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Asunto:[encuentrohumboldt] 7/07 - Turismo: Reflexão sobre a produção cientí fica do tema.
Fecha:Sabado, 6 de Enero, 2007  02:03:57 (-0300)
Autor:Encuentro Humboldt <encuentrohumboldt @..................ar>

Turismo: Reflexão sobre a produção científica do tema.

 

 

Profa. Dra. Claudemira Azevedo Ito[1][1]

 

 

Resumo

 

Nas últimas décadas a atividade turística tem se avolumando. É crescente a importância do turismo no contexto econômico, as estatísticas mostram a evolução positiva dos números que envolvem a atividade: deslocamentos e fluxos, mão-de-obra empregada, equipamentos. Diante desta realidade, avolumam-se também os estudos sobre o turismo. Nasce então, a necessidade de refletir e repensar de repensar o papel dos pesquisadores do turismo. Cabe buscar compreender quais as tendências teóricas consideradas nestes estudos, quais os autores e suas linhas teóricas. É necessário refletir sobre o que está sendo produzido sobre o turismo e, refletir como trabalhos acadêmicos e/ou técnicos de inventário de potencial turístico; produção de mapas e cartogramas de recursos paisagísticos, descrições dos ritos e costumes das populações locais tornam-se material de apoio para a tomada de decisão empresarial do turismo e/ou do planejamento público. Desta forma, os trabalhos sobre a temática do turismo devem ser valorizados não somente para a reprodução da racionalidade econômica do capitalismo, mas também para valorizar os anseios da população local, a preservação dos recursos naturais e do patrimônio sócio-cultural e histórico de determinado lugar.

 


 


 

 

Nas ultimas três décadas, pelo menos, diversos pesquisadores têm envidado esforços para apontar a melhor forma de analise do turismo, alguns com a abordagem sistêmica, outros com a estruturalista e assim por diante. A dificuldade de estudar o turismo está na complexidade da análise de suas múltiplas dimensões. Diante das limitações dos pesquisadores frente à múltipla e complexa realidade que pretendem desvendar, aparece a reflexão e o questionamento sobre as conclusões das pesquisas.

Para alguns, trata-se da discussão da verdade. Cervo & Bervian (1983) discorrem sobre esta questão e afirmam “todos falam, discutem e querem estar com a verdade. Nenhum mortal, porem, é dono da verdade. Isto porque o problema da verdade radica na finitude do homem, de um lado, e na complexidade e ocultamento do ser da realidade, de outro”. Os objetos que se pretende analisar e compreender podem se manifestar e/ou se ocultar das mais diversas formas. O pesquisador apreende os fenômenos mais visíveis em seu tempo, que podem ser apontados, mensurados e analisados pelos instrumentos, técnicas e métodos escolhidos ou ainda disponíveis naquele determinado período histórico.

O crescimento acelerado do fenômeno turístico nas ultimas décadas, principalmente o turismo de massa, tem despertado o seu estudo tanto nas ciências sociais quanto nas ciências aplicadas, se multiplicaram os cursos de graduação para a formação do bacharel, os cursos de especialização e os eventos ligados á área de turismo. O tema chega aos estudantes e pesquisadores através de revistas especializadas, assim como ao grande público por folhetos, revistas, suplementos de jornais. Assim como, as agencias de viagem e grandes operadores multiplicam a oferta de pacotes de viagens, lançando novos destinos e incentivando cada vez mais o crescimento do número de deslocamentos. Rodrigues (1997).

Panosso Netto (2005), em sua reflexão sobre a necessidade de estudo mais sistematizado do turismo remete-se a Burkart e Medlink que afirmaram que definição mais detalhada de turismo seria necessária, para o atendimento de quatro propósitos: Primeiro o estudo; para examinar o fenômeno sistematicamente apontando o que ele engloba. Segundo o estatístico: para ser mensurado é necessário que esteja delimitado. Terceiro envolve aspectos administrativo e legal: pois a legislação poderia ser aplicada a alguns segmentos e outros não. O ultimo propósito seria o industrial,  ... “ pois atividades econômicas particulares poderiam necessitar de estudos de mercado para fundamentarem a formação de organizações industriais..” Panosso Netto (2005,p.44)

O interesse do fenômeno turístico pela ciência geográfica remonta ao inicio do século XX, ocasião em que os geógrafos começaram a estudar os impactos do turismo no espaço geográfico. Segundo Gómez (1988) Stradner foi o pioneiro em introduzir o termo “Geografia do Turismo”, que “ ha servido para designar a la rama de nuestra disciplina que se ha  ocupado de analizar de uma manera particular ciertos impactos producidos por lo que de una manera amplia pudiérmos llamar el fenómeno del ocio. Rodrigues (1997, p. 72). Apesar desta introdução do estudo do turismo no âmbito da ciência geográfica em 1905, a mesma autora, afirma que somente da década de 1960 este ganha impulso na Geografia. Respondendo ao período de aceleração da atividade turística, que se pode observar no pós Segunda Guerra Mundial, particularmente nos paises mais ricos, onde se verificou intensa fase de prosperidade econômica.

