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Asunto:[encuentrohumboldt] 312/10 - AVALIAÇÃO DO ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIEN TAL NA ESCOLA MUNICIPAL JURGLEIDE ALVES SAMPAIO NO MUNIC ÍPIO DE AÇAILÂNDIA – MA – BRASIL.
Fecha:Martes, 21 de Diciembre, 2010  09:26:22 (-0300)
Autor:Encuentro Humboldt <encuentro @..............org>

NCeHun 312/10
 

AVALIAÇÃO  DO ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

NA ESCOLA MUNICIPAL JURGLEIDE ALVES SAMPAIO NO MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA – MA – BRASIL.

                                                                           

    

 

 

Lindoracy Maciel Bezerra

AGB-Imperatriz-MA

Universidade Estadual do Maranhão – UEMA – Açailândia - MA

 

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo avaliar o ensino de Educação Ambiental no 5º Ano da Escola Municipal Jurgleide Alves Sampaio no município de Açailândia – Maranhão / Brasil. A pesquisa partiu da necessidade de se conhecer como os professores trabalham a educação ambiental no contexto escolar. Para tanto houve a necessidade de avaliar as metodologias aplicadas em sala de aula, no sentindo de perceber se essas atividades contribuem para a formação de alunos sensíveis as questões ambientais dentro de uma visão holística. A partir deste diagnóstico foi possível observar o comprometimento dos alunos com as questões ambientais. Sabe-se que a educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos através de um processo pedagógico participativo permanente que deve incutir no educando uma consciência reflexiva sobre a problemática ambiental. Nesse sentido trabalhar a educação ambiental no ensino fundamental propicia meios que incentive o educando o gosto e prática de conservação e proteção ambiental. Para o desenvolvimento desta pesquisa utilizou-se pesquisa de campo com observação direta no local de realização do trabalho e aplicação de questionários a alunos e professores. Conclui-se que os educadores têm conhecimento sobre a Educação Ambiental e que os mesmos contribuem para a formação de alunos críticos, reflexivos, e atuantes na conservação do ambiente escolar.

 

Palavras-chave: Educação Ambiental. Avaliação. Educação.

 

Summary
This study aims to evaluate the teaching of Environmental Education in the 5th year of the School Jurgleide Alves Sampaio in the city of Açailândia - Maranhao, Brazil. The research started from the need to know how the teachers work in environmental education in the school context. For this purpose it was necessary to evaluate the methodologies applied in the classroom in order to understand whether these activities contribute to the formation of students sensitive environmental issues within a holistic vision. From this diagnosis it was possible to observe the students' commitment to environmental issues. It is known that environmental education constitutes a comprehensive education, which aims to reach all citizens through a continuing participatory educational process that should instill in the student a conscious awareness about environmental issues. In this sense the environmental education work in primary education provides the means to encourage the student's taste and practice of conservation and environmental protection. To develop this research used field research with direct observation in place of the work and questionnaires to students and teachers. It is concluded that educators are knowledgeable about environmental education and that they contribute to the formation of students' critical, reflexive, and active in environmental conservation education.


Keywords: Environmental Education. Evaluation. Education.



 

 

1 Descrição e contexto do objeto de avaliação:

 

            O Estado do Maranhão tem a base econômica fixada na pecuária, agricultura e extrativismo, dos 217 municípios, 32 estão localizados na área da Amazônia legal zona de conflitos, causados pela forma como  são explorados os recursos naturais.

            Açailândia - MA, está situada na região sudoeste do estado, possui população de 96.670 mil habitantes, a economia tem como base à pecuária, o extrativismo vegetal e a siderurgia. No ano de 2003 o município sancionou a Lei 223, que dispõe sobre a Política Municipal do Meio Ambiente, com o intuito de promover ações que sensibilize e mobilize a sociedade para o embate das causas ambientais uma vez que, a região integra a zona de conflitos causados pela extração desordenada dos recursos naturais.

A Escola Municipal Jurgleide Alves Sampaio, área delimitada para o  estudo localiza-se no bairro Getat, próximo ao centro da cidade. Foi fundada em 1995, tem em seu corpo docente 15 professores,  1 diretora, 3 coordenadores pedagógicos, 2 auxiliares administrativos (Licenciados), o aporte físico foi reformado há 3 anos e atualmente a escola tem 09 salas de aula, 1 sala de vídeo e 1 laboratório de informática. 01 secretaria, 01 sala para professores, 01 cantina, 01 cozinha com dispensa, 01 sala para materiais esportivos, 01 almoxarifado, 01 banheiro para professores, 01 banheiro para pessoas especiais, 05 banheiros feminino com 03 pias, 04 banheiros masculino com 03 pias, 01 mictório, 01 quadra de esportes, 01 refeitório.

