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Asunto:[encuentrohumboldt] 16/14 - CRISE, A CIDADE, O URBANO E A TERCEIRA MARG EM: PONTOS DE CISALHAMENTO E EVASÃO DO CONTEMPORÂNEO
Fecha:Jueves, 10 de Julio, 2014  01:45:22 (-0300)
Autor:Encuentro Humboldt <encuentro @..............org>

A CRISE, A CIDADE, O URBANO E A TERCEIRA MARGEM:

PONTOS DE CISALHAMENTO E EVASÃO DO CONTEMPORÂNEO

 

 

Doutorando Gilvan Charles Cerqueira de Araújo

Universidade Estadual Paulista – Campus Rio Claro

Rio Claro, São Paulo (Brasil)

 

Mestrando Nathan Belcavello de Oliveira

Universidade de Brasília / Ministério das Cidades / Centro Humboldt

Brasília, Distrito Federal (Brasil)

 

 

O mundo contemporâneo está na berlinda de intensas e complexas teorias analíticas sobre nuanças, fenômenos e situações ocorridas em seu cerne. Destas propostas de visão do mundo atual, há propostas que procuram cobrir a questão da aceleração do tempo e encurtamento dos espaços (HARVEY, 2004); a elaboração de novos paradigmas epistemológicos que abarquem o cerne dos fenômenos da sociedade contemporânea (COSTA; SUZUKI, 2012); ou a proposição de renovadas esteiras de compreensão sobre nosso mundo, na emergência de um novo paradigma social, político, econômico e cultural (SOUSA SANTOS, 2005). Em geral o que estas colocações têm em comum é a unicidade discursiva da ocorrência de um momento de transição, uma fresta cisalhada por um feixe diversificado de situações, de vetores, de atores e de agentes que, juntos, compõem um quadro de ruptura ou, como comumente mais se identifica, de crise, conceito tão antigo quanto sua aplicação nos mais diversos meios e circunstâncias.

Isto significa dizer que, nas diferentes áreas do conhecimento e da vivência, assistimos a uma profusão de postulados que procuram abranger, cada qual a seu modo e por meio de suas explanações, as dissidências desta crise central. Ou seja, vemos tal preocupação com o atual momento em relação à Educação, à Economia, às Comunicações, à Política, ao capitalismo especulativo, entre outras áreas.

No caso da Geografia, ou melhor, do pensamento geográfico, é possível vislumbrar esta chegada de preocupação com o momento de transformações da contemporaneidade em relação aos estudos concebidos desde a Geografia Urbana. Neste ponto se enquadram diferentes autores que trouxeram para o debate a cidade e o urbano, ambos inseridos no entendimento de estarem em um momento de ampla transição de configuração, formas, processos e características, são eles: Wolf von Eckardt (1975), Ermínia Maricato (2001), Aldo Paviani (2010), David Harvey (1980), Ana Fani A. Carlos (2004), entre outros.

Para o desenvolvimento de nossas análises foram elaboradas repartições visando melhor expor as ideias e argumentos que compõem o seu âmago temático. Desta maneira, inicia-se a exposição com o debate sobre a crise propriamente dita, o entendimento deste termo desde o seu fundo etimológico até sua aplicação pelo pensamento filosófico, científico e político, salientando seu uso pela Geografia. Após esta primeira etapa, traz-se para a discussão a cidade e o urbano, com algumas das teorias que os inserem no contexto de crise atual, buscando compreendê-la, principalmente no Brasil. Por fim, analisar a crise no âmbito da cidade e do urbano, com foco nos discursos e nas ações, ou seja, teoria e prática, que buscam entendê-la e se apresentam como críticas apocalípticas; proposições mitigadoras, que visam dar solução às consequências momentâneas, sem modificar suas causas; proposições utópicas, ou seus simulacros aplicados, que se baseiam em ideais; ou aquilo que denominamos como terceira margem, as possiblidades de superação da crise pela união dos seus extremos.

 


 

  Esta ponencia será expuesta durante el XVI Encuentro Internacional Humboldt, a desarrollarse entre los días 06 y 10 de octubre próximos en San Carlos de Bariloche, provincia de Río Negro, Argentina.