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Asunto:[encuentrohumboldt] 5/10 - As mudanças climáticas e uma nova geografia da fome
Fecha:Sabado, 6 de Febrero, 2010  12:23:41 (-0300)
Autor:Encuentro Humboldt <encuentro @..............org>

As mudanças climáticas e uma nova geografia da fome

                                                                                                                                            

 

 

Gabriele Medeiros dos Santos1

 

RESUMO

 

 

Para Porto-Gonçalves e Alentejano (2009), crise agrária volta a ocupar as manchetes dos grandes meios de comunicação e a agenda política em todos os níveis. Manifestações populares em vários países do mundo contra o aumento dos preços dos alimentos parecem ter acordado aqueles que acreditavam que a questão agrária havia sido superada pela revolução nas relações sociais e de poder por meio da tecnologia impulsionada pelas grandes corporações.

 

Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a contínua alta nos preços dos produtos agrícolas como trigo, milho, arroz, feijão, soja e outros será motivada por uma série de fatores, alguns com maior peso que outros. A conjugação desses fatores resultou na crise mundial de alimentos. Alguns dos possíveis fatores são: o aumento na produção de agrocombustíveis; o aumento nos custos dos insumos agrícolas; a especulação no mercado financeiro e de commodities; os fatores climáticos que afetam a produção; o aumento na demanda por alimento e a redução da reserva de terras para a produção de alimentos.

 

O objetivo deste trabalho foi desenhar um cenário possível para a produção e distribuição de alimentos para a população, em função das mudanças climáticas.  O método utilizado foi a revisão bibliográfica de livros e artigos científicos ligados ao tema escolhido.

 

Concluiu-se que o preço final da cesta básica para o consumidor tende a aumentar e um dos fatores que mais contribuirá para essa alta será o aumento no preço dos alimentos essenciais ao consumo da população brasileira como a carne, o arroz, o feijão e o óleo de soja, que ocorrerá em virtude das mudanças climáticas.

 

 

Palavras-chave: agricultura, crise alimentar, fome, modelo de desenvolvimento, segurança alimentar

                                                                                                                                                                                           

1 - Acadêmica do Curso de Geografia do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Juiz de Fora e Bolsista da Embrapa Gado de Leite, cidade: Juiz de Fora – Minas Gerais – Brasil – E-mail: gms021@hotmail.com.br ou e-ant@cnpgl.embrapa.br

Dra. Elizabeth Nogueira Fernandes: Orientadora: pesquisadora da Embrapa Gado de Leite, cidade: Juiz de Fora, Minas Gerais – Brasil – E-mail: nogueira@cnpgl.embrapa.br

João Batista Villas Boas Simoncini: Orientador: professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, cidade: Juiz de Fora, Minas Gerais – Brasil. E-mail: vbsbrasil@hotmail.com

 


 

Climate change and a new geography of hunger

                                                                                                                                            

 

 

 

SUBSTRACT

 

 

 

The agrarian crisis occupies again the headlines of major media and political agenda at all levels. Popular demonstrations against the increase in food prices in several countries of the world appear to have awakened those who believed the issue had been overcome by the agrarian revolution in social relations and power through technology driven by large corporations.

 

According to FAO, the continuing high prices of agricultural products like wheat, maize, rice, soybeans and others will be motivated by a number of factors, some with more weight than others. Some of the possible factors are the increase in the production of agrofuels, the increasing costs of agricultural inputs, the speculation in the financial market and commodities, the climatic factors that affect production, the increase in demand for food and the reduction of the reserve land for food.


         The objective of this study was to draw a possible scenario for the production and distribution of food to the population, according to climate change. The method used was a literature review of books and scientific articles relating to the subject chosen.


         It was concluded that the final price of basic food basket for the consumer tends to increase and one of the factors that most contribute to this high is the increase in price of essential food for consumption by the population as meat, rice, beans and oil soybean influenced by the climate change.

 

 

Key words: agriculture, food crisis, hunger, development model, food safety

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

 

Em trecho de matéria publicada pela revista IHU On-line (Instituto Humanista Unisinos), em 24/04/2008, Fernandes (2009) relata que “de Porto Príncipe a Cabul, passando por Cairo ou Manila, milhões de pobres do mundo sofrem o flagelo do descomunal aumento dos preços dos alimentos básicos como o leite, o arroz ou o pão. Os desajustes do mercado global tiraram deles a subsistência e se lançaram massivamente às ruas para exigir de seus governos uma solução para a maior inflação dos alimentos da história, que ameaça multiplicar as revoltas, até agora isoladas.”