 

Figura 01: Refeitório da Escola

Fonte: Pesquisa de campo

 

2   A educação como mudança de paradigma

Reigota (2002) nos afirma que estamos vivendo em meio a uma crise ambiental e tecnológica. A natureza tem sido cada vez mais atingida pelo homem, interrompendo um equilíbrio conquistado em milhões de anos de evolução. O desafio de hoje é, portanto, garantir qualidade e dignidade de vida para a nossa geração e para as gerações futuras, imbuídos de um senso crítico voltado à questão ambiental.

 Reigota (2002) afirma ainda que a educação como meio de difusão de conhecimentos corresponde ao veículo mais rápido para a propagação de idéias, desse modo, utilizar este meio incorporando um trabalho pedagógico que visa à interdisciplinaridade e a ética são etapas a ser desenvolvidas continuamente nos diferentes estágios educacionais.

A educação ambiental deve procurar estabelecer uma "nova aliança" entre a humanidade e a natureza, uma "nova razão" que não seja sinônimo de autodestruição e estimular a ética nas relações econômicas, políticas e sociais. Ela deve se basear no dialoga entre gerações e culturas em busca da tripla cidadania: local, continental e planetária, e da liberdade na sua mais complexa tradução, tendo implícita a perspectiva de uma sociedade mais justa tanto em nível nacional quanto internacional (REIGOTA, 2002).

No Brasil, a prática da educação ambiental foi estabelecida com a criação da Lei n° 9.795 de 27 de abril de 1999. Essa lei conceitua educação ambiental (Art.l°) e inclui como componente da educação nacional, em todos os processos educativos e garante espaço para a inserção no âmbito da educação formal e informal (Art. 2°) ela também incube todos os setores da sociedade como sendo o responsável pela propagação do desenvolvimento de uma consciência crítica, participativa e ambientalmente correta.

            As preocupações com as questões ambientais são citadas na Constituição Federais quando em seu artigo 225 diz “todos tem direitos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder púbico e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

 Em consonância com esse parecer é sancionada a Lei N 9.795/99 que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental que em seu Artigo primeiro conceitua a educação ambiental como os processos por meio dos quais o individuo e a coletividade constrói valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

            A educação ambiental, como método de ensino está diretamente relacionado ao movimento ambientalista, pois é fruto da conscientização da problemática ambiental. A ecologia como ciência global, trouxe a preocupação com os problemas ambientais, surgindo à necessidade de se educar no sentido de preservar o meio ambiente. 

            A educação ambiental é um novo fazer pedagógico, um espaço de reflexões das ações do homem no seu meio ambiente. O ambiente, antes considerado restrito ao espaço físico, agora engloba toda a rede de inter-relações complexas que regem as relações humanas com as culturais, sociais e políticas. Nesse contexto, o modelo de desenvolvimento que se vive, espalha muitas contradições, como a concentração de rendas de poucos e a pobreza de muitos, as grandes plantações de grãos e a fome, o desemprego e a perda da auto-estima e da identidade cultural, a devastação do meio ambiente físico, dos ecossistemas e a perda irreparável da biodiversidade.

            Para Leff (2002), o resultado do processo de desenvolvimento social de um grupo, um povo, uma nação equivale ao aprimoramento dos valores adquiridos pelo mesmo, isto é, Cultura. O desenvolvimento leva a modificação dos lugares pelas sociedades, que também fazem parte do ambiente, pois o meio ambiente não e apenas a combinação dos componentes da natureza como relevo, solo, clima, vegetação, entre outros, mas constituídos também de pessoas.

 

”. 

 

Figura 02: Sala de aula

Fonte: Pesquisa de campo

 

Segundo Leff (2002, p.08), “A escola se apresenta como o melhor ambiente para implementar a consciência de preservação do meio”.   Nesse contexto, a educação ambiental é neste momento o instrumento para essa transformação. Para isso estão em construção metodologias e materiais didáticos e de divulgação, alavancados pelas práticas que buscam a formação de novos valores nesse processo de transformação do ser humano com o desenvolvimento de hábitos e atitudes, que levam a melhoria da qualidade de vida, a recuperação e conservação do meio ambiente, a proteção do planeta para as gerações futuras em um processo de permanente reflexão – ação – reflexão.

A educação deve permear condições necessárias que proporcione ao homem uma concepção  que o homem é a própria natureza. A escola deve mediar o desenvolvimento da cidadania, através de um ensino ativo e participativo para a formação da consciência ambiental.

