a lei eleitoral for cumprida, a segunda volta das eleições será em Outubro. Ora tudo indica que a situação de caos irá aprofundar-se e alargar-se em quase todo o país.
O desaire da política dos EUA, secundados pelos seus aliados, é também um desaire para a NATO - que tem procurado arregimentar um exército multinacional para legitimar a sua intervenção militar e política no propósito de controlar a Ásia Central.

OS EDITORES DE ODIÁRIO.INFO







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