 

As causas do desajuste são conhecidas e entre elas estão as condições climáticas. A ONU publicou naquela semana, um relatório em que recomenda a volta à agricultura tradicional, o uso de métodos ecológicos e o consumo local. Na contramão, os defensores do progresso tecnológico dizem que a diminuição das colheitas e o aumento da população mundial são duas questões que dificilmente se resolverão com a agricultura em pequena escala. Acreditam que hoje é possível uma segunda revolução verde, cujos avanços tecnológicos multiplicam, como aconteceu nos anos sessenta, a produtividade das colheitas. E acreditam que a crise do preço dos alimentos oferece a conjuntura ideal para lançar a nova revolução com sementes melhoradas e modificadas geneticamente.

 

As mudanças climáticas previstas para as próximas décadas como resultado do aquecimento global vão colocar em risco a produção agrícola no Brasil. A problemática agrária volta a ocupar as manchetes dos grandes meios de comunicação e a agenda política em todos os níveis. Manifestações populares em vários países do mundo contra o aumento dos preços dos alimentos parecem ter acordado aqueles que acreditavam que a questão agrária havia sido superada pela revolução nas relações sociais e de poder por meio da tecnologia impulsionada pelas grandes corporações.

 

            A disponibilidade de alimentos básicos não tem acompanhado o ritmo de crescimento também da população brasileira. Os dois principais gêneros alimentícios da dieta básica dos grupos de menor renda no Brasil são o feijão e o arroz. Esses dois produtos, em combinação, tem um grande valor nutritivo e juntos contem fonte principal dos nutrientes de que o brasileiro precisa. Somado a eles, o milho e o trigo compõem a cesta alimentar da maioria do povo brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mudanças Climáticas e os impactos sócio-econômicos sobre a alimentação básica no Brasil

 

Para onde caminha a produção de alimentos de base para a subsistência e o quão impactantes as mudanças climáticas serão para os hábitos alimentares da população brasileira? Ainda há algo que se possa fazer hoje, para amortecer sofrimentos futuros? O que pode ser feito em políticas públicas agora a fim de evitar a crise alimentar de que tanto se fala e cuja insegurança já nos ronda? Em busca de respostas para estas perguntas, buscamos compreender o que se passa no cenário climático atual,  como atuar nos erros presentes a fim de diminuir prejuízos futuros, uma vez que os erros do passado já podem ser sentidos com toda  força.

Gore (1993) nos alerta para o colapso do sistema ecológico que se choca com os conceitos civilizatórios e que os danos oriundos disso serão extremos e sentidos em longo prazo. Entretanto,  quando o assunto é aquecimento global, segundo Florit (2004) muitas são as vertentes que merecem análise de suas propostas.

Duas destas correntes de pensamento divergem até certo ponto a respeito das verdadeiras causas das mudanças climáticas. A primeira, vê claramente a tendência à mudança climática e sugere alterações significativas, tanto na tecnologia usada hoje, quanto no modo de vida, e atribuem parcela de culpa também à mídia que veicula o embate entre política e ciência, distorcendo o enfoque do conflito em favor de incertezas políticas que geram efeito paralisante na população já habituada ao status quo.

Uma outra corrente, afirma que a mudança climática é oriunda de um ciclo natural e que o próprio ambiente se encarregará de reverter os males. Porém, independentemente da corrente que se siga, é de comum acordo o alerta para uma eminente mudança na dinâmica do planeta. A última corrente sugere ainda que questões regionais podem se tornar globais e para exemplificar, Gore (1993) cita que a região siberiana uma vez degelada revelará grande potencial agrícola para a região, por outro lado aumentará o nível oceânico inundando diversas áreas litorâneas.

Todas as mudanças nos padrões climáticos até então observadas ocorreram com variações de temperatura de apenas 1 ou 2º C. Contudo, já no final do séc XX, estamos verificando a elevação três ou quatro vezes as temperaturas globais, causando mudanças nos padrões climáticos que, provavelmente, produzirão enorme impacto sobre as civilizações (Gore 1993).  Em virtude disso, sociedades pobres, no seio de uma civilização rica e desenvolvida estão sendo submetidas a enorme sofrimento, em parte como conseqüência daquele desvio de padrão climático, seja qual for a sua causa.

 

O IPCC (2007), no seu quarto relatório, apresentou o resultado dos estudos das tendências do comportamento da temperatura nos próximos anos com base em modelos de clima para o dobro de CO2. Buscou-se entender quais seriam os efeitos do aquecimento global na agricultura, mais especificamente na produção de produtos da cesta básica brasileira, alterando sua cultura alimentar popular.