Para Penteado (2001) é na tensão entre a necessidade de garantir o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado com o bem de use comum da população e sociedade, que se ampliam as relações de cidadania e meio ambiente. Essa relação ocorre principalmente, quando no contexto do processo de mediação de interesses e conflitos entre atores sociais que agindo sobre o meio físico, natural é construído.

Penteado (2001) diz que cidadania diz respeito ao estado de Direito que ganha pouco nas sociedades em que a organização política (o poder de tomar as decisões e de administrar a vida Publica) se orienta por princípios democráticos. De acordo com tais princípios, a população como um todo, compreendida nos seus mais diferentes seguimentos, tem o direito de participar da tomada de decisões e da administração da vida pública, seja indiretamente por intermédio de representantes por ela própria escolhida, seja diretamente de formas organizadas de participação coletivas nessas tarefas.

Penteado (2001), nos fala ainda que as desigualdades sociais, a impunidade da elite, o clientelismo político, a ineficiência do sistema educacional são fatores que tornam o exercício da cidadania um constante desafio. Aumenta-se esse desafio, quando se constata que independente do seu grau de escolaridade o brasileiro não consegue estabelecer nexos entre o atual estilo de desenvolvimento praticado no pais e os problemas ambientais observados em diferentes localidades do território nacional.

Para Penteado (2001)

(…) A educação ambiental é um processo de aprendizagem gradativa, contínuo e respeitador de sua cultura e de sua comunidade. Deve ser um processo crítico e político com a preocupação de transmitir conhecimentos a partir da discussão e avaliação feita pelo aluno da sua realidade individual e social na comunidade em que vive.

Neste sentido, a autora aponta que, para que os diferentes seguimentos sociais tenham condições efetivas de intervir no processo e gestão ambiental é essencial uma prática  educacional fundamenta não só na utilização dos recursos naturais de forma racional, mas também na participação dos cidadãos nas discussões e decisões  sobre a questão ambiental.

Reigota (2002) diz que a educação é a condição básica para o progresso de qualquer povo, no âmbito da conservação da natureza, a educação  ambiental tem um papel decisivo, uma vez que todos os esforços para a conservação da natureza será em vão se o ser humano não tiver real consciência de sua necessidade. Neste contexto, a educação ambiental é ferramenta fundamental para os programas de conservação dos sistemas naturais e do homem.

A formação desse saber ambiental deve ser um pressuposto básico da escola uma vez que, a realidade a ser transformada está vinculada a valores e padrões mantidos no seio da sociedade e a quebra do paradigma dos recursos inesgotáveis e de um meio ambiente sempre pronto a se reconstituir, se dará quando a educação ambiental se fizer presente nos currículos elaborados e aplicados nas instituições educacionais e na práxis dos educadores. 

 

Figura 03: Professores da escola

Fonte: Pesquisa de campo

 

A escola em estudo apresenta um Projeto Político Pedagógico elaborado pela comunidade discente e docente. Em relação ao ensino de educação ambiental, a comunidade escolar ainda vê a disciplina como complemento às demais, ou seja, é ministrada geralmente pelo professor de geografia e ciências como tema transversal, onde a disciplina não possui uma carga horária definida. 

 

2  Apresentação e análise dos dados da pesquisa:

 

2.1 Questionário aplicado ao professores:

 

Gráfico 01

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Observa-se que os professores não concebem a Educação Ambiental como uma disciplina formal, entretanto, concebe a importância da mesma, como objeto de conscientização para a solução dos problemas ambientais.

 

Gráfico 02

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Observa-se que a grande maioria dos professores está buscando capacitação na área de Educação Ambiental, o que vem refletindo na realização dos trabalhos desenvolvidos com os alunos.

 

Gráfico 03

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Os projetos desenvolvidos na escola vêm despertando e sensibilizando nos alunos mudanças de comportamentos em relação ao trato e conservação do meio em que vivem.

 

Gráfico 04

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      A falta de material didático interfere no andamento do trabalho, uma vez que, têm que se buscar meios alternativos e a disponibilidade de tempo é reduzida, devido à cobrança da carga horária dita formal.        

     

Gráfico 05

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Observa-se que o que está sendo trabalhado na escola em relação ao meio ambiente, faz com que o aluno sinta-se integrado ao ambiente, no entanto, essa não é a visão homogênea da sala que ainda tem um conceito de ambiente fragmentada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.2 Questionário aplicado aos alunos:

 

Gráfico 01:

      Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Observa-se que os alunos têm conhecimento da importância da Educação Ambiental e demonstraram esse conhecimento na prática, conservando o ambiente escolar arborizado e limpo.