Nos primeiros estudos geográficos do fenômeno turístico apresentou-se a abordagem multidisciplinar para enfrentar a complexidade das analises. Entrelaçavam-se aspectos históricos-geográficos, econômicos, psicológicos, sociológicos, antropológicos, regionais, entre outros.

Rodrigues (1997) ao analisar a produção geográfica sobre o tema do turismo nas décadas de 1970, 1980 e 1990, afirma que é surpreendente a morosidade apresentada por estes estudos em acompanhar a evolução do pensamento geográfico. Neste período em que a Geografia Tradicional já se encontrava superada, a maioria dos estudos de turismo na Geografia baseava-se nela.  Representando a Geografia Critica destacou as pesquisas de Knafou sobre os Alpes Franceses (1979 e 1988) e A proposta metodológica para o estudo do litoral fundamentada em princípios marxista de Sanches (1985).

Ainda, dos trabalhos baseados na percepção espacial destacou Miossec (1977) que sugere uma tipologia de imagem turística. Na mesma linha, ressalta o estudo de Muscara (1983) que analisa a imagem turística e a percepção do espaço de consumo do turismo. Assim como, evidencia o trabalho de Urbain (1983) que a partir de folhetos turísticos da Tunísia, analisou a iconografia e o que é transmitido ao turista, tentando compreender o que sensibiliza, motiva e cria expectativas em relação à viagem.

A preocupação ecológica dos anos 90 também impregnou os estudos geográficos sobre o tema do turismo, surgem trabalhos sob o rótulo de ecoturismo. Rodrigues, destaca os trabalhos de Elizabeth Boo (1990) – Ecotourism: The potencials and pitfalls, em dois volumes.

Panosso Netto considera que a diversificada formação dos autores que estudam e trabalham com o turismo pode ser apontada como um dos limitadores das abordagens do turismo, são muitas as áreas de formação destes pesquisadores: administração, arquitetura, geografia, economia, filosofia : ...”pois os estudiosos tendem, consciente e as vezes inconscientemente, a reduzir a explicação a uma dessas áreas. Assim o geógrafo dirá da importância dos estudos geográficos relacionados ao turismo, porque tudo acontece num espaço; o economista dirá da importância dos estudos econômicos relacionados ao turismo, pois é a economia que move o mundo. Cada um partirá dos pressupostos e paradigmas de sua ciência de formação, e assim os estudiosos não se estenderão, pois não estarão falando a mesma “língua”. Em outras palavras: Serão abordagens diferentes para problemas iguais...” Panosso Netto (2005, p. 44)

Desta forma, Panosso Netto aponta para a necessidade de superar esta fragmentação do conhecimento produzido sobre o turismo. Esta superação, segundo o autor, foi perseguida por três grupos de autores, a saber: Pré-paradigmático, Padadigma-Sistema Turismo e Novas abordagens. Conforme o autor os pré-paradigmáticos iniciaram a discussão teórica do turismo. Neste grupo destacam-se Luiz Fernando Fuster, Walter Hunziker, K. Krapt, A. J. Burkat e S. Medlik. O segundo grupo, ou seja, o Paradigma- Sistema de Turismo, pode ser representado por Neil Leiper, Mário Carlos Beni, Alberto Sessa e Roberto Boullón, entre outros. Estes disseminaram o Sistema de Turismo como paradigma para o estudo do turismo. O terceiro grupo de autores, da fase Novas abordagens, se diferencia dos anteriores pela diversidade de proposições para a análise do turismo. Desta fase destacam-se as produções de Jafar Jafari e Jonh Tribe. Panosso Netto, continua sua análise identificando entre a primeira e segunda fase a produção de Raymundo Cuervo e Walab Salah-Eldin Abdel e entre a segunda e a terceira fase, destacou Jost Krippendorf, Sergio Molina e Alfonso Martinez.

Ouriques (2005) após a analise da produção bibliográfica sobre o turismo afirma que há ”uma tendência predominante de analise e interpretação, o que nos leva a caracterizar a existência de uma verdadeira hegemonia no tratamento do assunto”p.69. E explica: os livros e artigos iniciam se pela apresentação quantitativa do dinamismo da atividade do turismo. Isto, segundo o autor, para justificar o interesse acadêmico. Em seguida são apontados os impactos negativos e positivos em âmbito local, regional ou nacional, conforme a abrangência do estudo. Na fase seguinte, é apresentado o desenvolvimento sustentável do turismo como a melhor opção para as áreas receptoras de turismo, o turismo em massa é criticado e o planejamento turístico é defendido. Ouriques (2005, p. 69)

Este autor critica essa “tendência hegemônica”, na qual há o predomínio de modelos analíticos que não expressam a complexidade do tema; não buscam compreender as controvérsias do tema; massificam o discurso dominante pró-turismo e, não propiciam a produção de novos conhecimentos sobre o tema de turismo. Ouriques apresenta “as principais tendências teóricas dos autores”, considerando como abordam: o trabalho, a natureza, o capital e o Estado”. A primeira delas é chamada de corrente liberal, a segunda de corrente do planejamento estatal, a terceira de corrente pós-moderna e a última, corrente crítica.