 

Assad e Pinto (2008) ao avaliarem os impactos das mudanças climáticas na agricultura observaram que o aumento da temperatura pode provocar, de modo geral, uma diminuição, no Brasil, das regiões aptas para o cultivo dos grãos e, por conseqüência, no valor da produção. O importante é ressaltar que a situação se tornará realmente drástica se nada for feito hoje no sentido de mitigar os impactos negativos sobre a agricultura. Aos envolvidos com o planejamento e gestão das atividades agrícolas caberá a busca de técnicas mais sustentáveis de manejo dos recursos naturais.

A base da agricultura são os recursos naturais, entretanto, estes sempre foram vistos como “recursos renováveis”, embora esta renovabilidade não estivesse inserida num contexto de capacidade de suporte do ambiente.

Se os padrões de produção e consumo hoje adotados não se alterarem, Assad e Pinto (2008) afirmam que a produção de alimentos pode ser bastante impactada. As áreas de cultivo dos principais produtos constituintes da cesta básica como milho, arroz e feijão sofrerão forte redução na área plantada, promovendo uma provável mudança dos hábitos alimentares da população das áreas mais atingidas, sendo exemplo disto o nordeste do País.

Pela Tabela 1 vemos que, pelo segundo ano consecutivo, condições climáticas desfavoráveis – especificamente a falta de chuvas - foram fundamentais para a queda na produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas, a qual, no ano de 2005, foi de  A redução foi puxada principalmente pelo milho e pelo trigo.

 

O triticale é um cereal obtido através do cruzamento de trigo com o centeio. Essa cultura está sendo pesquisada desde 1969 no Brasil. A partir de 1990, tem-se enfatizado seu uso para a alimentação animal, principalmente, de suínos e de aves. A área plantada com triticale é de, aproximadamente, 100.000 ha no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, em 1996. É uma espécie de milho de inverno com múltiplos usos na alimentação de animais. Possui mais proteína e menos energia que o milho. É uma ótima opção para cobrir o solo no inverno.

Embora, segundo o IBGE (2004), o total da área plantada tenha aumentado, reflexo principalmente da expansão da soja, o milho, o trigo e o feijão, fundamentais na cesta básica dos brasileiros, tiveram reduções em suas áreas plantadas. O valor da produção, foi menor que o de 2004, em grande parte pela queda nos preços da soja. Em âmbito municipal, os maiores produtores dos principais grãos foram os seguintes: Sorriso (MT) para a soja; Lucas do Rio Verde (MT) para o milho; Assis Chateaubriand (PR) para o trigo; Cristalina (GO) para o feijão; Santa Vitória do Palmar (RS) para o arroz; São Desidério (BA) para o algodão herbáceo; Lapão (BA) para a mamona; e Rio Verde (GO) para o sorgo.

O agronegócio, termo usado para denominar o conjunto de agentes econômicos integrados à produção agropecuária, produz apenas uma parte dos alimentos, sendo a outra parte produzida pelas agriculturas camponesa, familiar,  de pequenos produtores ou sitiantes, como podem ser chamada as formas de produção não capitalistas.

Para esconder essas diferenças os ideólogos do agronegócio construíram a imagem do agronegócio como totalidade e, nesta lógica, o campesinato seria apenas uma parte. Nesta lógica perversa, o agronegócio controla grande parte dos territórios produtivos, dos recursos públicos para financiamento e produz somente a mesma quantidade da agricultura de subsistência. E se projeta como mais competitivo que o campesinato que controla somente menos territórios produtivos, tem pequena parte dos recursos públicos de crédito e produz 50% dos alimentos. Na verdade, agronegócio e campesinato são sistemas distintos definidos por relações sociais diferentes: capitalistas e não capitalistas. Enquanto o agronegócio concentra, o campesinato distribui.

A lógica das empresas capitalistas, autodenominada agronegócio, é produzir mercadorias e não alimentos. Se as mercadorias podem ser também alimentos, nem sempre os alimentos podem ser mercadorias. Não se pode pensar a soberania alimentar a partir da lógica das empresas capitalistas, porque elas não tem a preocupação de garantir o direito à alimentação. Essa preocupação é do Estado e da Sociedade.