 

Gráfico 02:

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Observa-se que a escola está desenvolvendo ações voltadas à conservação do meio ambiente, e apesar de não está explícito o tema no Projeto Político Pedagógico é priorizado a Educação Ambiental na Escola.

 

Gráfico 03:

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      O desenvolvimento de projetos e atividades realizado na escola voltado para as questões ambientais está sensibilizando alunos, professores e comunidade para a prática dessas ações dentro do ambiente escolar.

 

Gráfico 04:

Fonte: Pesquisa de Campo

 

      Os alunos procuram em suas ações diárias manter a escola limpa, o que denota que os alunos estão absorvendo a importância de se colocar em prática os conteúdos trabalhos.

 

 

Gráfico 05:

Fonte: Pesquisa de Campo

 

Observa-se que os professores utilizam os recursos disponíveis na escola em suas atividades, propiciando ao um ambiente de motivação ao qual sensibiliza à prática da educação ambiental no ambiente escolar.

 

 

3              Considerações Finais

 

A educação é a base para o desenvolvimento de um país, pois através dela as pessoas têm subsídios para exigir seus direitos e cumprirem os seus deveres, ou seja, as pessoas têm condições de desempenhar o seu papel de cidadão. A educação ambiental inserida no ensino formal visa promover o conhecimento dos problemas relacionados do ambiente, para que o aluno seja multiplicador de informações e mude sua postura no trato com o ambiente além de gerações futuras possam usufruir desses bens oferecidos a cada homem.

A educação ambiental deve orientar-se para a comunidade e procurar incentivar o indivíduo a participar ativamente da realidade ambiental.

A escola é fundamental para desenvolver este incentivo. Especialmente se a educação começa cedo e faz a criança refletir sobre as coisas, sobre o meio. Ter noção de que sua atitude faz a diferença, não só para ela, mas para a sua família, seus amigos e a comunidade. A escola é o espaço social onde o aluno dará seqüência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. É importante lançar esta sementinha ainda na criança, estimulá-la a pensar sobre os problemas, sobre as formas de solucionar.

A partir da investigação, conclui-se que:

Em relação aos professores:

·         Têm conhecimento sobre Educação Ambiental;

·         Realizam projetos em Educação Ambiental;

·         Participam de cursos de capacitação e formação em Educação Ambiental;

·         São incentivados e motivados;

·         Realizam trabalhos extramuros voltados para a conservação do meio ambiente;

Em relação aos alunos:

·         Dá importância para a formação de alunos críticos e reflexivos;

·         São sabedores da necessidade de se realizar projetos ou atividade que envolva os alunos na discussão;

·         Os professores são capacitados para trabalhar a educação ambiental dentro do contexto holístico;

·         Os alunos têm conhecimento do que é Meio Ambiente;

·         Os alunos possuem uma visão holística do Meio Ambiente;

·         Os alunos conservam o ambiente escolar limpo;

·         Os alunos desenvolvem ações dentro da escola colocando em prática os conceitos de conservação do meio ambiente.

 

4      Recomendações

 

Diante dos resultados apresentados recomenda-se:

·         Que o professor continue buscando formas de ampliar esses conhecimentos em educação ambiental;

·         Que o professor continue desenvolvendo projetos e atividades que envolvam os alunos, buscando sensibilizá-los para as causas ambientais;

·         Que os alunos continuem colocando em prática atitude de proteção e conservação do meio ambiente.

 

 

 

5              Referências

 

GUERRA, Antônio José Teixeira; CUNHA, Sandra Batista da. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 3 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

 

LEFF, Henrique. Epistemologia Ambiental. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

 

NASCIMENTO, Evangelista Mota. Açailândia e sua História. Imperatriz: Ética, 1998.

 

PENTEADO, Heloisa Dupas. Meio Ambiente e Formação de Professores: questões da nossa época. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

 

PREFEITURA DE AÇAILÂNDIA. Poder Legislativo e Poder Executivo.  Código de Postura do Município de Açailândia. Açailândia: Câmara Municipal de vereadores, 1990.

 

REIGOTA, Marcos. Meio Ambiente e Representação Social. Questões da nossa época. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

 

ROCCO, Rogério. Legislação Brasileira do Meio Ambiente. 2 ed. São Paulo: DP&A, 2005.

 

 

 

Ponencia presentada en el XII Encuentro Internacional Humboldt "El Capitalismo como Geografía", La Rioja, Argentina - 20 al 24 de setiembre de 2010.

 





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