A corrente liberal é representada por Beatriz Lage, Paulo Milone, Leandro de Lemos, Mário Carlos Beni, entre outros, onde o turismo é analisado por uma ótica economicista com ênfase no liberalismo, “analisando o turismo a partir dos princípios da oferta e da demanda, do multiplicador da atividade turística, das estimativas de gastos individuais dos turistas, das receitas e despesas geradas em núcleos emissores e receptores, etc.. “ Ouriques p.71.

O papel do estado é destaque na corrente do planejamento estatal, onde os autores enaltecem a riqueza da biodiversidade do Brasil, mas consideram que somente com o planejamento e controle do Estado se alcançaria o melhor aproveitamento do potencial turístico do Brasil. Nesta linha, o autor destaca os seguintes estudiosos: Doris Rushimann, Luzia Coriolano, Luiz Cruz Lima, Margarita Barreto, Rita Ariza de Cássia Cruz.

“A concepção do planejamento estatal tem como principal fundamento a crença do Estado como “provedor” em um duplo sentido: como condutor (pelo planejamento) das políticas de desenvolvimento turístico e, principalmente como financiador, isto é, como suporte financeiro para a extensão do setor. Em poucas palavras, é o Estado o principal agente promotor do turismo.”Ouriques, 2005,p. 77.

 

O autor alerta ainda que nesta linha de análise o planejamento do turismo sempre traz ao desenvolvimento e, lembra que esta responsabilidade já foi imposta a outras atividades econômicas.

A corrente pós-moderna é apresentada como carente de unidade teórica, defender a natureza como principal recurso turístico, dar ênfase para a segmentação do mercado turístico, criticar as ações do Estado quanto ao turismo, defender o planejamento estatal e promover o discurso a favor do direcionamento de capitais ao turismo. Ouriques, p.78. E, aponta como principais representantes desta corrente Adyr Balateri Rodrigues, Eduardo Yazigi, Marutschka Moesch e Luiz Gonzaga Godoi Trigo.

E, por fim a corrente crítica é aquela que vem questionar as benesses do turismo. “pauta-se pelo pressuposto de questionar o caráter intrinsecamente benéfico do desenvolvimento turístico, discutindo as transformações  que ocorrem na (re)produção da vida das comunidades receptoras e as condições de trabalho nas atividades turísticas” Ouriques, p.82. O autor destaca, nesta corrente, Arlete Moises Rodrigues, Maria Tereza Luchiari e Edvaldo César Moretti.

Segundo Ouriques (2005) esta corrente se diferencia das anteriores por analisar o turismo em sua “complexidade, estabelecendo as relações entre lugar, espaço, trabalho, natureza e capital do ponto de vista anti-sistêmico, e seus escritos mostram um comprometimento com os problemas das populações trabalhadoras” p.88.

 

Considerações Finais

 

A analise da produção cientifica brasileira sobre o turismo aponta para uma carência de reflexão teórico-metodológica. Tal afirmação pode ser comprovada na publicação “ Competência Profissional no Turismo e Compromisso Social” – Coletânea do XXVI Congresso Brasileiro de Turismo- 2006. São 27 trabalhos, divididos em três temática, a saber: “Turismo e Ensino”; “Turismo: Meio Ambiente, Cultura e Sociedade”; “Turismo: Planejamento, organização, profissionalização e empreendedorismo”. Este Evento é organizado anualmente pela Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo (ABBTUR), e traz uma amostra da produção dos bacharéis em turismo no Brasil. Primeira parte da coletânea é representada por 9 trabalhos sobre o ensino do turismo, as análises e criticas ao sistema nacional de avaliação dos cursos superiores. A segunda temática apresenta 8 capítulos que em sua maioria analisam estudos de caso, associando: Turismo, meio ambiente, cultura e sociedade. A ultima parte, organizada em 9 capítulos apresentam discussões sobre também estudos de caso sobre planejamento, organização, profissionalização e empreendedorismo no turismo. Aqui não se pretende criticar a produção apresentada nestes Anais, mas sim apontar a ausência de discussão teórico-metodológica.

Panosso Netto (2005) e Ouriques (2005) apontam a necessidade de reflexão da produção cientifica em turismo, quaisquer que seja a formação do autor.

Neste sentido, é inegável a necessidade de repensar o papel dos pesquisadores do turismo, qualquer que seja sua formação básica. Em muitos casos, trabalhos acadêmicos e/ou técnicos de inventário de potencial turístico; produção de mapas e cartogramas de recursos paisagísticos, descrições dos ritos e costumes das populações locais tornam-se material de apoio para a tomada de decisão empresarial do turismo. De tal sorte que, para a reprodução da racionalidade econômica do capitalismo não importam os anseios da população local, a preservação dos recursos naturais, tampouco do patrimônio sócio-cultural e histórico de determinado lugar.

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

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[1][1] Professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp. Campus de Presidente Prudente-SP


Ponencia presentada en el Simposio Geografía y Turismo. Octavo Encuentro Internacional Humboldt. Colón, Entre Ríos, Argentina. Viernes 29 de setiembre de 2006.