A falta de alimentos no mundo tem duas razões, aumento do consumo maior que o aumento da produção de alimentos. Não estamos ressuscitando a teoria de Malthus da progressão geométrica do crescimento da população e da progressão aritmética do crescimento da produção de alimentos. Temos terra, gente e tecnologia para produzir alimentos em abundância para todos. Todavia, o grau de concentração da riqueza, das terras, das tecnologias e dos conhecimentos é tão intenso que produziu a crise atual.

Essa crise é resultado de décadas de priorização do crescimento econômico sem preocupação com a sustentabilidade da base produtiva.

A critica à agricultura moderna enfoca as conseqüências indesejadas da produção de alimentos gerada pela modernização agrícola e atrelada  a três riscos  ligados entre si: riscos ambientais (poluição, perda da biodiversidade, erosão dos solos, entre outros), riscos sociais (marginalização das populações, que não se modernizam, êxodo rural, conseqüências à saúde dos trabalhadores rurais) e os riscos alimentares (presença de agrotóxicos nos alimentos comercializados, diminuição geral da qualidade biológica dos mesmos e, mais recente, as incertezas geradas pelo uso de variedades geralmente modificadas). Segundo Ghini (2009), as pragas que assolam plantações sempre estiveram lá e por isso, medidas sempre foram tomadas para que as pragas desaparecessem. Assim, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Quantidades discrepantes de agrotóxicos são aplicadas nas lavouras a fim de torná-las saudáveis mas, no final das contas, enfraquecem e intoxicam as plantas e selecionam os invasores mais resistentes.

Não só para o povo brasileiro, mas para todo o mundo as alterações no clima global, bem como a ausência de políticas que democratizem o acesso à terra, ao conhecimento e às riquezas,  trarão crises alimentares levando escassez de alimentos, aumentando o risco de fome. Portanto é tempo de rever nosso modelo de desenvolvimento.

O planejamento territorial é urgente para evitar um colapso. É preciso definir limites para as diferentes culturas e garantir o desenvolvimento. Estamos diante de um grande desafio.

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

A chamada “revolução verde”, modelo de produção agrícola — baseado na produção em grandes propriedades de monocultivos para exportação, a partir da utilização intensiva de insumos industriais, como adubos químicos, venenos e sementes de alta produtividade — não tem conseguido dar resposta à questão do acesso aos alimentos. Ao contrário, onde o modelo se implantou, ocorreram reflexos significativos na ampliação da insegurança alimentar e nutricional da população pobre. Há exemplos de impactos econômicos, sociais e ambientais negativos, substituição das florestas por monocultivos, erosão de solos e assoreamento de rios e lagos, contaminação de águas e alimentos com agroquímicos, empobrecimento dos pequenos produtores e das comunidades que vivem da agricultura familiar.

Por outro lado, as mudanças climáticas previstas para as próximas décadas como resultado do aquecimento global sugerem que a geografia da produção agrícola brasileira vai mudar nos próximos anos e, para evitar danos maiores ao desenvolvimento do país, é preciso começar a agir desde já.

 

 

Referências Bibliográficas

 

 

ASSAD, E. D.; PINTO, H. S. Aquecimento global e a nova geografia da produção agrícola do Brasil. São Paulo:Posigraf, 2008. 82 p.

 

FLORIT, L. A invenção social do natural: natureza e agricultura no mundo contemporâneo. Blumenau: Edifurb, 2004. 85p.

 

Fundação Procon-SP constata variação da cesta básica de 0,59% em abril/2009. Disponivel em: <http://www.dieese.org.br/procon/procon.xml>.  Acesso em: 20 mai. 2009.

 

FERNANDES, B. M. Cadê o agronegócio? Cadê os alimentos? Disponível em <http://  www.portalecodebate.com.br>. Acesso em: 01 jun. 2009.

 

GORE, Albert. A terra em balanço. São Paulo: Augustus,1993. pp.41-161.

 

GHINI, Raquel. Mudanças climáticas alterarão doenças na agricultura mostra pesquisa da Embrapa. Disponível em: <http:// www.cnpma.embrapa.br>. Acesso em: 23 mai. 2009.

 

IBGE. Pesquisa agrícola anual: culturas temporárias e permanentes. Brasilia: IBGE, 2004. v 31. 129 p.

 

PORTO-GONÇALVES, C. W.; ALENTEJANO, P. Geografia agrária da crise dos alimentos no Brasil. Disponível em: <http://alainet.org/active/29607&lang=es> >.  Acesso em: 18 jun. 2009.

 

 


Ponencia presentada en el XI Encuentro Internacional Humboldt – 26 al 30 de octubre de 2009. Ubatuba, SP, Brasil.  




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